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	<title>Arquivos Produtividade &#8226; Glic Fàs</title>
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	<description>Consultoria em gestão de negócios, projetos e riscos</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Jan 2021 21:15:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Você utiliza quais ferramentas para priorização de tarefas?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/priorizacao-de-tarefas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 14:22:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual método você utiliza para priorização de tarefas? Já ouviu falar sobre o GTD (Getting Things Done)? Aprenda sobre ele neste artigo.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/priorizacao-de-tarefas/">Você utiliza quais ferramentas para priorização de tarefas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:black">Um dos verdadeiros luxos da vida profissional é ter tempo sobrando. Para a maioria, ter tempo para conseguir dar conta de tudo já é em si um desafio. Basta perguntar às pessoas em sua volta e elas dirão que estão sobrecarregadas. </span></p>
<p><span style="color:black">Tudo isso faz com que <a href="https://www.glicfas.com.br/trabalhe-melhor-nao-trabalhe-mais-domine-a-arte-da-administracao-do-tempo/">administrar o tempo seja uma verdadeira arte</a>. Não é à toa que o tema tem sido bastante debatido, com pessoas (especialistas ou não), compartilhando diferentes dicas sobre como gerenciar bem as horas diárias. Nesse universo, há também diversos métodos e ferramentas simples e eficazes de priorização de tarefas.</span></p>
<p><span style="color:black">Para este artigo, focaremos na metodologia GTD (Getting Things Done). Boa leitura!</span></p>
<h2><span style="color:black">Priorização de tarefas: urgente x importante</span></h2>
<p><span style="color:black">Dwight Eisenhower disse que “o que é importante raramente é urgente e o que é urgente raramente é importante”. Ele, inclusive, é o pai de um método de priorização de tarefas que trabalha com a relação entre o que é urgente e o que é importante. Trata-se da Matriz de Urgência x Importância, conhecida também por Matriz de Eisenhower.</span></p>
<p><span style="color:black">A matriz é uma ferramenta simples que ajuda a focar no que tornará um trabalho mais eficaz, não apenas mais produtivo. Veja um modelo: </span></p>
<p><img decoding="async" alt="diagrama urgente importante" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/11/urgenteximportante.png" style="width: 320px;height: 283px" /></p>
<p><span style="color:black">A proposta é que tarefas diárias e projetos caiam em um destes quatro quadrantes, sendo que:</span></p>
<ul>
<li><span style="color:black">Urgente e importante: tarefas prioritárias que devem ser executadas imediatamente.</span></li>
<li><span style="color:black">Não é urgente, mas é importante: tarefas que devem estar na programação, mas que não necessitam de uma resolução imediata.</span></li>
<li><span style="color:black">Não é importante, mas é urgente: tarefas que precisam ser realizadas logo, mas que podem ser delegadas a outra pessoa.</span></li>
<li><span style="color:black">Não é urgente e nem importante: tarefas neste quadrante podem ser eliminadas completamente ou deixadas para serem conduzidas mais para a frente. A regra aqui é: não perca o seu tempo, e nem o da sua equipe, nessas tarefas.</span></li>
</ul>
<p><span style="color:black">A distinção entre urgente x importante será importante para utilizarmos o GTD para priorização de tarefas, conforme veremos.</span></p>
<h2><span style="color:black">Entendendo o método GTD</span></h2>
<p><span style="color:black">GTD é um sistema utilizado para gerenciamento de tempo e <a href="https://www.glicfas.com.br/melhorar-a-produtividade-por-que-e-importante-incentivar-folgas/">produtividade</a> que permite às pessoas realizarem tarefas de forma eficiente. O método possui um princípio básico: todas as tarefas devem ser registradas para garantir que nada seja esquecido.</span></p>
<p><span style="color:black">O método foi desenvolvido por David Allen, consultor de produtividade americano e autor do livro de mesmo nome “Getting Things Done”. Desde que o livro surgiu, o GTD ganhou milhões de seguidores em todo o mundo.</span></p>
<p><span style="color:black">Como explicaremos, no método as tarefas grandes são divididas em tarefas menores, para as quais devem ser definidos prazos concretos. A fim de colocar a metodologia em prática, David Allen a dividiu em cinco etapas.</span></p>
<h3><span style="color:black">Etapa 1 – Capturar</span></h3>
<p><span style="color:black">O GTD parte da premissa que nada deve ser guardado na mente. Por isso, a primeira etapa do método diz respeito à coleta e ao registro dos compromissos, tarefas e ideias. A maneira pela qual as anotações serão feitas depende de cada um: pode ser em um caderno, no bloco de notas do computador, em algum aplicativo, enfim. </span></p>
<p><span style="color:black">A ferramenta a ser utilizada – física ou não – não importa. O que interessa aqui é tirar da cabeça todos os compromissos e ideias e anotá-los de alguma maneira.</span></p>
<h3><span style="color:black">Etapa 2 &#8211; Processar</span></h3>
<p><span style="color:black">Cada nota registrada deve ser examinada a fim de ser priorizada. Para fazer isso, você pode responder às perguntas:</span></p>
<ul>
<li><span style="color:black">Que tipo de tarefa é?</span></li>
<li><span style="color:black">Posso realizá-la imediatamente?</span></li>
<li><span style="color:black">Devo realizá-la imediatamente? </span></li>
<li><span style="color:black">Devo delegá-la?</span></li>
<li><span style="color:black">Qual é o prazo?</span></li>
<li><span style="color:black">Qual será a próxima etapa?</span></li>
</ul>
<p><span style="color:black">Uma dica é utilizar a Matriz de Eisenhower para a priorização de tarefas. Quando uma ação não for necessária, pode-se eliminá-la, arquivá-la na lista de “talvez/um dia” ou guardá-la para referência (especialmente se for alguma ideia).</span></p>
<h3><span style="color:black">Etapa 3 &#8211; Organizar</span></h3>
<p><span style="color:black">Tudo que requer uma ação deve ser organizado. Aqui, mais uma vez citamos a Matriz de Eisenhower. Se na etapa anterior as tarefas não foram priorizadas conforme urgência e importância, será necessário fazê-lo.</span></p>
<p><span style="color:black">Em seguida, compromissos ou prazos devem ser inseridos no calendário. Já as tarefas que dependem da conclusão de outras são inseridas na lista de “Próximas ações” ou salvas como projetos e divididas em etapas parciais. Importante também ressaltar que dentro do método GTD cada tarefa dentro de um projeto deve ser listada com prazos específicos. </span></p>
<p><span style="color:black">Para manter-se informado sobre tarefas delegadas a outras pessoas, tenha uma lista de lembretes a fim de que possa verificar o progresso das mesmas.</span></p>
<h3><span style="color:black">Etapa 4 &#8211; Revisar</span></h3>
<p><span style="color:black">Na priorização de tarefas não basta apenas organizá-las e definir prazos e responsáveis. Como o objetivo é também o de ganhar produtividade, as listas precisam ser revisadas regularmente. Por esse motivo, uma revisão e atualização semanais são necessárias como parte do método GTD.</span></p>
<p><span style="color:black">Nesta quarta etapa, verifique se a priorização está correta ou se você acabou dando mais atenção para o que não precisava. Outro item importante a analisar é o calendário. Ele está atualizado? Todos os compromissos e prazos para os próximos dias foram inseridos?</span></p>
<p><span style="color:black">Sobre as tarefas delegas, quais são os status? Se necessário, faça o acompanhamento com os colaboradores responsáveis. </span></p>
<h3><span style="color:black">Etapa 5 &#8211; Executar</span></h3>
<p><span style="color:black">Como o nome sugere, é na etapa final que você parte para a mão na massa. Para escolher o que fazer olhe sua lista de priorização de tarefas e o calendário. Como o método pode ser utilizado em vários contextos (pessoal, familiar, profissional etc.), não esqueça de focar nas tarefas relacionadas ao contexto em que está.</span></p>
<p><span style="color:black">Por exemplo, se você está no trabalho, mas precisa pintar as paredes da sua casa, saiba agir de acordo com o contexto. O objetivo do método GTD é concluir tarefas e não assumir várias ao mesmo tempo. Enquanto está no horário de trabalho, foque no que diz respeito à sua função. </span></p>
<h2><span style="color:black">Concluindo</span></h2>
<p><span style="color:black">Como comentamos, existem diversas ferramentas e dicas para priorização de tarefas e, consequentemente, para produtividade. O método GTD tem sido amplamente aplicado, em especial porque ele parte do princípio de “esvaziar a cabeça de preocupações”.</span></p>
<p><span style="color:black">Justamente por essa razão é que para colocá-lo em prática deve-se anotar tudo e só depois priorizar e planejar. Afinal de contas, ninguém consegue ser produtivo quando tem vários problemas a resolver passando pela cabeça, não é mesmo?</span></p>
<p><span style="color:black">Você já tinha ouvido falar no GTD? Tem alguma experiência com outra metodologia de priorização de tarefas? Deixe um comentário e conte para nós. </span></p>
<p><span style="color:black">E se este artigo foi útil, compartilhe-o com seus colegas. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</span></p>
<p><span style="color:black">Créditos imagem principal: Pixabay por StartupStockPhotos.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Para que serve o SCRUM?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/metodologia-scrum/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2020 11:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na metodologia ágil, Scrum é um dos métodos mais utilizados. Entenda o que é, por que utilizá-lo e quais suas vantagens.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/metodologia-scrum/">Para que serve o SCRUM?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De uns tempos para cá, metodologias ágeis ganharam os holofotes na gestão de projetos. Uma delas é o Scrum, método que tem como objetivo a obtenção de resultados melhores no menor tempo possível. Sua “beleza” reside no fato que ele torna possível realizar projetos cujas necessidades são difíceis de quantificar desde o início.</p>
<p>Aliás, este é um dos principais pontos fortes que contribuíram para sua popularidade: a metodologia Scrum é utilizada em situações em que não é possível ter uma definição completa do escopo. A seguir, entenda melhor sobre o tema.</p>
<h2>O que é Scrum exatamente?</h2>
<p>Muitos não sabem, mas o nome Scrum vem de uma jogada de rugby cujo objetivo é a reposição da bola no jogo. Como explicado <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Scrum_(rugby)" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>, é quando os jogadores dos dois times se juntam com a cabeça abaixada e se empurram, em um bloco único, com o foco de ganhar a posse de bola. Disso podemos extrair algo valioso sobre a metodologia: todos os membros da equipe devem andar em conjunto para a conclusão de um projeto.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.scrumguides.org/scrum-guide.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia Scrum</a>, Scrum é um framework para desenvolver, entregar e sustentar produtos complexos. Trata-se de “uma estrutura na qual as pessoas podem resolver problemas adaptativos complexos, ao mesmo tempo que entregam produtos do mais alto valor possível de forma produtiva e criativa”.</p>
<p>Ainda segundo o mesmo guia, a metodologia é fundamentada na teoria empírica de controle de processos, conhecida também como empirismo. “O empirismo afirma que o conhecimento vem da experiência e da tomada de decisões com base no que é conhecido. Scrum emprega uma abordagem iterativa e incremental para otimizar a previsibilidade e controlar o risco”.</p>
<p>O Scrum é sustentado por três pilares:</p>
<ul>
<li><b>Transparência:</b> o Guia Scrum ressalta a importância de que os aspectos significativos do projeto estejam visíveis aos responsáveis para que todos compartilhem um entendimento comum.</li>
<li><b>Inspeção:</b> usuários do Scrum devem inspecionar frequentemente o progresso em direção a uma Meta do Sprint (explicaremos adiante o que é um Sprint) para detectar variações indesejáveis.</li>
<li><b>Adaptação</b>: caso seja determinado que um ou mais aspectos de um processo desviaram-se dos limites aceitáveis, é necessário realizar ajustes. Quanto antes for feito, mais rapidamente novos desvios serão minimizados.</li>
</ul>
<h2>Por que utilizar o Scrum?</h2>
<p>Como um dos pilares do Scrum é a transparência, um dos motivos pelos quais a metodologia é utilizada é porque todos os membros da equipe precisam saber o que os outros estão fazendo e o que podem esperar. Essa mesma transparência garante a compreensão do projeto em um nível macro, bem como compreensão das tarefas a serem realizadas.</p>
<p>O Scrum também permite trabalhar com eficiência e inteligência, algo que só é possível graças à transparência que requer comunicação aberta. Além disso, para aplicar o método, o projeto deve ser dividido em pequenas partes. É justamente essa fragmentação que faz com que os membros considerem se as tarefas realmente precisam ser realizadas, possibilitando uma visão muito mais crítica do projeto em questão.</p>
<p>À lista de motivos para adotar o Scrum estão foco e flexibilidade. Observe que o método foi projetado para melhorar os projetos e também para acelerar sua conclusão. Para que isso seja possível, é fundamental dar uma certa dose de “margem de manobra” a fim de lidar com imprevistos, assim como saber negar pedidos que têm pouco impacto no sucesso do projeto.</p>
<p>Adicionalmente, no Scrum o projeto é subdividido, sendo que tarefas específicas podem ser atribuídas aos membros da equipe. Por conta disso, todos os dias são avaliados o progresso uns dos outros. Desse modo, todos os envolvidos assumem suas responsabilidades.</p>
<h2>Como funciona a metodologia Scrum?</h2>
<p><img decoding="async" alt="como funciona Scrum" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/11/comofuncionaScrum.jpeg" style="width: 600px;height: 400px" /></p>
<p>Existe um conjunto de funções a serem implementadas na metodologia. As três principais são:</p>
<ul>
<li>Product Owner, o qual fica encarregado do backlog e orienta a equipe. Suas principais responsabilidades são: manter o backlog do produto, ter uma visão geral do produto e direcionar os objetivos da equipe.</li>
<li>Scrum Master, que é a pessoa que dita os prazos, além de ser quem facilita e mentora. No entanto, conforme o tempo passa e a equipe se acostuma com a metodologia, o Scrum Master passa a ser um observador;</li>
<li>Time de desenvolvimento, formado por uma equipe multidisciplinar. Ressaltamos que esses times são geralmente formados por 5 até 10 integrantes, mas isso não é uma regra.</li>
</ul>
<p>A adoção do Scrum requer alguns hábitos, como:</p>
<h3>Reunião diária</h3>
<p>No início de cada dia, cada membro da equipe dá o seu parecer sobre o que foi feito no dia anterior, qual é o planejamento para o dia atual e quais os obstáculos existentes. Esses pontos são trabalhados em reuniões diárias rápidas (de cerca de 15 minutos) para que todos estejam cientes do andamento do projeto e ajam juntos para que o projeto possa caminhar. Os encontros são facilitados pelo Scrum Master</p>
<h3>Sprint</h3>
<p>Este é um termo do Scrum. Refere-se aos ciclos do projeto, ou seja, cada ciclo é um sprint. Geralmente, um sprint é realizado a cada três ou quatro semanas.</p>
<h3>Planejamento do Sprint</h3>
<p>Primeiro, é importante entender o termo Product Backlog (PBL), que nada mais é do que os objetivos de um projeto. Explicando melhor, é uma lista de “requisitos” para um produto ou projeto. O Product Owner é o responsável por definir as prioridades no PBL e por gerenciá-lo.</p>
<p>Entendido isso, o planejamento Sprint tem como meta planejar como transformar um conjunto de histórias do backlog do produto em um incremento do produto entregável.</p>
<p>A decisão de como construir o planejamento fica a cargo da equipe. Dessa maneira, as tarefas são criadas e atribuídas, resultando no Sprint Backlog. Portanto, Sprint Backlog é o nome dado à lista de tarefas específicas a serem realizadas em cada sprint. O time Scrum é responsável por manter essa lista.</p>
<p>Durante cada sprint, espera-se que os membros da equipe atualizem o Sprint Backlog sempre que novas informações estiverem disponíveis. Se por algum motivo um dos itens estiver parcialmente completo de acordo com o que foi definido, esses itens são colocados de volta no Backlog do Produto.</p>
<h3>Revisão do Sprint</h3>
<p>Sempre que um ciclo – Sprint – se encerra, a equipe se encontra para apresentar o que foi concluído. As tarefas finalizadas e seus resultados são então comparados com os itens planejados. A ideia aqui é partir para o próximo Sprint com as ações atualizadas a fim de determinar quais mudanças podem ser feitas para tornar o próximo Sprint mais produtivo.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Entre os métodos Ágeis, Scrum é a metodologia mais utilizada. Assim como no rugby, o princípio básico é que a equipe avance junta e esteja sempre pronta para reorientar o projeto conforme seu andamento.</p>
<p>O método não é perfeito – por exemplo, é mais adequado para equipes menores -, mas sem dúvidas, é uma maneira de melhorar a comunicação entre os integrantes e maximizar a eficiência da equipe. Além disso, como procuramos explicar, partes interessadas conseguem ver, todos os dias, o progresso sendo realizado.</p>
<p>Você já conhecia a metodologia Scrum? Conte para nós se já teve alguma experiência com o método. E se este artigo foi útil, compartilhe-o com seus colegas. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
<p>Créditos imagem principal: Pixabay por Ronald Carreño<span style="font-size:13.5pt"><span style="background:white"><span style="line-height:107%"><span style='font-family:"Open Sans",serif'><span style="color:#191b26">.</span></span></span></span></span></p>
<p>Créditos imagem texto: Unsplash Daria Nepriakhina<span style="font-size:13.5pt"><span style="background:white"><span style="line-height:107%"><span style='font-family:"Open Sans",serif'><span style="color:#191b26">.</span></span></span></span></span></p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/metodologia-scrum/">Para que serve o SCRUM?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como o Kanban pode agilizar sua empresa?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/metodo-kanban/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 11:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.glicfas.com.br/?p=120841</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Kanban é um método de gerenciamento de produtividade que adota o conceito de gestão à vista e é simples de ser utilizado. Aprenda sobre a ferramenta aqui.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/metodo-kanban/">Como o Kanban pode agilizar sua empresa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Introduzido na década de 50 na Toyota, por Taiichi Ohno, a metodologia Kanban surgiu com o objetivo de melhorar a produção com base em processos just-in-time e escaláveis. Décadas depois, mais especificamente em 2005, uma aplicação nova e inovadora do Kanban ganhou destaque nos processos de desenvolvimento de software.</p>
<p>Hoje o método é conhecido por ser uma ferramenta de gerenciamento de produtividade norteado por dois princípios: o visual e o tempo real. Além disso, baseia-se na abordagem Lean, a qual diz respeito à melhoria contínua dos processos.</p>
<p>Aprenda, neste artigo, mais sobre esse framework de gestão ágil.</p>
<h2>O que é Kanban?</h2>
<p>O Kanban surgiu na indústria, mas atualmente é adotado como <a href="https://www.glicfas.com.br/melhoria-organizacional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">método para melhorar os processos de trabalho</a>, aumentar a produtividade, tornar a gestão de tarefas mais eficiente e garantir a qualidade do produto acabado ou do serviço realizado, em vários setores. Por ser considerado um método ágil, torna os processos muito mais flexíveis.</p>
<p>O método parte de três princípios. O primeiro diz que devemos limitar a quantidade de trabalho em andamento (work in progress). Isso ajuda equipes a serem mais equilibradas e não se comprometerem com mais de um trabalho por vez (ou com mais do que conseguem realmente dar conta).</p>
<p>O segundo princípio trata de dar andamento ao fluxo. Explicando melhor, sempre que algo for concluído parte-se para a atividade seguinte, a qual está em primeiro lugar na lista de pendências.</p>
<p>O terceiro nos diz que o fluxo de trabalho deve ser facilmente visualizado a fim de que todos consigam saber em que fase está um projeto, quais tarefas estão sendo realizadas e quem são os responsáveis por elas. Em suma, possibilita, de forma rápida e precisa, uma visualização do status do projeto.</p>
<p>Como veremos ainda neste artigo, as tarefas são divididas em etapas que avançam uma após a outra. Por esse motivo, existe um slogan em inglês que é associado ao Kanban: “stop starting, start finishing” (“pare de começar, comece a terminar”). Ou seja, ao invés de começar várias tarefas paralelamente – o famoso multitarefas – o método requer foco em uma etapa por vez, exigindo a conclusão de uma atividade para que outra seja exercida.</p>
<h2>Quem pode utilizar o Kanban?</h2>
<p>A “beleza” do Kanban é sua fácil integração. Por ser um sistema que se adapta facilmente e cujo funcionamento também é fácil de ser compreendido , qualquer tipo de negócio pode se beneficiar ao utilizar o método.</p>
<p>Essa facilidade de integração é uma das vantagens da aplicação da metodologia em grandes empresas. Como elas costumam já ter muitos processos criados há algum tempo, o Kanban pode ser rapidamente configurado para se adequar e integrar a eles. Já para equipes pequenas a metodologia ajuda a dar mais estrutura aos processos de trabalho.</p>
<p>Além disso, o sistema pode muito bem ser adotado por quem está começando um negócio ou é autônomo, uma vez que ajuda na organização de tarefas.</p>
<h2>Como o Kanban funciona?</h2>
<p>Em primeiro lugar, para entender como o Kanban funciona é importante destacar que existem cinco boas práticas a serem levadas em consideração:</p>
<ul>
<li><strong>Visualização:</strong> o Kanban é um método visual de gestão à vista. Esse é o motivo pelo qual utilizar o sistema significa, essencialmente, ter uma visualização do fluxo de trabalho de modo a garantir que todos entendam o status do projeto.</li>
<li><strong>Número de tarefas em andamento é limitado: </strong>o método funciona por etapas e cada uma delas pode conter apenas um número máximo de tarefas ao mesmo tempo. Esse número varia, pois é definido segundo as capacidades da equipe.</li>
<li><strong>Gerenciamento do fluxo:</strong> para garantir fluidez no trabalho, é fundamental monitorar as atividades em cada etapa.</li>
<li><strong>Padrões do processo devem ser claros: </strong>o sistema Kanban é fácil de ser compreendido e cada equipe pode criar suas próprias regras. Contudo, destacamos que essas regras precisam ser transmitidas de forma clara para que cada membro do time compreenda o que precisa ser feito.</li>
<li><strong>Identificar oportunidades de melhoria: </strong>um dos objetivos do Kanban é melhorar a qualidade do produto ou serviço. Sendo assim, a equipe precisa sentir-se livre para discutir um problema que está enfrentando e, juntos, os membros poderão encontrar melhorias a serem implementadas.</li>
</ul>
<h3>O passo a passo</h3>
<p>Kanban significa &#8220;rótulo&#8221; ou “etiqueta”, em japonês. Portanto, o método funciona em um sistema de cartões ou etiquetas que correspondem, cada um, a uma atividade.</p>
<p><img decoding="async" alt="quadro Kanban" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/11/metodoKanbannapratica.jpeg" style="width: 615px;height: 400px" /></p>
<p>Esses cartões vão se movendo de uma coluna a outra conforme o processo avança. Para isso, no Kanban as tarefas são divididas em uma tabela de acordo com seu estado, como por exemplo, por meio das colunas: a fazer, em andamento, concluído. Hoje em dia existem programas (como o <a href="https://trello.com/pt-BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Trello</a>) que podem ser utilizados para adotar o método.</p>
<p>Apesar de contar com a tecnologia, empresas costumam ter quadros Kanban em suas paredes e utilizando post-its. Dessa forma, cada membro da equipe sabe rapidamente o que fazer e onde está o trabalho dos outros. Perceba que além de uma melhor comunicação, a técnica proporciona uma visão clara de toda a cadeia produtiva e do andamento das tarefas, facilitando a identificação de bloqueios e emergências, além de enfatizar a <a href="https://www.glicfas.com.br/como-lidamos-com-a-colaboracao-na-nossa-empresa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">colaboração</a>.</p>
<p>A quantidade de colunas varia de acordo com as etapas que possuem um projeto. O importante aqui é entender que uma atividade só avança para a próxima coluna quando é concluída, e que, além disso, deve-se atentar para o número de tarefas sendo realizadas em uma mesma etapa (a qual também depende do número de profissionais envolvidos, conforme alertamos no tópico acima).</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>O Kanban é um método simples de ser utilizado e que pode ser adotado em empresas de todos os portes e nas mais variadas situações. Dentre suas vantagens estão a melhoria constante do fluxo de trabalho, o reforço da transparência, a comunicação mais assertiva, melhora contínua, facilidade de visualização do status de projetos e, principalmente, a eliminação da microgestão (já que o quadro deixa visível para todos quem é responsável pelo o quê).</p>
<p>Como procuramos mostrar, o sistema também possibilita a rápida detecção de problemas, para que ações corretivas possam ser efetuadas. Por fim, destacamos que a abordagem é super flexível, pois tarefas podem ser suspensas ou adiadas para que pontos de bloqueio, ou outras tarefas mais urgentes, sejam gerenciadas.</p>
<p>Você já conhecia o Kanban? Caso tenha tido alguma experiência com o método, deixe um comentário e conte para nós.</p>
<p>E se este artigo foi útil, compartilhe-o com seus colegas. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
<p>Créditos imagem principal: Unsplash por airfocus.</p>
<p>Créditos imagem texto: Pixabay por Gerd Altmann.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você sabe o que é Kaizen e como ele pode ajudar sua empresa?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/voce-sabe-o-que-e-kaizen-e-como-ele-pode-ajudar-sua-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 15:54:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.glicfas.com.br/?p=120829</guid>

					<description><![CDATA[<p>A metodologia Kaizen é uma maneira de engajar colaboradores, melhorar a produtividade, eliminar desperdícios e desenvolver uma cultura de melhoria contínua.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/voce-sabe-o-que-e-kaizen-e-como-ele-pode-ajudar-sua-empresa/">Você sabe o que é Kaizen e como ele pode ajudar sua empresa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Kaizen é uma palavra de origem japonesa formada por dois ideogramas: <em>Kai</em>, que significa mudança, e <em>Zen</em>, que significa melhor. Trata-se uma metodologia utilizada por marcas como Toyota e Sony que atua com base na filosofia da melhoria contínua.</p>
<p>Foi na década de 1950, após a Segunda Guerra Mundial, que o método Kaizen surgiu na indústria. Na época, o governo japonês procurava por maneiras de reestruturar processos industriais para que suas empresas voltassem a ser competitivas a um nível global.</p>
<p>Hoje, a metodologia é utilizada em todo o mundo e tem trazido muitos resultados. Aprenda mais sobre ela neste artigo.</p>
<h2>Entendendo a metodologia Kaizen</h2>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Dr. W. Edwards Deming<span style="text-align:start"><span><span><span><span><span><span><span><span> é o nome por trás da criação da metodologia. Conta a história que ele foi convidado pelos líderes industriais do Japão para ajudar na reconstrução do país. Para entender melhor sobre o que é Kaizen, tenha em mente que seu objetivo é criar um sistema de melhoria que seja contínuo e vise também a produtividade. </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Na estratégia, funcionários de todos os níveis de uma empresa trabalham proativamente e em colaboração para que melhorias regulares e incrementais sejam obtidas não apenas no processo de fabricação, mas do mesmo modo em outros processos de uma empresa. Podemos dizer igualmente que em uma parte Kaizen é um plano de ação e, em outra, filosofia:</span></span></p>
<ul>
<li><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Plano de ação porque o método trata da organização de eventos com foco na melhoria de áreas específicas da empresa.</span></span></li>
<li><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Filosofia porque busca construir uma cultura na qual todos os colaboradores tornam-se engajados na implementação de melhoria.</span></span></li>
</ul>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Existe um exemplo bem prático que pode ajudar na compreensão do método: imagine que você tenha colocado como meta correr todo dia, por 30 minutos. Acontece que você não é acostumado a correr, tampouco é adepto a exercícios. Então, como fazer?</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Você vai concordar que, se nunca correu antes, ou se corria muito pouco, é muito difícil que do dia para a noite consiga correr o tempo pretendido. A solução será começar devagar. Um dia pode ser que a corrida dure 5 minutos, depois 8, na semana seguinte 10, e assim vai, até que o objetivo seja alcançado. A metodologia Kaizen ocorre da mesma maneira, pois entende-se que ninguém passará um único dia sem que algo tenha melhorado. </span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Adicionalmente, nas empresas a ênfase do método está em reconhecer o desperdício, identificar gargalos e otimizar recursos. Em uma organização pode-se considerar pequenas mudanças como redução de custos até questões relacionadas ao controle de qualidade.</span></span></p>
<h2><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Quais as vantagens da metodologia Kaizen?</span></span></h2>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Se bem implementado nas equipes, o Kaizen traz vantagens como:</span></span></p>
<ul>
<li><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Melhora na qualidade dos produtos comercializados ou serviços prestados;</span></span></li>
<li><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Aumento na produtividade;</span></span></li>
<li><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Diminuição do tempo de produção e do desperdício;</span></span></li>
<li><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Melhores condições de trabalho;</span></span></li>
<li><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Mais envolvimento dos trabalhadores;</span></span></li>
<li><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Aumento na satisfação do cliente;</span></span></li>
<li><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Entre outros benefícios.</span></span></li>
</ul>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Reforçamos que, apesar de ter surgido para melhorar os processos industriais, a metodologia detecta e resolve problemas em todas as áreas da organização. Isso porque sua prioridade é <a href="https://www.glicfas.com.br/como-fazer-mapeamento-de-processos-de-gestao-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">revisar processos</a> para torná-los mais eficazes.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Portanto, empresas que adotam a metodologia Kaizen têm como principal vantagem competitiva a constante mudança buscando ser sempre melhor.</span></span></p>
<h2><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Como aplicar o Kaizen?</span></span></h2>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black"><img decoding="async" alt="aumento de produtividade" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/10/metodologiaKaizen.jpeg" style="width: 600px;height: 400px" /></span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Em 1985, <a href="https://www.kaizen.com/about-us.html#masaaki-imai" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Masaaki Imai</a> fundou o Kaizen Institute para ajudar empresas ao redor do mundo a implementar a metodologia Kaizen. De acordo com ele, existem alguns princípios essenciais a serem adotados para configurar um sistema Kaizen.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">O primeiro é o de manter um espírito questionador. Mesmo que algo funcione, todos os colaboradores devem sempre buscar melhorias em suas áreas, pois só assim a empresa permanecerá competitiva. O segundo diz respeito ao foco: ao invés de <a href="https://www.glicfas.com.br/como-o-feito-e-mais-interessante-que-o-perfeito/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">almejar a perfeição</a>, foque na melhoria contínua (afinal, assim como no exemplo da corrida, a perfeição será alcançada por meio de pequenas melhorias diárias).</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Como terceiro princípio está a identificação da causa raiz dos problemas, uma vez que corrigir sintomas de um problema sem procurar a origem significa correr o risco de que ele volte a aparecer. Falando em problemas, os mesmos devem ser resolvidos no momento que aparecerem (quarto princípio). Isso porque, de acordo com Masaaki Imai, é muito importante consertar os problemas antes que piorem e se torne mais complicado, demorado e caro resolvê-los. </span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">O quinto princípio diz que toda mudança a ser implementada deve ser priorizada. Por fim, o envolvimento de todos os membros de uma equipe na busca de soluções é essencial. Dessa maneira, cada pessoa, seja qual for seu nível hierárquico, deve ser incentivada a se expressar, propor ideias e aderir às mudanças propostas.</span></span></p>
<h3>Etapas do Kaizen</h3>
<p>Uma implementação Kaizen pode ocorrer da seguinte maneira:</p>
<ul>
<li>Estabeleça metas e forneça qualquer base necessária.</li>
<li>Revise o estado atual e desenvolva um plano de melhorias.</li>
<li>Implemente melhorias.</li>
<li>Revise e corrija o que não funciona.</li>
<li>Relate os resultados e determine os itens de acompanhamento.</li>
</ul>
<p>Para a aplicação da metodologia podem ser utilizadas algumas ferramentas, como o Ciclo PDCA (conhecido também como roda de Deming, círculo de controle, entre outros). O PDCA é um plano de quatro etapas cujo foco é testar novos produtos ou processos e ajustá-los para que o resultado desejado seja atingido em um curto espaço de tempo. Para fazer isso, as quatro ações são encadeadas:</p>
<ul>
<li>P (Plan) &#8211; Planeje</li>
<li>D (Do) – Desenvolva/Execute</li>
<li>C (Check) – Verifique</li>
<li>A (Act) – Atue/Aja</li>
</ul>
<p>Como comentado, é fundamental, para o método Kaizen, que a origem do problema seja encontrada imediatamente. A fim de encontrar a causa raiz, pode-se utilizar o método “5 Por quês”, que como o nome sugere baseia-se em repetir a pergunta “Por quê?” cinco vezes ou até a resposta ser encontrada.</p>
<p>Por exemplo, suponha que um produto esteja levando muito mais tempo para ser fabricado:</p>
<ol>
<li>Por que o produto está atrasado? &#8211; Porque a equipe está demorando na fabricação.</li>
<li>Por que a equipe está demorando? – Porque falta matéria-prima.</li>
<li>Por que falta matéria prima? – Porque um dos fornecedores não entregou no prazo.</li>
<li>Por que ele não fez a entrega no prazo? – Porque a matéria-prima estava esgotada.</li>
<li>Por que estava esgotada? &#8211; Porque o pedido foi feito em cima da hora.</li>
</ol>
<p>Com isso em mente, sabendo que o atraso na fabricação tem a ver com um processo de compra de matéria-prima, existem duas soluções possíveis: deve-se melhorar o processo ou permitir atrasos na fabricação e já contar que eles irão ocorrer.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Kaizen é uma metodologia, mas também uma mentalidade. Por isso, o fator mais relevante para que o método seja disseminado é uma <a href="https://www.glicfas.com.br/encontrar-e-praticar-coragem/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">liderança</a> engajada. Como líder, deixe bem claro a todos a importância do Kaizen e capacite os colaboradores a agirem.</p>
<p>Importante também ter um ambiente aberto a ideias e melhorias, sempre celebrando as pequenas conquistas. Lembre-se: um passo de cada vez fará sua empresa melhor.</p>
<p>Gostou deste artigo? Fique à vontade para compartilhá-lo. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
<p>Créditos imagem principal: Pixabay por ar130405.</p>
<p>Créditos imagem texto: Unsplash por Andreas Klassen.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Como funciona o conhecimento LEAN?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/conhecimento-lean/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os princípios da gestão enxuta (Lean) surgiram na Toyota e são utilizados amplamente na manufatura. Como aplicá-los ao trabalho baseado em conhecimento?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:black">Provavelmente você já ouviu falar em gerenciamento Lean, conhecido também por gerenciamento enxuto (ou gestão enxuta). Trata-se de um modelo de organização industrial iniciado na fábrica japonesa do grupo Toyota, no início da década de 1950. Até os anos 80 se falava em “Toyota Production System&#8221; (Sistema Toyota de Produção), ou &#8220;Toyotismo&#8221;.</span></p>
<p><span style="color:black">Foi James P. Womack, americano, especialista em administração e autor de um best-seller sobre o assunto, que renomeou o princípio que hoje é conhecido por Lean Manufacturing, ou, para nós, Manufatura Enxuta. Apesar de as práticas de manufatura terem possibilitado o surgimento do Lean, o conceito não ficou preso às fábricas. Aliás, hoje existe uma discussão sobre a transformação do mundo do trabalho e da <a href="https://www.glicfas.com.br/gestao-do-conhecimento-para-pequenas-e-medias-empresas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gestão do conhecimento</a> graças ao modelo de gestão enxuta, que incentiva a prática da melhoria contínua e tem como base a ideia fundamental de respeito às pessoas.</span></p>
<p><span style="color:black">Dito isso, para responder à pergunta do título, trabalharemos com a questão: como um conceito que surgiu nas fábricas pode ser aplicado ao trabalho do conhecimento, o qual não é repetitivo e depende em grande parte do conhecimento tácito?</span></p>
<h2><span style="color:black">A equação do conhecimento Lean</span></h2>
<p><span style="color:black">Os professores David Upton, da Saïd Business School, Universidade de Oxford, e o professor assistente Bradley R Staats, da Kenan-Flagler Business School, Universidade da Carolina do Norte, expuseram suas descobertas na publicação “<a href="https://hbr.org/2011/10/lean-knowledge-work" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lean Knowledge Work</a>” na edição de outubro de 2011 da Harvard Business Review.</span></p>
<p><span style="color:black">Os autores observaram uma descrença quanto à metodologia Lean em trabalhos baseados em conhecimento. A razão é porque as tomadas de decisão baseadas em conhecimento envolvem o uso de experiência e julgamento, algo que está, nas palavras dos autores, &#8220;preso dentro da cabeça do trabalhador.&#8221; </span></p>
<p><span style="color:black">Todavia, Upton e Staats postulam que muitas atividades baseadas no conhecimento podem ser simplificadas para eliminar desperdícios. De acordo com eles, o conhecimento Lean adota os seguintes princípios:</span></p>
<h3>1 &#8211; Encontre os desperdícios</h3>
<p><span style="color:black">Os autores comentam que existem vários “desperdícios” – como retrabalho, comunicação inadequada, atrasos &#8211; em uma organização ou trabalho baseado no conhecimento que podem consumir um tempo desnecessário. Indivíduos criativos costumam ver o tempo sendo ocupado por atividades rotineiras, tais como impressão de documentos, reuniões, solicitação de informações, entre outras.</span></p>
<p><span style="color:black">A sugestão dos autores para erradicar continuamente o desperdício é sempre perguntar “por quê?”: por que esta reunião é necessária? Por que preciso imprimir este documento? Por que devo fazer assim e não de outra maneira?</span></p>
<p><span style="color:black">Em outras palavras, a pessoa deve adotar a postura de um questionador. No lugar de resolver os mesmos problemas repetidamente, a dica é criar soluções padrões e treinar as pessoas para que possam aplicá-las. </span></p>
<p><span style="color:black">Além disso, os autores sugerem que os colaboradores sejam incentivados a “procurarem pequenas formas de desperdício”, as quais eles denominam como “níqueis que ninguém se preocupou em pegar”. Alguns exemplos: quantos e-mails você foi copiado sem necessidade, quantos relatórios desnecessários precisou criar ou quanto tempo ficou esperando uma reunião começar?</span></p>
<h3>2 &#8211; Esforce-se para tornar o conhecimento tácito explícito</h3>
<p><span style="color:black">Geralmente, presume-se que o trabalho baseado no conhecimento não pode ser padronizado. Todavia, segundo os autores os funcionários devem avaliar as partes repetíveis de um processo e codificá-las. Ao fazer isso, o tempo será investido nas partes do trabalho onde criam mais valor e obtêm mais satisfação. </span></p>
<p><span style="color:black">Para os professores, “é importante que as empresas expliquem os benefícios para os indivíduos de liberá-los para um trabalho mais interessante e reassegurá-los de seu valor contínuo para a organização”. </span></p>
<p><span style="color:black">É fundamental que o conhecimento seja transferido por toda a empresa ao invés de ficar retido na cabeça de uma pessoa que poderá sair ou mudar de função a qualquer momento. Essa transferência contribui para a vantagem competitiva e só será possível se for documentada para que outros também possam aprender.</span></p>
<h3>3 &#8211; Especifique como os trabalhadores devem se comunicar uns com os outros</h3>
<p><span style="color:black">Conforme os autores observam, &#8220;muitos problemas são muito grandes ou complexos para uma pessoa resolver&#8221; em um sistema baseado no conhecimento. Por isso, definir quem deve se comunicar, com quem (para que não se perca tempo falando com quem não precisa), a frequência e as informações a serem passadas é uma etapa essencial na construção de uma gestão do conhecimento enxuta.</span></p>
<p><span style="color:black">Os autores sugerem o seguinte:</span></p>
<ul>
<li><span style="color:black">Defina quem deve se comunicar, com que frequência e o que deve ser comunicado; </span></li>
<li><span style="color:black">Crie uma compreensão compartilhada do que está sendo comunicado; e </span></li>
<li><span style="color:black">Resolva quaisquer divergências com fatos, não opiniões.</span></li>
</ul>
<h3>4 &#8211; Resolva problemas de forma rápida e direta</h3>
<p><span style="color:black">Como os autores explicam, o Sistema Toyota de Produção tem como objetivo transformar uma operação em um “motor de solução de problemas”. Em um ambiente de conhecimento, quando um problema surgir a pessoa que o criou deve ser responsável por resolvê-lo, uma vez que ela geralmente tem uma solução mais rápida. </span></p>
<p><span style="color:black">Caso o indivíduo não consiga, um membro da equipe deve trabalhar nisso ou pelo menos participar da resolução. Também adotando os princípios da metodologia enxuta, para o conhecimento Lean os problemas devem ser resolvidos no local em que surgiram.</span></p>
<p><span style="color:black">Ainda, vale destacar um alerta feito pelos autores: não deixe os problemas crescerem. Mesmo que pareça algo pequeno e insignificante, a questão deve ser resolvida em tempo hábil e à medida que surgir.</span></p>
<h3>5. Tenha paciência com a evolução do sistema de conhecimento Lean</h3>
<p><span style="color:black">Os autores ressaltam que leva tempo para introduzir técnicas do sistema enxuto. Apesar de os resultados serem rápidos e visíveis, eles enfatizam que é fundamental que seja adotado um compromisso de longo prazo.</span></p>
<p><span style="color:black">Além disso, o ideal é que seja mantido um registro do que funcionou e do que não deu certo, para evitar que alguém passe pela mesma situação e cometa erros desnecessários. Outro ponto levantado é que a implementação do processo enxuto não é algo imutável, isto é, o processo deve ser melhorado sempre que possível.</span></p>
<p><span style="color:black">Ainda, os autores reconhecem que existem casos nos quais abordagens enxutas não funcionam. “Tarefas repetitivas dentro do trabalho podem e devem ser tratadas com ideias enxutas. Mas a inovação será prejudicada se o tempo necessário para desenvolver e testar ideias malucas for classificado como desperdício”.</span></p>
<h3>6 &#8211; Envolva os gerentes</h3>
<p><span style="color:black">Como explicam os autores, os gerentes atuam como motivadores para a adoção dos esforços lean, persuadindo e educando suas equipes dos resultados que serão alcançados para todos. Por isso, deve haver um compromisso claro e de longo prazo da alta administração com o projeto.</span></p>
<h2><span style="color:black">Indo além</span></h2>
<p><span style="color:black">Segundo a gestão do conhecimento, o saber não deve ser limitado a um número de funcionários. Pelo contrário, pois a empresa corre o risco de perdê-lo quando os colaboradores mudarem de função, saírem da empresa ou se aposentarem.</span></p>
<p><span style="color:black">Dessa maneira, o conhecimento lean é possível à medida que esse mesmo conhecimento seja capturado em um sistema. Para saber mais, indicamos a leitura do post: <a href="https://www.glicfas.com.br/gestao-do-conhecimento-para-pequenas-e-medias-empresas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gestão do conhecimento para pequenas e médias empresas</a>. </span></p>
<p> </p>
<p><span style="color:black">Gostou deste artigo? Fique à vontade para compartilhá-lo. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</span></p>
<p><span style="color:black">Créditos imagem principal: Unsplash por NeONBRAND</span></p>
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		<title>Como 3 mitos impedem as pessoas de pedir ajuda no trabalho?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/como-3-mitos-impedem-as-pessoas-de-pedir-ajuda-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 11:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.glicfas.com.br/?p=88620</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pedir ajuda no trabalho pode ser difícil, especialmente porque existem alguns mitos envolvidos (muitos acham que é sinal de fraqueza). Discutimos o assunto aqui!</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/como-3-mitos-impedem-as-pessoas-de-pedir-ajuda-no-trabalho/">Como 3 mitos impedem as pessoas de pedir ajuda no trabalho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedir ajuda no trabalho é visto por muitos como sinal de fraqueza. Às vezes, a pessoa tira alguma dúvida uma vez, pede uma ajuda em um outro momento, mas o medo de ser julgada negativamente a impede de procurar uma “mãozinha” quando está com algum problema para resolver.</p>
<p>Muitas vezes, isso faz com que o indivíduo acabe perdendo um tempo desnecessário tentando acertar ou até procurando descobrir algo sozinho, quando ele poderia olhar para o lado e buscar um socorro. Isso ocorre porque o ato de pedir ajuda é visto como um sinal de fraqueza, mas na verdade, pode representar a diferença entre o fracasso e o sucesso.</p>
<p>Logicamente, isso não significa que devemos pedir ajuda a todo momento, afinal, todos estão ocupados fazendo o seu trabalho. Por isso, neste texto abordaremos dois pontos:</p>
<ul>
<li>Quais são os mitos que impedem os colaboradores de admitirem que precisam de uma mão;</li>
<li>Quando é “ok” pedir ajuda.</li>
</ul>
<p>Boa leitura!</p>
<h2>Pedir ou não pedir ajuda: quais os mitos envolvidos?</h2>
<p>O ambiente corporativo é um local no qual queremos demonstrar o máximo de experiência, <a href="https://www.glicfas.com.br/como-o-feito-e-mais-interessante-que-o-perfeito/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">competência</a> e confiança possíveis, como escreve <a href="https://hbr.org/search?term=heidi%20grant"><span style="text-decoration:none"><span>Heidi Grant</span></span></a> <a href="https://hbr.org/2018/05/how-to-get-the-help-you-need" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neste texto sobre pedir ajuda no trabalho</a>. Isso, por si, já forma uma barreira e nos impede de procurar um auxílio, mas existem ainda outros mitos envolvidos.</p>
<p>Para falar sobre o que está por trás do medo de pedir por um socorro no trabalho, recorremos a um artigo escrito por Vanessa K. Bohns, professora de comportamento organizacional, e publicado na Harvard Business Review. De acordo com ela, os mitos são:</p>
<h3>Mito 1 &#8211; Pedir ajuda é sinal de fraqueza</h3>
<p>Sinal de fraqueza ou até de incompetência, o primeiro mito diz respeito a nos sentirmos mal quando precisamos de ajuda. Contudo, a autora cita uma pesquisa que mostrou que pessoas que precisaram de uma mão e demonstraram isso, não foram percebidas como piores colaboradores ou sendo mais fracas em alguma competência.</p>
<p>Na realidade, ao enfrentar uma tarefa difícil e reconhecer que precisa de ajuda, a pessoa – ainda de acordo com o estudo citado por Bohns – foi vista de maneira positiva. A conclusão sobre este primeiro mito é que, apesar de o ato de buscar ajuda expor nossas limitações de alguma maneira, os colegas são menos prováveis a ter um julgamento negativo do que nós imaginamos.</p>
<h3>Mito 2 – Serei rejeitado ao pedir ajuda</h3>
<p>Quem é que não tem medo de ouvir um “não”? Se esse não for o seu caso, melhor, mas o receio de escutar uma resposta negativa é o que trava muitas pessoas de solicitarem auxílio.</p>
<p>Em muitos casos, esse “não” nem é pelo fato de que a pessoa tenha má vontade, mas sim porque está <a href="https://www.glicfas.com.br/melhorar-a-produtividade-por-que-e-importante-incentivar-folgas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sobrecarregada</a>. Todavia, Bohns cita uma pesquisa que parece mudar essa visão, pois mostra que as pessoas não apenas estão dispostas a ajudar, como também não se importam – e até se dispõem &#8211; em dispensar um tempo.</p>
<p>O texto da HBR menciona dois estudos:</p>
<ul>
<li>Em um, os participantes subestimaram o número de pessoas que concordariam em ajudá-los a completar uma tarefa trivial pela qual eles poderiam ganhar um bônus e o quanto cada pessoa trabalharia para fazê-lo (ou seja, quantas perguntas eles responderiam).</li>
<li>Em outro, os participantes subestimaram quanto esforço um ex-colega, teoricamente, colocaria para escrever uma carta de recomendação para eles.</li>
</ul>
<p>Como Bohns escreve, “isso significa que não apenas as pessoas têm mais probabilidade de dizer ‘sim’ do que pensamos, mas, quando concordam e vão contra as expectativas, tendem a ir além”.</p>
<h3>Mito 3 – A pessoa pode até concordar em ajudar, mas não é o que ela gostaria de fazer</h3>
<p>Ao querer pedir ajuda, o indivíduo geralmente acaba se concentrando mais no esforço e na inconveniência que está impondo, quando deveria pensar no benefício que está prestando a um colega. Por exemplo, quantas vezes você, na sua carreira profissional, já parou o que estava fazendo para ajudar alguém? Qual sentimento teve?</p>
<p>Para falar sobre isso, Bohns cita uma outra pesquisa que relata que o ato de contribuir com um colega é benéfico até para o <a href="https://www.glicfas.com.br/por-que-devemos-ter-bom-humor-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">humor</a>. Além disso, fornece o benefício de criar uma certa conexão social. Isso vale, inclusive, para quem está no home office: “mesmo estando fisicamente distantes das pessoas, podemos manter e até fortalecer nossos relacionamentos pedindo apoio”, escreve a autora.</p>
<h2>E quando devemos pedir ajuda?</h2>
<p><img decoding="async" alt="ajuda no trabalho" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/09/pedirajudanotrabalho.jpeg" style="width: 600px;height: 400px" /></p>
<p>Se existem mitos por trás do medo de buscar um auxílio, é verdade também que devemos saber quando podemos fazê-lo. Um dos casos é quando a pessoa não tem ideia do que precisa ser feito porque está cheia de dúvidas, ou porque realmente não entendeu.</p>
<p>Nessas situações, não pedir ajuda não apenas atrapalhará o andamento da atividade, como poderá comprometer o resultado. Torturar-se tentando realizar algo que não foi bem compreendido poderá fazer com que pareçamos teimosos e até incompetentes.</p>
<p>Outra situação é quando temos muito a fazer. Isso pode ocorrer quando não sabemos dizer não, ou quando achamos que precisamos dar conta de tudo para parecermos produtivos. Entretanto, quando alguém atinge seu limite, torna-se humanamente impossível que consiga executar tudo com qualidade e dentro do prazo. Em casos como esse uma ajuda será muito bem-vinda.</p>
<p>Ainda, pedir o auxílio de um colega é perfeitamente natural – e indicado – quando um erro é cometido. Está certo que ninguém gosta de errar, mas quando isso acontece, a pior coisa a fazer é calar-se e torcer para ninguém perceba. Por isso, se um deslize foi cometido, certifique-se de ir atrás das pessoas certas para ajudarem. Pode ser constrangedor, pode ser até motivo de algum puxão de orelha, mas no final, será melhor reconhecer o erro – e reconhecer que precisa de ajuda – do que calar-se por orgulho.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Como procuramos mostrar, pedir ajuda não é um sinal de fraqueza. Entendemos que nem sempre seja fácil, mas sabemos também que muitas vezes se trata de algo essencial. E caso você peça ajuda e receba uma negativa, não leve para o lado pessoal. Bohns, em seu artigo, lembra que um &#8220;não&#8221; pode ter muito mais a ver com forças circunstanciais, especialmente em períodos de crises, quando todos ficam sobrecarregados, do que algo mais particular.</p>
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<p>Créditos imagem principal: Pixabay por Gerd Altmann</p>
<p>Créditos imagem texto: Unsplash por Toa Heftiba</p>
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		<title>Como o feito é mais interessante que o perfeito?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/como-o-feito-e-mais-interessante-que-o-perfeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é melhor: o feito ou o perfeito? O comportamento perfeccionista pode fazer muito mal para a produtividade. Como lidar com ele?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Geralmente, por querermos fazer as coisas perfeitamente, acabamos não concluindo nada. Sempre existe algo a melhorar, algo a refazer e algo a repensar. Nada está bom, nunca. O problema que muitas vezes deixamos de enxergar é que todo processo tem incertezas e, portanto, a perfeição não existe. E justamente essa busca por algo inexistente torna tudo mais imperfeito ainda e, no final das contas, prejudica nossa produtividade.</p>
<p>Para os perfeccionistas é preciso ter todas as cartas na mesa para que uma jogada possa ser feita. Como isso não acontece no mundo real, eles acabam procrastinando na esperança de ter algo que, na verdade, nunca virá.</p>
<p>Não é à toa que Bill Gates disse: “Eu escolho uma pessoa preguiçosa para fazer um trabalho duro. Porque uma pessoa preguiçosa irá encontrar uma forma fácil de o fazer”.</p>
<p>Essa frase nos mostra que, ao contrário dos perfeccionistas, os tidos como preguiçosos se preocupam com o essencial. Paradoxalmente, eles – os preguiçosos – são mais <a href="https://www.glicfas.com.br/melhorar-a-produtividade-por-que-e-importante-incentivar-folgas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">produtivos</a>. Então, para começar, nossa pergunta é:</p>
<h2>Por que o perfeccionismo é inimigo da produtividade?</h2>
<p>Com o objetivo de confirmar o seu valor, uma pessoa perfeccionista tende a trabalhar muito. Para ela, o trabalho precisa estar impecável, pois do contrário terá fracassado. A lógica é: “enquanto esse projeto não estiver como eu quero, ele não sairá daqui”.</p>
<p>Importante ressaltar que o problema não está em trabalhar mais, mas sim em trabalhar mais e não trazer resultados ou demorar muito para concluir algo por achar que sempre falta alguma coisa. Muitas pessoas deixam de começar um negócio, por exemplo, porque esperam que ele esteja perfeito para poder anunciá-lo ao mundo. Elas não acreditam em MVP (ou não conseguem lidar com o Produto Mínimo Viável), porque é inimaginável lançar algo que ainda será testado. E isso, mais uma vez, é um entrave para a produtividade.</p>
<p>Pensando nisso, por que ainda muitos insistem em serem perfeccionistas? Um dos motivos é porque existe o pensamento de que perfeccionismo é sinônimo de trabalhar bem. Mas o fato é que tem muito mais a ver com a incapacidade de estabelecer limites realistas e sensatos em nosso trabalho por medo de nos sentirmos mal. E, como você sabe, sem limites e metas realistas nunca sairemos do lugar.</p>
<p>Em prol do perfeccionismo, podemos tender a negligenciar o que é realmente importante como tarefa para avançar em direção aos objetivos. Mais uma vez, é a produtividade que sofre. Ainda, existem pessoas que sabem que essa busca por atingir algo inexistente não leva a lugar algum. Mas como a tendência ao perfeccionismo é mais forte do que elas, é difícil largar o vício.</p>
<h2>Quais traços do perfeccionismo podem atrapalhar a produtividade?</h2>
<p>Produtividade não é sobre fazer mais, mas sim sobre como as coisas são feitas. É sobre como você faz o que você faz. De acordo com Alice Boyes, PhD e ex-psicóloga clínica que virou escritora e é autora de &#8220;The Healthy Mind Toolkit&#8221; e &#8220;The Anxiety Toolkit&#8221;, três aspectos do perfeccionismo podem interferir na capacidade de priorizar as tarefas mais importantes.</p>
<p>Ela fala sobre eles no artigo &#8220;Don’t Let Perfection Be the Enemy of Productivity&#8221; (Harvard Business Review). A seguir, compartilhamos com você:</p>
<h3>1. É difícil designar algo como “sem importância”</h3>
<p>Quando uma decisão não é importante, pois ela não interferirá nos resultados, existe um argumento que diz que devemos decidir rapidamente ou terceirizar a decisão.</p>
<p>O problema, segundo a autora, é que perfeccionistas não conseguem classificar decisões como sem importância. Para completar, existe o agravante de que são pessoas que querem estar no controle e resolver tudo sozinhas, afinal, quem mais fará melhor do que elas mesmas?</p>
<p>Essa tendência ao microgerenciamento é um traço muito comum dos perfeccionistas, embora na maioria das vezes eles nem percebam isso. O resultado é que costumam pensar que tudo que aparece é digno de seu esforço total.</p>
<p>Na vida moderna, a fadiga da decisão pode ser intensa e para tentar resolver o problema, Boyes diz que: “um perfeccionista pode aprender a amar abrir mão do controle sobre algumas escolhas se prestar atenção em como é bom ser aliviado do fardo da <a href="https://www.glicfas.com.br/tomadas-de-decisao-e-processos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tomada de decisão</a>”.</p>
<p>Existem também algumas ferramentas que podem ajudar, como a Matriz de Eisenhower. Nela as tarefas são divididas em quatro quadrantes:</p>
<ul>
<li>Importantes e urgentes</li>
<li>Importantes, mas não urgentes</li>
<li>Urgentes, mas não importantes</li>
<li>Não urgentes e não importantes</li>
</ul>
<p>Tarefas classificadas como importantes e urgentes devem ser realizadas imediatamente. As importantes, mas com um grau de urgência menor, podem esperar um pouco. As urgentes, mas não importantes, são aquelas que podem ser delegadas a outra pessoa. Por fim, as que não são urgentes e nem importantes são tarefas que podem esperar ou até mesmo ser eliminadas da lista de pendências.</p>
<h3>2. Existe uma cobrança interior para entregar mais do que o esperado</h3>
<p>Algo que definitivamente acaba com a produtividade é a crença de que precisamos superar expectativas em todo momento. Um exemplo trazido pela autora é quando a pessoa acredita que 24 horas seja um prazo aceitável para responder a um e-mail. No entanto, por querer parecer mais produtiva, ela sente-se na obrigação de responder em seis horas.</p>
<p>O ponto principal é que perfeccionistas acreditam que seus padrões têm que ser diferentes e que a única maneira de evitar o desapontamento de alguém é sempre superar expectativas. Para mudar o pensamento, a autora sugere que o perfeccionista observe o motivo de estar a todo momento buscando um desempenho superior. Conforme explica Boyes, isso pode ser motivado por ansiedade, insegurança ou síndrome do impostor.</p>
<h3>3. Você fica excessivamente irritado quando não é 100% consistente com os bons hábitos.</h3>
<p>Boyes comenta que quando desejam adotar novos hábitos, perfeccionistas costumam cair em uma das três armadilhas:</p>
<ul>
<li>Decidem fazer mais do que conseguem lidar;</li>
<li>Evitam começar novos hábitos, a não ser que tenham 100% de certeza que conseguirão atingir os objetivos todos os dias (o que acaba levando à procrastinação);</li>
<li>Assumem apenas os hábitos que podem seguir, aconteça o que acontecer.</li>
</ul>
<p>A flexibilidade, algo difícil de ser encontrado em perfeccionistas, é uma marca registrada da saúde psicológica. “Você precisa ter capacidade para tirar um dia de folga da academia quando estiver doente ou tiver acabado de sair de um voo atrasado, mesmo que isso signifique quebrar uma sequência”, escreve a autora.</p>
<p>A saída para tentar fugir desse problema é verificar, de tempos em tempos, se a adesão ao hábito é porque ele faz bem, ou porque como perfeccionista você não consegue sair do padrão da autodisciplina, pois acha que isso fará com que sua imagem seja “manchada”.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>O perfeccionismo pode retardar a execução de tarefas que são realmente importantes para o progresso em direção aos objetivos (sejam eles profissionais ou pessoais). Como tudo na vida, o problema está sempre nos extremos.</p>
<p>Não ser perfeccionista não significa executar algo de qualquer jeito, empurrar tudo com a barriga ou não honrar compromissos. Pelo contrário: significa buscar pela excelência em tudo que faz, sabendo dar prioridades e entendendo que o processo de melhoria é constante. Em outras palavras: um dia de cada vez, sempre buscando ser (e fazer) melhor que ontem.</p>
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<p>Créditos imagem principal: Pixabay por FlitsArt</p>
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		<title>Por que o tempo acabou para um ambiente de trabalho tóxico?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/ambiente-de-trabalho-toxico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 11:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um ambiente de trabalho tóxico é altamente prejudicial para o sucesso da empresa. Não há espaço para locais assim, mas como eliminar esse tipo de comportamento?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:black">Normalmente, a parte mais difícil de um trabalho é conseguir entregar os resultados que a empresa espera. Se levarmos em consideração a alta concorrência no mercado, com vários profissionais gabaritados procurando por uma oportunidade muitas pessoas até diriam que a parte difícil seja conseguir manter o emprego. </span></p>
<p><span style="color:black">Isso, pelo menos até perceber que o ambiente de trabalho está fazendo mal: algo que deveria ser saudável torna-se um pesadelo e, assim, manter o emprego ou entregar resultados não representam mais grandes problemas. A verdadeira questão é ter vontade de trabalhar e ter que suportar determinadas situações pelo simples fato de que você precisa do emprego. Então, de repente, você se dá conta de que está em um ambiente de trabalho tóxico.</span></p>
<h2><span style="color:black">O que caracteriza um ambiente de trabalho tóxico?</span></h2>
<p><span style="color:black">Um ambiente de trabalho tóxico é um local que afeta negativamente o bem-estar de colaboradores, resultando em aumento de <a href="https://www.glicfas.com.br/como-deixar-o-estresse-de-fora-de-conversas-dificeis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estresse</a>, ansiedade e preocupação. É aquele em que fofocas, abusos, brigas, coerção, abuso verbal, “puxadas de tapete”, manipulação e chantagem ocorrem regularmente.</span></p>
<p><span style="color:black">A lista ainda segue, mas o fato é que é difícil identificar todos os elementos que constituem um ambiente de trabalho tóxico, pois muitas vezes as causas não são visíveis em um primeiro momento. No entanto, assim como ocorre com várias doenças os sintomas são, sim, facilmente detectados. </span></p>
<p><span style="color:black">O risco, para quem se depara com um ambiente de trabalho tóxico, é de ficar doente. Em um outro extremo a pessoa pode começar a questionar as próprias habilidades, sentir-se um profissional desqualificado e duvidar de sua capacidade. No ambiente social as consequências do convívio com colegas ou ambiente tóxicos podem afetar o humor e o ânimo, impactando negativamente o relacionamento com a família (inclusive aumentando os conflitos em casa) e amigos. </span></p>
<p><span style="color:black">O ponto que queremos chegar é que em ambiente de trabalho tóxico a saúde e a felicidade estão em risco. Sabemos que não existe uma <a href="https://www.glicfas.com.br/para-definir-o-futuro-foque-na-cultura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cultura organizacional</a> perfeita, mas os resultados de locais destrutivos podem ser devastadores tanto para as equipes quanto para a empresa em si, pois:</span></p>
<ul>
<li><span style="color:black">A equipe pode perder a confiança para executar adequadamente uma determinada tarefa;</span></li>
<li><span style="color:black">Laços entre membros dos times podem ser destruídos, resultando em redução do desempenho e diminuição da “cidadania”, o que significa que os funcionários têm menos probabilidade de ajudar e apoiar uns aos outros;</span></li>
<li><span style="color:black">Há um aumento no turnover.</span></li>
</ul>
<p><span style="color:black">Em suma, um ambiente de trabalho tóxico destrói a empresa através da redução da <a href="https://www.glicfas.com.br/melhorar-a-produtividade-por-que-e-importante-incentivar-folgas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">produtividade</a> e da colaboração, dificulta a criação de novas lideranças, aumenta custos de contratação e demissão, <a href="https://www.glicfas.com.br/como-evitar-a-perda-da-reputacao-corporativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">prejudica a reputação da empresa</a> etc. Tudo isso afeta a relação com o cliente e consequentemente exerce um impacto negativo no financeiro. </span></p>
<p><span style="color:black">Com isso, já passou da hora de entendermos que não há mais espaço para um ambiente de trabalho tóxico, concorda? </span></p>
<h2><span style="color:black">Como acabar com ambientes tóxicos?</span></h2>
<p><span style="color:black"><img decoding="async" alt="trabalho tóxico" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/08/trabalhotoxico.jpeg" style="width: 640px;height: 360px" /></span></p>
<p><span style="color:black">Engana-se quem pensa que um local de trabalho tóxico é somente aquele em que chefes ou até os colegas são abusivos. Existem diversos fatores que podem contribuir para ambientes nada prazerosos, como:</span></p>
<ul>
<li><span style="color:black">Falta de clareza nos objetivos: quando todos sabem quais os objetivos e o <a href="https://www.glicfas.com.br/o-poder-por-tras-do-proposito-da-empresa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">propósito da empresa</a>, conseguem entender qual o seu papel no quadro geral. Lembre-se que metas fazem todos avançar.</span></li>
<li><span style="color:black">Comunicação unidirecional: em um ambiente de trabalho tóxico a comunicação não é uma via de mão dupla. Pelo contrário, pois ela é usada como uma ferramenta para afirmar o domínio, podendo ser passiva-agressiva ou somente passiva ou agressiva.</span></li>
<li><span style="color:black">Gestores ou líderes passam o dia reclamando: às vezes a reclamação nem é sobre a empresa especificamente, mas dependendo do caso ela pode espalhar pânico. Imagine um líder que reclama da política ou da economia, fazendo com que funcionários tenham medo de serem demitidos, sintam-se desmotivados, desanimados e até depressivos.</span></li>
</ul>
<p><span style="color:black">Poderíamos acrescentar diversos outros pontos, mas não queremos nos prolongar nisso. O que queremos é evitar que você caia na armadilha de achar que um ambiente de trabalho tóxico é aquele que somente há, por exemplo, bullying. Muitas vezes o simples fato de uma pessoa ser negativa o tempo inteiro já contamina outros colegas, prejudicando o local de trabalho. </span></p>
<p><span style="color:black">Caso perceba que isso acontece na sua empresa ou que alguns dos outros sinais que elencamos aqui estejam tomando conta, é sempre bom acender o alerta e tomar uma atitude o quanto antes. Manuela Priesemuth, pesquisadora que se concentra em liderança destrutiva, agressão no local de trabalho, justiça organizacional e comportamento, escreveu um artigo para a Harvard Business Review sobre o tema.</span></p>
<p><span style="color:black">Em “Managing Organizations – Time’s Up for Toxic Workers”, <a href="https://hbr.org/2020/06/times-up-for-toxic-workplaces" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ela fala sobre ambiente de trabalho tóxico</a> e explica que, a partir de algumas descobertas que fez de seus dois últimos estudos, nós podemos estruturar os ambientes de trabalho para combater os abusos.</span></p>
<h3><span style="color:black">Primeiro passo</span></h3>
<p><span style="color:black">Para começar, Priesemuth sugere que as empresas precisam aumentar a conscientização e educar os gerentes sobre todos os custos associados à conduta abusiva. Isso pode ser feito desde o início, quando o profissional começa a trabalhar na empresa. </span></p>
<p><span style="color:black">Programas de treinamento contínuo nos quais gerentes aprendem que ações negativas não apenas prejudicam os outros, mas também a si mesmos, são também ferramentas indicadas.</span></p>
<h3><span style="color:black">Segundo passo</span></h3>
<p><span style="color:black">Feedback é essencial para qualquer empresa. Como expressar experiências abusivas, relatar algo negativo ou falar de suas preocupações pode ser difícil para um funcionário, a sugestão da autora é a adoção ou o fortalecimento de canais de feedback anônimos. Assim, as pessoas irão sentir-se mais seguras e não terão medo de represálias. </span></p>
<h3><span style="color:black">Terceiro passo</span></h3>
<p><span style="color:black">Priesemuth finaliza dizendo que “as organizações precisam defender e aplicar normas justas e éticas em todos os aspectos da vida da empresa, porque os funcionários refletem sobre esses valores antes de decidirem se devem ou não enfrentar abusos”. Ela comenta que quando as pessoas sentem que um tratamento justo e respeitoso é valorizado e apoiado, passam a ter mais confiança na hora de enfrentar um agressor e/ou proteger alguém que foi maltratado. </span></p>
<h2><span style="color:black">Outros pontos</span></h2>
<p><span style="color:black">Além dos passos sugeridos no artigo da HBR, acrescentamos outros pontos que podem ajudar a eliminar ambientes tóxicos de trabalho:</span></p>
<ol>
<li><span style="color:black">Informe a administração sempre que identificar algo;</span></li>
<li><span style="color:black">Estabeleça uma comunicação clara e eficaz;</span></li>
<li><span style="color:black">Reconheça as realizações de um colega, da equipe ou da empresa;</span></li>
<li><span style="color:black">Desencoraje o favoritismo;</span></li>
<li><span style="color:black">Seja positivo;</span></li>
<li><span style="color:black">Atue proativamente e orientado para soluções.</span></li>
</ol>
<p><span style="color:black">O que mais poderíamos acrescentar à lista? A palavra agora fica com você. Deixe um comentário e compartilhe conosco suas ideias. </span></p>
<p><span style="color:black">Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, acesse o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</span></p>
<p><span style="color:black">Créditos imagem principal: Unsplash por ahmad gunnaivi</span></p>
<p><span style="color:black">Créditos imagem texto: Pixabay por Arek Socha</span></p>
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		<item>
		<title>Melhorar a produtividade: por que é importante incentivar folgas?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/melhorar-a-produtividade-por-que-e-importante-incentivar-folgas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2020 11:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.glicfas.com.br/?p=14470</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estresse e ansiedade espalhados por toda a organização. Para melhorar a produtividade e a saúde do colaborador, o incentivo às folgas pode ajudar. Confira!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>“Gestores, encorajam seus times a tirarem folgas”. Esta é a tradução literal do título de uma </span></span></span></span></span></span><a href="https://hbr.org/2020/06/managers-encourage-your-team-to-take-time-off" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span style="color:#1155cc"><span><span><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>matéria publicada no site Harvard Business Review que nos mostra muito sobre como melhorar a produtividade</span></span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>. A autora, Sabina Nawaz, começa contando que uma das principais preocupações de seus clientes é estarem rápidos demais e indo a lugar nenhum. Em outras palavras: um ritmo frenético, mas uma produtividade estática &#8211; como Nawaz escreve.</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Ela comenta ainda que após passar a adrenalina inicial da </span></span></span></span></span></span><a href="https://www.glicfas.com.br/plano-de-comunicacao-de-crise/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span style="color:#1155cc"><span><span><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>crise</span></span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>, diversos clientes relataram sentirem-se esgotados e exaustos. A situação chegou a tal ponto que eles passaram a sentirem-se inúteis.</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>“O tempo gasto no deslocamento foi convertido em reuniões que começam mais cedo durante o dia e preenchem o espaço entre o jantar e a hora de dormir (muito tarde)”, observa. A autora aborda a questão das férias, pois sem ter para onde ir, muitas pessoas resolveram cancelá-las e&#8230; continuar trabalhando.</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>O fato é que, com </span></span></span></span></span></span><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>ou sem pandemia, o nosso cérebro precisa de uma folga. Ela pode vir em forma de férias, de alguns dias off na semana ou de algumas horas por dia dedicadas ao fazer nada (os italianos têm uma expressão para isso: “dolce far niente”, que diz respeito à “agradável ociosidade”).</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>A pausa, aliás, é a chave para quem busca como melhorar a produtividade. Na </span></span></span></span></span></span><a href="https://www.glicfas.com.br/maturidade-na-gestao-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span style="color:#1155cc"><span><span><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>gestão de negócios</span></span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span> muitos líderes ainda não se deram conta disso e, por isso, nos parágrafos a seguir queremos trazer a discussão para perto de nós. Boa leitura!</span></span></span></span></span></span></span></p>
<h2 style="line-height:1.38;margin-top:18pt;margin-bottom:6pt"><span style="font-size:16pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Por que incentivar a folga?</span></span></span></span></span></span></h2>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>O mesmo texto da HBR traz um dado interessante: as férias não utilizadas custaram às empresas americanas US $ 224 bilhões por ano tanto em termos de produtividade dos funcionários quanto para a economia. Já uma </span></span></span></span></span></span><a href="https://www.entrepreneur.com/article/254408" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span style="color:#1155cc"><span><span><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>análise realizada pela Oxford Economics </span></span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>descobriu que as empresas americanas pesquisadas acumularam US $ 224 bilhões em passivos por folgas não utilizadas.</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Sobre a importância de líderes incentivarem as folgas, alguns pontos importantes a considerar:</span></span></span></span></span></span></span></p>
<ul style="margin-top:0;margin-bottom:0">
<li style="list-style-type:disc;font-size:11pt;font-family:Arial;vertical-align:baseline">
<p dir="ltr" role="presentation" style="margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>É fundamental que funcionários deem uma pausa no cérebro. Ao fazerem isso, evitam o esgotamento e podem ser mais produtivos e criativos, melhorando o desempenho.</span></span></span></span></span></span></p>
</li>
<li style="list-style-type:disc;font-size:11pt;font-family:Arial;vertical-align:baseline">
<p dir="ltr" role="presentation" style="margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Funcionários que são incentivados a tirarem folga e/ou a “desligarem-se” por algumas horas do trabalho são mais felizes. Como consequência, a tendência é que tenham sentimentos mais felizes com relação ao empregador, o que para a empresa resulta em maior </span></span></span></span></span><a href="https://www.glicfas.com.br/identificacao-e-retencao-de-talentos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:11pt"><span style="color:#1155cc"><span><span><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>retenção de talentos</span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size:11pt"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>.</span></span></span></span></span></span></p>
</li>
<li style="list-style-type:disc;font-size:11pt;font-family:Arial;vertical-align:baseline">
<p dir="ltr" role="presentation" style="margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>O estresse é uma grande porta de entrada para doenças. Quando um funcionário não descansa, fica muito mais suscetível a condições de saúde variadas. O resultado para o empregador traduz-se em funcionários ausentes.</span></span></span></span></span></span></p>
</li>
<li style="list-style-type:disc;font-size:11pt;font-family:Arial;vertical-align:baseline">
<p dir="ltr" role="presentation" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>A folga também incentiva a independência entre colegas, porque de alguma maneira todos precisam entender um pouco do que o outro faz. Colocando em outros termos, promove o </span></span></span></span></span><a href="https://www.glicfas.com.br/gestao-do-conhecimento-para-pequenas-e-medias-empresas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:11pt"><span style="color:#1155cc"><span><span><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>compartilhamento de conhecimento</span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size:11pt"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span> entre as pessoas da equipe.</span></span></span></span></span></span></p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Em suma, quando funcionários não tiram folga não adianta procurar por maneiras de melhorar a produtividade. Sem folga, a saúde, o desempenho e a felicidade são impactados. </span></span></span></span></span></span></span></p>
<h3 style="line-height:1.38;margin-top:16pt;margin-bottom:4pt"><span style="font-size:14pt"><span style="font-family:Arial"><span style="color:#434343"><span style="font-weight:400"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Folga e mais produtividade</span></span></span></span></span></span></span></span></h3>
<p dir="ltr"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Sobre o tema, o designer Stefan Sagmeister, em um TED, conta que a cada sete anos fecha seu estúdio em Nova York para viver um “ano sabático para rejuvenescer e refrescar suas perspectivas criativas”. A inspiração veio do tempo em que passou em Bali. </span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Em sua palestra, ele conta que desde 1930 a 3M dá aos seus engenheiros 15 por cento para que possam se dedicar ao que quiserem. Foi assim que surgiu a conhecida fita adesiva, de acordo com ele. A Google é famosa por dar 20 por cento para os engenheiros de software se dedicarem a seus projetos pessoais. </span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Stefan Sagmeister fala de um ano sabático, mas sabemos que isso não é algo que todos podem e querem fazer. Como líder, é importante incentivar os liderados a praticarem pequenas ações, mas que podem trazer grandes resultados para a saúde e produtividade das equipes. </span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Muitas vezes, o próprio pensamento de tirar um dia de folga assusta os funcionários porque eles temem perder o lugar para outro ou ter uma pilha de coisas a fazer quando retornarem. Você não precisa necessariamente incentivar um dia inteiro de folga, mas um ótimo jeito para quem procura ações de como melhorar a produtividade é fornecer oportunidades de aliviar o estresse. Incentive as pausas para o café, desafie os funcionários a caminharem pelo escritório algumas vezes ao dia, a almoçar fora de suas mesas de trabalho ou até mesmo a saírem mais cedo em algumas sextas-feiras, por exemplo. </span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Importante também é respeitar as horas de trabalho. Com o </span></span></span></span></span></span><a href="https://www.glicfas.com.br/home-office-dicas-para-atenuar-riscos-legais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span style="color:#1155cc"><span><span><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>home office</span></span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span> muitos empregadores esquecem-se de que existe um limite de horário que seus empregados estão disponíveis para a empresa. Reuniões antes ou depois do expediente, ligações aos finais de semana e mensagens sem parar mantêm o funcionário conectado todo o tempo com seu trabalho. Não é à toa que muitos chegam à exaustão e, mesmo sem o estresse do deslocamento diário, já começam o dia estressados.</span></span></span></span></span></span></span></p>
<h2 style="line-height:1.38;margin-top:18pt;margin-bottom:6pt"><span style="font-size:16pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Como melhorar a produtividade?</span></span></span></span></span></span></h2>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Neste artigo estamos falando das folgas. Como comentamos, a ação não precisa ser nada muito grandiosa (como tirar um sabático). Tenha em mente que curtos intervalos programados já permitem que os funcionários respirem (e se você quer melhorar a produtividade, a dica é deixar seus colaboradores respirarem).</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>O texto da HBR traz alguns outros insights. A autora propõe que mesmo com os funcionários </span></span></span></span></span></span><a href="https://www.glicfas.com.br/trabalho-remoto-um-aprendizado-tardio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span style="color:#1155cc"><span><span><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>trabalhando remoto</span></span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>, eles devem ser incentivados a considerar as férias (ou as folgas) como ferramentas para o tempo da família, o cuidado e o autocuidado. “Em seu meio dia de folga, um de meus clientes criou um buquê para sua esposa em seu jardim, consertou uma bicicleta e leu um livro que estava em sua prateleira há uma década”, conta Sabina Nawaz. </span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>A autora faz também um alerta. Especialmente em meio à incerteza, é natural que muitas pessoas não se sintam seguras em relação aos seus empregos. Em situações assim, a tendência é que trabalhem mais e não se permitam desligar. </span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Para mudar esse pensamento, a </span></span></span></span></span></span><a href="https://www.glicfas.com.br/culturas-fortes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span style="color:#1155cc"><span><span><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>cultura da empresa</span></span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span> precisa reforçar que as pessoas são seus ativos mais fortes e que a organização está lá para elas. Dessa maneira, os colaboradores realmente entenderão que as folgas são incentivadas porque a empresa busca pelo bem-estar de seus funcionários.</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Como a liderança deve dar o exemplo, uma máxima deve ser adotada: “o que você diz é menos importante do que o que você faz”. Ou seja, quando as políticas da empresa expressam &#8211; e os comportamentos dos líderes demonstram &#8211; o que a organização mais valoriza, os demais funcionários tendem a seguir o comportamento. </span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Portanto, não basta procurar por meios de melhorar a produtividade da sua equipe. Comece pensando na sua produtividade propriamente dita e mostre que você também se dá folgas.</span></span></span></span></span></span></span></p>
<h2 style="line-height:1.38;margin-top:18pt;margin-bottom:6pt"><span style="font-size:16pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Mais dicas…</span></span></span></span></span></span></h2>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>O artigo da HBR conta uma ação dos consultores do Boston Consulting Group que, de acordo com a autora, fizeram um progresso significativo em satisfação no trabalho, equilíbrio entre vida profissional e colaboração e eficácia. Segundo Nawaz, eles tiraram “folgas previsíveis” de seus telefones celulares, garantindo que seus trabalhos fossem cobertos por um membro da equipe durante aquele tempo. “Ao envolver toda a equipe, você faz das pausas parte da cultura”, reforça Nawaz.</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>E você, o que acha sobre a importância de incentivar a folga em seu time? Acredita que seja mesmo uma maneira de melhorar a produtividade? Deixe um comentário e compartilhe conosco sua opinião. </span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt"><span style="line-height:1.38"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Agora que chegou ao final deste artigo, que tal uma pausa? Assista ao TED de Stefan Sagmeister sobre “O poder do tempo de folga”:</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:10pt">
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"><span style="line-height:1.38"><span style="background-color:#ffffff"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Conheça também </span></span></span></span></span></span><a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span style="color:#0563c1"><span><span><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>nosso blog</span></span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span> e leia mais artigos que podem ajud</span></span></span></span></span></span><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Calibri, sans-serif"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>á</span></span></span></span></span></span><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>-lo na gestão da sua empresa. </span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"><span style="line-height:1.38"><span style="background-color:#ffffff"><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial"><span><span><span style="vertical-align:baseline"><span>Créditos imagem: Unsplash por Cynthia Magana </span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<div> </div>
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