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	<title>Arquivos Transformação digital &#8226; Glic Fàs</title>
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	<description>Consultoria em gestão de negócios, projetos e riscos</description>
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	<language>pt-BR</language>
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		<title>Home office &#8211; 3 dicas para proteger dados</title>
		<link>https://glicfas.com.br/home-office-3-dicas-para-proteger-dados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2020 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como sua empresa consegue proteger dados corporativos quando colaboradores estão em home office? Como garantir a segurança? Confira nossas dicas.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/home-office-3-dicas-para-proteger-dados/">Home office &#8211; 3 dicas para proteger dados</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você possui colaboradores em home office, é importante proteger-se contra algumas vulnerabilidades que podem funcionar como porta de entrada ao ataque de hackers. Uma vez que eles entram no sistema, o estrago pode ser grande. Um exemplo foi o que ocorreu no dia 03 de novembro de 2020, quando cibercriminosos atacaram o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e “sequestraram” arquivos importantes.</p>
<p>Para o ataque ao STJ os criminosos utilizaram um software malicioso que infecta o computador e exige o pagamento de um valor para que o sistema volte a funcionar. No mundo inteiro existem diversos casos de ataques desse tipo, os quais fizeram organizações pararem operações por dias e até terem que fechar as portas.</p>
<p>Como o <a href="https://www.glicfas.com.br/home-office-dicas-para-atenuar-riscos-legais/" target="_blank" rel="noopener">teletrabalho </a>utiliza redes domésticas e muitas vezes o profissional faz uso de seu computador pessoal, como proteger dados corporativos? Sem dúvidas, a atenção deve ser redobrada e para ajudá-lo, após lermos o artigo <a href="http://www.rmmagazine.com/2020/07/07/3-tips-for-protecting-remote-employees-data/" target="_blank" rel="noopener">3 Tips for Protecting Remote Employees’ Data</a> (Risk Management), escrito por Brian Schrader, elencamos 3 dicas:</p>
<h2>1. Cuidado com as redes Wi-Fi públicas</h2>
<p>Os riscos associados às redes Wi-Fi públicas (abertas) são diversos. Como para conectar-se a elas não é necessário fazer nenhuma autenticação, hackers conseguem ter acesso a todos os dispositivos desprotegidos que compartilham da mesma rede.</p>
<p>Um dos ataques mais comuns é quando o invasor se posiciona entre o usuário, acessando a rede e o servidor. Nesse caso, o hacker consegue capturar todo o tráfego e roubar informações pessoais, dados de cartões de crédito e até mesmo instalar algum tipo de malware ou spyware.</p>
<p>Há invasores que conseguem inclusive invadir o ponto de conexão, fazendo com que apareça uma mensagem no dispositivo sobre a atualização de um software, por exemplo. Quando o usuário clica na mensagem, um vírus é instalado.</p>
<p>Outra vulnerabilidade é nos roteadores, que podem servir como porta de entrada para um hacker. Além disso, ao acessar uma rede Wi-Fi pública a empresa e seus funcionários ficam vulneráveis ​​ao roubo de senhas e nomes de usuário quando o logon é feito. As consequências que podem resultar disso são também variadas.</p>
<p>Como há profissionais que utilizam redes públicas para se conectarem, como proteger dados? Existem alguns cuidados que sua empresa pode aderir para garantir que os colaboradores trabalhando à distância não sejam alvos fáceis. São eles:</p>
<ul>
<li><b>Utilize uma VPN:</b> sigla para virtual private network (rede privada virtual), a conexão VPN cria uma espécie de “túnel” protegido por criptografia para todo o tráfego. Caso um hacker consiga se posicionar no meio da conexão, os dados estarão criptografados e provavelmente ele procurará um alvo mais fácil.</li>
<li><b>Utilize a autenticação multifator:</b> conhecida também como MFA (da sigla em inglês multi-factor authentication) serve para garantir que o usuário seja quem diz ser. Para isso, a MFA exige evidências (pelo menos duas) para provar a identidade. Essas evidências podem ser uma senha, um código enviado via SMS ou e-mail, um código de texto ou impressão digital. A medida de segurança é simples e indicada para todas as empresas, estejam os funcionários remotos ou não.</li>
<li><b>Use conexões SSL:</b> caso não tenha uma VPN disponível, habilite a opção &#8220;Sempre usar HTTPS&#8221; em sites visitados com frequência ou que exigem a inserção de algum tipo de credencial. Isso adiciona uma camada de criptografia à sua comunicação.</li>
</ul>
<h2>2. Defina políticas de dispositivos pessoais</h2>
<p>As políticas de dispositivos pessoais são mais uma ajuda no combate às ações de hackers e para proteger dados. Elas estabelecem medidas de segurança para que os funcionários usem seus smartphones, laptops e tablets pessoais para trabalhar.</p>
<p>Como primeiro passo, é interessante criar uma Política de Segurança da Informação com definições como a exigência de autenticação multifator e complexidade de senhas. Cibercriminosos sabem que a maioria das pessoas usam as mesmas senhas para acessar páginas diferentes. Ao descobrirem uma senha, eles tentarão entrar em contas bancárias, e-mails etc.</p>
<p>Reforce a necessidade de utilização de senhas fortes, com letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais, e alerte para que não sejam utilizados nomes de familiares, data de nascimento e outras informações fáceis de serem descobertas. Outra questão a ser avaliada para proteger dados é sobre a permissão de acesso a determinados arquivos e sistemas.</p>
<p>Tenha a certeza de que somente os profissionais autorizados conseguem visualizar ou editar materiais confidenciais. Existem softwares no mercado que permitem isso de modo mais fácil, possibilitando o acesso a documentos, processos etc., somente a áreas, funções e responsabilidades autorizadas. Lembre-se que quanto mais pessoas puderem alterar um arquivo crítico, por exemplo, maiores as chances de um invasor conseguir causar problemas.</p>
<p>Ainda sobre a utilização de dispositivos pessoais, uma dica do artigo no site da Risk Management é sobre a criação de um contrato para todos os funcionários assinarem, declarando que a empresa possui e controla todos os dados corporativos. O documento deve deixar claro que caso um dispositivo pessoal de um funcionário seja roubado ou perdido a organização tem direito a limpar remotamente os dados corporativos.</p>
<h2>3. Eduque e proteja</h2>
<p>Vivemos em uma era interconectada e, por isso, mesmo empresas que tomam todas as precauções possíveis para proteger dados correm riscos de serem atacadas. Esse é o motivo pelo qual é importante que organizações invistam em soluções de segurança de internet robustas e que forneçam essas proteções aos colaboradores em home office.</p>
<p>No caso de eles utilizarem dispositivos pessoais, faça uma força tarefa com sua equipe de TI para que cada aparelho passe por uma varredura e sejam instalados os arquivos necessários. Outra maneira de ajudar a proteger dados e garantir a cibersegurança em dia é realizar treinamentos anuais/semestrais e colocar o assunto como parte dos programas de integração de novos funcionários.</p>
<p>Destacamos que não são apenas os líderes de TI que devem saber sobre as ameaças mais recentes e o que fazer para combatê-las. Quando há um treinamento constante em toda a organização, todos aprendem a ter uma postura agressiva de segurança cibernética. Tenha em mente que quanto melhor os colaboradores entenderem os possíveis ataques e quais são as ameaças para eles e para a empresa, mais bem dispostos e preparados estarão para se defender.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>O mundo de trabalho vai continuar mudando, especialmente à medida que novas tecnologias forem surgindo. Aprendemos que conseguimos nos adaptar às mudanças mesmo que forçadas, mas quando empresas são pegas desprevenidas, há problemas que são resolvidos conforme surgem, como é o caso de atuar para proteger dados no home office.</p>
<p>Esperamos que essas dicas ajudem sua organização a estar mais preparada. Caso tenha algo a acrescentar, fique à vontade e deixe sua dica nos comentários.</p>
<p>E se este artigo foi útil, compartilhe-o com seus colegas. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
<p>Créditos imagem principal: Pixabay por Darwin Laganzon.</p>
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		<item>
		<title>Segurança cibernética para trabalho remoto</title>
		<link>https://glicfas.com.br/seguranca-cibernetica-home-office/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 11:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Melhore a segurança cibernética dos equipamentos utilizados pelos colaboradores em home office. Confira nossas 5 dicas.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/seguranca-cibernetica-home-office/">Segurança cibernética para trabalho remoto</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por questões de economia e logística, o home office é uma tendência que foi se expandindo ao longo dos anos. No exterior, algumas empresas aderiram à prática, se não inteiramente, pelo menos dando a oportunidade aos colaboradores de revezarem entre ambiente de trabalho e suas casas. Em nosso país, a cultura do trabalho remoto ganhou mais força com as startups e nos grandes centros.</p>
<p>Apesar do aparente crescimento do home office, muitas companhias ainda tinham (e têm) suas ressalvas quanto a adotar esse regime de trabalho. Questões como diminuição da produtividade, perda de foco e falta de controle dos líderes quanto aos seus liderados (especialmente para os fãs de <a href="https://www.glicfas.com.br/microgerenciamento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">microgerenciamento</a>) estavam em pauta. No entanto, a realidade com a qual nos deparamos com a pandemia acabou trazendo um trabalho à distância forçado.</p>
<p>Nesse cenário, a maioria das empresas – e isso não apenas no Brasil – viram que não estavam preparadas. Vários problemas começaram a surgir, dentre eles, aqueles envolvendo a segurança cibernética. Organizações perceberam os riscos que correriam caso um ataque de hackers roubasse ou expusesse seus dados.</p>
<p>Como dita a <a href="https://www.glicfas.com.br/governanca-corporativa-e-gestao-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gestão de riscos</a>, é preciso prever situações como essa e agir para impedi-las ao invés de apenas apagar incêndios. Em outros termos, ser proativo. Pensando nisso, neste artigo compartilhamos algumas dicas de como sua empresa pode garantir mais segurança para o trabalho remoto.</p>
<h2>Segurança cibernética: tipos de ameaças</h2>
<p>Antes, é importante entender que para quem trabalha com TI o trabalho remoto é um prato cheio para a falha da segurança corporativa. Pelo fato de muitas vezes os computadores não estarem protegidos, os cibercriminosos veem um espaço aberto para invadir os aparelhos e entrar no sistema de TI da empresa.</p>
<p>Algumas das técnicas que utilizam são:</p>
<ul>
<li><strong>Phishing:</strong> ataques deste tipo têm o objetivo de roubar informações confidenciais enganando a vítima. Para isso, o hacker manipula as pessoas para obter informações confidenciais. O ataque pode ser por e-mail, SMS, redes sociais, entre outros, mas a maneira é a mesma: o golpista assume uma identidade de alguém ou alguma empresa confiável e envia um link.</li>
<li><strong>Ransomware:</strong> é o tipo de ataque que cada vez mais rouba dados e destrói backups. Os criminosos criptografam ou impedem o acesso a dados corporativos e normalmente exigem um resgate para liberá-los.</li>
<li><strong>Malware: </strong>um malware pode ser um vírus, por exemplo. O objetivo de ataques deste tipo é de tornar o computador vulnerável para outros ataques ou prejudicá-lo.</li>
</ul>
<p>No roubo de dados, geralmente o golpista utiliza-os para chantagem, ameaçando de revendê-los ou até de torná-los públicos. Os hackers podem também roubar senhas e ter acesso aos serviços de mensagens privadas ou profissionais e às senhas para serviços online, como da mesma maneira podem roubar dados técnicos, acessar contas bancárias etc.</p>
<p>Todos os casos são graves, e existem ainda situações em que a empresa vê suas operações interrompidas devido a violações. Como no home office a vulnerabilidade dos aparelhos tende a ser maior, como proteger sua empresa?</p>
<h2>Dicas para garantir a segurança cibernética</h2>
<p><img decoding="async" alt="dicas segurança cibernética" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/dicassegurancacibernetica.jpeg" style="width: 615px;height: 400px" /></p>
<p>Existem várias ações para proteger os equipamentos dos colaboradores em home office. Anote nossas dicas:</p>
<h3>1. Crie uma política de segurança da informação</h3>
<p>Este é o primeiro passo para quem busca segurança da rede corporativa (e é importante mesmo se a organização não possui funcionários trabalhando remotamente). A política de segurança da informação é um documento que define regras, padrões, normas, procedimentos e diretrizes para quem utiliza a infraestrutura de TI da empresa.</p>
<p>Conhecida como PSI, ela busca garantir a confidencialidade dos dados, a integridade (ou seja, a veracidade das informações) e a disponibilidade. Deve ser elaborada em uma linguagem fácil de ser compreendida (sem termos técnicos) e ser facilmente acessada por todos. Além disso, é importante que a prática da política seja incentivada pelos líderes.</p>
<p>A PSI deve estar de acordo com a norma ABNT NBR ISO/IEC 27001:2005. De modo geral, contém:</p>
<ul>
<li>Diretrizes para definições de senhas;</li>
<li>Normas sobre a utilização da internet (quais sites podem ser acessados e quais são proibidos);</li>
<li>Boas práticas do uso do e-mail corporativo;</li>
<li>Normas de backup;</li>
<li>Rotinas de auditoria;</li>
<li>Normas sobre a utilização geral do aparelho, incluindo os programas que podem ser instalados;</li>
<li>Ferramentas que podem ser utilizadas para compartilhamento de documentos;</li>
<li>Normas adotadas, como ISO 27001 e ISO 27002.</li>
</ul>
<p>A política de segurança da informação é importante também para o cumprimento da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).</p>
<h3>2. Verifique a atualização dos programas instalados</h3>
<p>Existem dois casos que podem ocorrer com os trabalhadores remotos. O primeiro é quando a empresa fornece o aparelho. Em termos de segurança cibernética, essa é a melhor opção, pois espera-se que os computadores já estejam seguros com os antivírus certos e com os programas autorizados instalados.</p>
<p>O segundo caso é quando o funcionário utiliza seu computador pessoal. A atenção deve ser redobrada aqui, pois é de responsabilidade da empresa garantir que os dados corporativos não sejam roubados/danificados e, para isso, a rede doméstica não deve ser acessada por hackers.</p>
<p>Para evitar quaisquer danos, tenha a certeza de que o colaborador tem acesso às últimas atualizações dos programas que precisa e que o antivírus está atualizado.</p>
<h3>3. Instale uma VPN</h3>
<p>Uma VPN é uma rede virtual privada, utilizada para impedir acesso não autorizado às informações por meio da criptografia do tráfego de dados em uma rede. É considerada como uma excelente ferramenta de proteção aos dados e aos equipamentos conectados à rede da empresa.</p>
<p>Lembre-se que ao trabalhar de casa as informações corporativas passam por redes domésticas. Com uma VPN as conexões que forem feitas remotamente terão que passar por ela, logo trarão mais segurança à rede da organização.</p>
<h3>4. Use controles de acesso autorizados</h3>
<p>O acesso autorizado acontece em duas etapas. A primeira é a adoção de senhas fortes e complexas, como as que obrigam a utilização de letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos (lembrando que a política de senhas deve estar estabelecida na PSI).</p>
<p>O segundo passo é através da autenticação de dois fatores, que pode ser outra senha, um código enviado por SMS etc. Pode parecer trabalhoso, mas ao fazê-lo sua empresa consegue limitar ataques de usuários mal-intencionados.</p>
<h3>5. Ofereça treinamentos</h3>
<p>Para que os colaboradores entendam da relevância de práticas para garantir a segurança cibernética da empresa, eles precisam compreender os problemas que podem resultar de um ataque. Além disso, é importante que sejam treinados sobre as boas práticas, as quais devem ser adotadas por todos e seguidas rigorosamente.</p>
<p>Alerte os funcionários para avisarem sobre qualquer problema que identificarem nos aparelhos que estiverem utilizando. Para que eles não descuidem da segurança da informação, uma boa ideia é realizar palestras ou treinamentos de tempos em tempos, mostrando as melhorias já realizadas na área, os ataques que foram impedidos e como aprimorar ainda mais a segurança cibernética.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Lembre-se que quaisquer violações que venham a acontecer podem ser devastadoras para a organização. Como o controle deve ser constante para garantir a segurança cibernética da sua empresa, estabeleça uma rotina de verificação dos aparelhos e programas utilizados pelos colaboradores remotos.</p>
<p>Aprendemos que tudo pode mudar de uma hora para outra. Não sabemos o que o futuro reserva, mas para não ser pego de surpresa, prepare sua gestão de riscos para lidar com os problemas que possam surgir com o home office.</p>
<p>Para obter informações mais completas, leia o e-book: <a href="https://materiais.glicfas.com.br/ebook-adote-a-gestao-de-riscos-na-sua-empresa-5ed63576ad19a9b5f35d" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Adote a Gestão de Riscos na sua empresa – Fundamentos e Boas Práticas</a>. Sobre o home office, leia também: <a href="https://www.glicfas.com.br/home-office-dicas-para-atenuar-riscos-legais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dicas para atenuar riscos legais no home office</a>.</p>
<p>E se este artigo foi útil, compartilhe-o com seus colegas. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
<p>Créditos imagem principal: Unsplash por Mikey Harris.</p>
<p>Créditos imagem texto: Pixabay por Tumisu.</p>
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		<title>Por que todo líder precisa ser obcecado por tecnologia</title>
		<link>https://glicfas.com.br/por-que-todo-lider-precisa-ser-obcecado-por-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2019 11:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia pode ser uma das ferramentas mais úteis para ajudá-lo a se tornar um líder melhor. Entenda mais aqui.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem algo que esse nosso século tem mostrado são as imensas mudanças tecnológicas. Algo que já foi prioritariamente uma preocupação de indústrias de engenharia e computação, a tecnologia hoje passa a ser fundamental para todos os segmentos.</p>
<p>Nessa linha, a palavra disrupção tem sido cada vez mais ouvida. Junto com ela corporações passaram a sentir na pele que para serem bem-sucedidas terão que ter flexibilidade para adaptarem-se e mudarem. Para isso, <b>líderes precisam ser ágeis em enxergarem o movimento da mudança</b>.</p>
<p>No entanto, se isso é fácil de escrever, nem sempre é fácil de colocar em prática. <a href="https://singularityhub.com/author/lsolomon/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lisa Kay Solomon</a>, no artigo <a href="https://singularityhub.com/2017/07/12/why-every-leader-needs-a-healthy-obsession-with-technology/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Why Every Leader Needs to Be Obsessed With Technology</a> (Singularity Hub), conta uma história real que retrata a dificuldade de enxergamos mudanças no horizonte.</p>
<p>Nos anos 90, a Tower Records, empresa da Califórnia (EUA), era uma cadeia de lojas que vendia DVDs e CDs.<span style="font-size:10.5pt"><span style="background:white"><span style="line-height:107%"><span style="color:#222222"> </span></span></span></span>Bem-sucedida e popular (sendo considerada como a Meca da música), a cadeia se espalhou. Com o sucesso, veio o plano de uma expansão mais agressiva. Para financiar o projeto, em 1998 a empresa assumiu uma dívida de US$ 110 milhões.</p>
<p>O problema, conforme conta a autora, foi de timing. No mesmo ano, entrou no mercado o aparelho mp3. O Napster, um serviço de compartilhamento que permite aos usuários compartilhar livremente músicas online, veio no ano seguinte. Em 2001, o iPod e o iTunes da Apple chegaram e, quando a iTunes Music Store foi aberta em 2003, a Apple vendeu mais de um milhão de músicas na primeira semana.</p>
<p>À medida que a música foi digitalizada, as cópias impressas começaram a ficar fora de moda e as vendas e receitas da Tower diminuíram. A empresa pediu falência pela primeira vez em 2004 e novamente (pela última vez) em 2006. A Internet, junto com a má administração e a concorrência de preços de varejistas de eletrônicos, como a Best Buy, contribuíram para o fim da Tower.</p>
<p>A questão que queremos abordar inicialmente é proposta por Solomon: por que é difícil para os líderes enxergarem as mudanças tecnológicas chegando e acertar a rota antes que seja tarde?</p>
<h2>Mudança de mindset</h2>
<p>“As empresas mais bem-sucedidas não estão simplesmente fazendo as mesmas coisas com mais eficiência com a tecnologia; ao contrário, elas estão usando a tecnologia para conduzir negócios de maneiras totalmente novas”, escreve Richard Lieberman, no artigo <a href="https://www.entrepreneur.com/article/243574" target="_blank" rel="noopener noreferrer">6 Things You as a Leader Need To Know About Technology</a> (Entrepreneur).</p>
<p>Conforme comenta o autor, o primeiro passo acontece quando os <a href="https://www.glicfas.com.br/como-lideres-podem-tornar-o-mundo-um-lugar-melhor/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">líderes</a> reconhecem que estamos no meio de uma revolução tecnológica no mundo dos negócios. Revolução essa comparável à Revolução Industrial.</p>
<p>Na visão dele, é necessário criar uma <b>cultura de colaboração</b> dos funcionários com a tecnologia para operações internas mais produtivas e melhores processos para alcançar os clientes. Aliás, se tem uma receita praticamente infalível quando tratamos de transformação organizacional, ela é o tripé: pessoas, <a href="https://www.glicfas.com.br/gestao-por-resultados-ou-gestao-por-processos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">processos</a> e tecnologia.</p>
<p>Para que os três itens possam andar em harmonia, líderes precisam incentivar funcionários, gerentes e executivos a adotar as novas tecnologias e pensar criativamente sobre como usá-las para alavancar os negócios. É importante, também, liderar pelo exemplo, usando a tecnologia em seu dia a dia.</p>
<p>Lieberman propõe a seguinte reflexão: “Líderes devem se perguntar se têm um entendimento realmente profundo de como sua empresa está usando a tecnologia em todas as áreas-chave do negócio. Por exemplo, em uma empresa de manufatura, a melhor tecnologia está sendo usada para tornar a cadeia de suprimentos a mais eficiente do setor? Ou para vendas, a tecnologia é usada das maneiras mais criativas e eficazes para alcançar os clientes por meio de mídias sociais, software de ponta etc.? As melhores tecnologias digitais são usadas para permitir que os funcionários se comuniquem uns com os outros?”</p>
<p>Mas, para que tudo isso faça sentido para você, precisamos responder à pergunta do título deste artigo e abordar, conforme a seguir:</p>
<h2>A importância da tecnologia para os líderes</h2>
<p>Um artigo publicado no site do World Economic Forum (<a href="https://www.weforum.org/agenda/2018/01/the-case-for-automating-leadership" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Why automation, not augmentation is needed in leadership</a>), comenta o fato de que as ferramentas analíticas desenvolvidas pela <a href="https://www.glicfas.com.br/inteligencia-artificial-empregabilidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Inteligência Artificial</a> podem analisar rapidamente a imensa quantidade de dados para identificar correlações e fazer previsões úteis e precisas.</p>
<p>“Ao aplicar essas tecnologias, as empresas podem automatizar essencialmente muitas decisões operacionais, liberando os líderes para se concentrarem mais em áreas onde o julgamento humano é claramente necessário”, menciona o texto.</p>
<p>Portanto, se por um lado a tecnologia pode automatizar grande parte das atividades de gestão, por outro <strong>líderes passam a ter mais tempo para liderar</strong>. Dessa maneira, eles também são desafiados a antecipar com precisão as mudanças no ambiente de negócios e a tornar suas organizações mais ágeis.</p>
<p>Outra questão sobre a importância da tecnologia para os líderes vem dos clientes, cujas expectativas estão aumentando. Eles esperam que suas necessidades sejam atendidas com rapidez, conveniência e pelo menor preço possível. Se uma empresa não atender às suas expectativas, uma ação é certa: migrarão para a concorrência.</p>
<p>Com esse raciocínio, líderes não têm outra opção a não ser adotar tecnologias e usá-las como aliadas. “O desafio da liderança é implantar novas tecnologias de maneiras que não apenas produzam novas eficiências, mas também ampliem a criatividade, engenhosidade e julgamento humanos”, menciona um outro artigo publicado na página do World Economic Forum (<a href="https://www.weforum.org/agenda/2018/03/how-technology-can-transform-business-performance-for-human-good/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">How technology can transform leadership – for the good of employees</a>).</p>
<h2>Como conseguir liderar nesse novo cenário?</h2>
<p>Na introdução do artigo propusemos a pergunta de Solomon: “por que é difícil para os líderes enxergarem as mudanças tecnológicas chegando e acertar a rota antes que seja tarde?”</p>
<p>Uma das respostas seria a falta de curiosidade. Como cita a autora “Para saber como a tecnologia pode atrapalhar seu setor, você precisa entender o que está em andamento e identificar quais novas invenções estão direta ou indiretamente relacionadas ao seu segmento”.</p>
<p>Ela segue, e comenta que isso é um trabalho que exige disciplina, foco, compromisso e constantes análises de conexões não óbvias entre o que está bem à nossa frente e o que pode ser. Uma dica da autora é estar por dentro do que acontece fora da indústria de atuação e além da zona de conforto. Inclusive, muitos especialistas falam da importância de nos interessarmos por assuntos diferentes para expandirmos nossa criatividade e capacidade de observação.</p>
<p>O próximo passo &#8211; continuando com Solomon -, é buscar prever quando uma tecnologia amadurecerá. Aqui, acreditamos que o exercício de levar a <a href="https://www.glicfas.com.br/pensamento-no-futuro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">visão para o futuro</a> é fundamental. É interessante que líderes incentivem suas equipes a imaginarem o amanhã, não com achismos, mas com base no que acontece no mercado hoje e com a utilização de dados.</p>
<p>Em suma, seria questionar:</p>
<p>Quais empresas estão surgindo? O que seria, no seu setor, uma <a href="https://www.glicfas.com.br/tecnologias-criam-caminhos-disruptivos-para-o-mercado-financeiro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">empresa disruptiva</a>? Como ela venderia os serviços? Quais mudanças no seu setor poderiam trazer consequências negativas? Como prevenir-se delas? O que poderá ser positivo? Como aproveitar-se das vantagens?</p>
<p>O exercício é de reflexão, e para que boas ideias surjam é fundamental que líderes deem voz aos seus liderados. Afinal, ser um líder obcecado por tecnologia significa, também, entender que as principais mudanças só ocorrem quando uma cultura colaborativa e participativa é incentivada.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Embora os detalhes possam variar de acordo com o setor, nenhuma organização é imune a algumas das principais mudanças que já estão em andamento. Do mesmo modo, nenhuma empresa é imune ao que acontecerá no futuro.</p>
<p>Ser obcecado por tecnologia é entender que o que vivemos hoje é um caminho sem volta e que muito ainda está por vir. Se a história registra vários casos de grandes corporações que foram à falência porque resolveram fechar os olhos para o que estava vindo, temos que aprender com essas lições e, como líderes, mudar a maneira de agir e pensar.</p>
<p>Para encerrar, propormos uma última pergunta: você é um líder que analisa as mudanças tecnológicas? Como você enxerga a tecnologia no seu setor? Deixe um comentário contando sua opinião. E se este artigo foi útil a você, compartilhe-o com seus colegas.</p>
<p>Créditos imagem: Pixabay por Pete Linforth</p>
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		<title>Ciência de dados na nova economia: uma nova corrida por talentos na quarta revolução industrial</title>
		<link>https://glicfas.com.br/ciencia-de-dados-na-nova-economia-uma-nova-corrida-por-talentos-na-quarta-revolucao-industrial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2019 21:38:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.glicfas.com.br/?p=13687</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aprenda sobre a importância da ciência de dados e como as organizações a usam para resolução de problemas e tomadas de decisão.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma revolução de dados está acontecendo. O fato é que os dados, por si só, não servem para muita coisa. É preciso transformá-los em insights e é aí que entra a <strong>ciência de dados</strong>.</p>
<p>À medida que a quarta revolução industrial se desenrola, fica mais claro o valor que existe por trás do processamento e análise de dados. Aliás, como menciona o relatório <a href="https://platformuploads.s3.amazonaws.com/media/7225/5793/1569861488999365.pdf?Expires=1571228533&amp;Signature=d%2F9pcIBxIBfVUiyuZMApnW4Kq28%3D&amp;AWSAccessKeyId=AKIAJOIWZCRTROUA2YMQ" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Data Science in the New Economy &#8211; A new race for talent in the Fourth Industrial Revolution</a>, “dados são o novo petróleo”.</p>
<p>Cada vez mais organizações estão percebendo o poder do Big Data e consequentemente abrindo as portas para talentos que consigam transformar dados brutos em tomadas de ações. Por isso, a ciência de dados está entre as habilidades mais competitivas da <a href="https://www.glicfas.com.br/industria-40-servicos-40/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Indústria 4.0</a>.</p>
<h2><span style="color:black">Mas, o que exatamente é a ciência de dados?</span></h2>
<p>A ciência de dados é uma disciplina científica que usa dados para extrair conhecimento e insights. Simplificadamente, trata-se do <b>uso dos dados para gerar valor</b>.</p>
<p>A relevância dos dados foi crescendo aos poucos. Conforme esclarece o relatório mencionado:</p>
<p>“Na primeira onda de digitalização, os dados podem ser vistos como um subproduto do funcionamento de aplicativos, sistemas operacionais e plataformas digitais. Os dados agora são cada vez mais reconhecidos como um ativo significativo, permitindo mais inovações em campos auxiliares, como inteligência artificial, que podem impulsionar a melhoria dos serviços através da eficiência do processo e oferecer melhores resultados para os clientes.”</p>
<p>Por exemplo, a Netflix utiliza dados para explorar os padrões de exibição de filmes e séries para entender o que gera o interesse do usuário. Essa informação é utilizada para tomar decisões sobre o gênero de série/filme que a empresa pode produzir.</p>
<p>Ainda sobre a Netflix, também graças aos dados que os filmes são recomendados para você. O mesmo se aplica aos mecanismos de recomendação da Amazon e Spotify, para citar alguns exemplos.</p>
<p>Por tudo isso, a ciência de dados é uma das funções que mais crescem. Falando no tema, uma reportagem no <a href="https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2018/06/1971998-oportunidades-aumentam-para-quem-estuda-ciencia-de-dados.shtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site da Folha</a> diz que o cientista de dados é um dos profissionais com mais oportunidades na área de tecnologia, de acordo com o guia salarial de 2018 da consultoria Robert Half.</p>
<h2><span style="color:black">Importância da ciência (e cientistas) de dados</span></h2>
<p><span style="background:white"><span style="color:black">Sabemos que existe uma grande quantidade de dados disponíveis no mundo. A maneira como eles são utilizados pode significar sucesso ou fracasso para marcas e organizações. </span></span></p>
<p>Para que os dados sejam corretamente analisados, a quarta revolução industrial traz com ela uma corrida por talentos, mais especificamente, pela busca por cientistas de dados. Dentre as funções destes profissionais está a de capacitar gerentes e executivos para tomar melhores decisões. Sendo assim, o <b>cientista de dados pode ser visto como um parceiro estratégico para diretores e alta gerência</b>.</p>
<p>Profissionais da área examinam e exploram os dados da organização e em seguida recomendam e prescrevem ações que ajudarão a melhorar o desempenho da instituição. Por meio dos dados, os cientistas criam modelos que simulam uma variedade de ações em potencial (cenários). Ao fazer isso uma organização pode aprender qual caminho trará os melhores resultados de negócios. Em outras palavras: <b>a ciência de dados ajuda na mitigação dos <a href="https://www.glicfas.com.br/adote-a-gestao-de-riscos-na-sua-empresa-fundamentos-e-boas-praticas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">riscos</a></b>.</p>
<p>Aliás, não só na área de <a href="https://www.glicfas.com.br/governanca-corporativa-e-gestao-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gestão de riscos</a> a ciência de dados ganha destaque. Para a <a href="https://www.glicfas.com.br/governanca-corporativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">governança corporativa</a> a disciplina torna-se da mesma maneira relevante. Cientistas de dados conseguem criar metodologias para modelos preditivos de propensão a fraudes, utilizando-os para desenvolver alertas que garantam respostas oportunas quando dados incomuns são reconhecidos.</p>
<p>Outras duas vantagens da ciência dos dados estão na entrega de produtos relevantes &#8211; uma vez que organizações podem encontrar quando e onde seus produtos vendem melhor – e nas experiências personalizadas do cliente.</p>
<p>Sobre o último, um bom exemplo é o Airbnb, que faz uso da ciência de dados para melhorar seus serviços. Os dados gerados pelos clientes são processados e analisados para, em seguida, atender aos requisitos e oferecer melhores instalações.</p>
<p>É igualmente por causa da ciência de dados que ações são direcionadas com base em tendências, as quais, por sua vez, ajudam a definir metas.</p>
<h2><span style="color:black">Exemplos de uso da ciência dos dados</span></h2>
<p>Para o Grupo Pão de Açucar, “os dados dos clientes são ouro”. Segundo texto no <a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/grupo-pao-acucar-plataforma-varejo-alimentar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site ecommerce</a>, o GPA utiliza os dados para melhorar a experiência dos seus clientes.</p>
<p>Outro exemplo vem do Walmart. A rede tem utilizado a ciência de dados para ajudar em algumas frentes, como (<a href="https://data-flair.training/blogs/data-science-for-business/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fonte</a>):</p>
<ul>
<li>Tornar os caixas mais eficientes. Com a ajuda da análise preditiva, o Walmart pode analisar dados e gerenciar melhor os clientes durante o horário de pico.</li>
<li>Analisar os padrões de compra dos clientes. A análise é feita em tempo real e permite que sejam estocados produtos com demanda e os que estarão com demanda futura com base em vários fatores.</li>
<li>Gerenciar a cadeia de suprimentos e logística. O Walmart gerencia o inventário e analisa o estoque. Para o transporte, a ciência de dados traz informações para a definição de uma rota otimizada, reduzindo custo e tempo.</li>
<li>Personalizar a experiência de compra analisando as preferências e o comportamento dos clientes. A partir do rastreamento dos padrões de compra dos clientes são recomendados outros produtos e descontos para melhorar a experiência de compra.</li>
</ul>
<h2><span style="color:black">Habilidades de um cientista de dados</span></h2>
<p>Para conseguir extrair insights de dados, profissionais da área devem atender a alguns requisitos. O pensamento crítico está entre eles, especialmente se considerarmos que esses cientistas gastam cerca de 80% do tempo descobrindo e preparando dados. Basicamente, esse tempo é utilizado para a aplicação de análises objetivas de fatos.</p>
<p>Como habilidade mais técnica, os profissionais devem entender sobre codificação em linguagens como Python, C ++ e Java, por exemplo. Além disso, é fundamental que tenham bons conhecimentos em matemática e estatística.</p>
<p>Como os dados são utilizados para extração de insights, um skill necessário aos cientistas é a comunicação. Isso porque eles precisam conseguir “ler” a mensagem por trás dos dados e repassá-las à alta direção de modo que possam ser tomadas as melhores decisões.</p>
<p>Outro item importante: para ser um cientista de dados o profissional precisa possuir conhecimento do setor em que está trabalhando. É igualmente essencial que a pessoa saiba discernir quais problemas são importantes para serem resolvidos e identificar novas maneiras pelas quais os negócios devem aproveitar seus dados.</p>
<h2><span style="color:black">Concluindo</span></h2>
<p>Qualquer empresa que queira aprimorar seus negócios precisa ter em mente que deve tornar-se orientada a dados (data-oriented). Justamente por isso é que a ciência de dados tem recebido cada vez mais destaque.</p>
<p>Organizações estão percebendo a importância do tema para resolução de problemas de negócios e tomadas de decisão mais precisas. Se, como comentamos no início em referência ao <a href="https://platformuploads.s3.amazonaws.com/media/7225/5793/1569861488999365.pdf?Expires=1571228533&amp;Signature=d%2F9pcIBxIBfVUiyuZMApnW4Kq28%3D&amp;AWSAccessKeyId=AKIAJOIWZCRTROUA2YMQ" target="_blank" rel="noopener noreferrer">relatório</a>, dados são o novo petróleo, então podemos dizer que a ciência de dados é a nova eletricidade que faz as organizações funcionarem.</p>
<p>Nossa pergunta final é: como sua organização utiliza os dados? Deixe um comentário e compartilhe conosco a experiência na sua empresa.</p>
<p>Se este post foi útil para você, fique à vontade para enviá-lo aos seus colegas. Para ficar por dentro dos nossos materiais, acompanhe o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
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		<title>Como o líder deve agir na Transformação Digital?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/transformacao-digital/</link>
					<comments>https://glicfas.com.br/transformacao-digital/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2019 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Transformação Digital tem a ver com a utilização de tecnologia, contudo, sem a liderança exerceu seu papel nenhuma mudança terá resultados positivos.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/transformacao-digital/">Como o líder deve agir na Transformação Digital?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um pensador disse uma vez que a única certeza da vida é a mudança. No contexto empresarial essa é uma verdade incontestável. Dentre as tantas mudanças pelas quais passam uma organização, seja por razões internas ou por motivos externos, está o modo como elas são operadas.</p>
<p>Se no passado não tínhamos a tecnologia do nosso lado, hoje em dia as operações dentro de uma empresa são praticamente todas orientadas para um mundo mais tecnológico. A essa transição damos o nome de Transformação Digital. O foco dessa nova “era” está cada vez mais centrado em proporcionar boas experiências digitais aos clientes e funcionários. Para isso, claro, é preciso investimento em tecnologia.</p>
<p>Apesar de estar totalmente ligada à tecnologia, temos que entender que <b>Transformação Digital não está somente relacionada a abraçar essas novas tecnologias</b>. Isso, por si só, não trará resultados para a empresa.</p>
<p>Muito além disso, a <b>Transformação Digital requer uma mudança de pensamento e cultura</b>. Isso porque ela demanda às organizações promoverem uma mudança positiva nos processos, nas pessoas e nos modelos de competência. Exatamente por isso que precisamos dar um olhar diferenciado ao assunto, entendendo que Transformação Digital não é sinônimo somente de inovação.</p>
<h2>Como líderes devem apoiar a Transformação Digital?</h2>
<p>Sabemos que os líderes de hoje estão sob grande pressão para fazer mais do que nunca. Quando levamos o assunto da Transformação Digital à liderança, destacamos que não se trata apenas de adaptação, mas sim do entendimento que para adaptar-se ao novo cenário é preciso ser proativo em abraçar a causa.</p>
<p>Ao contrário do que muitos pensam, em um cenário extremamente competitivo não basta apenas automatizar processos, investir em tecnologia e montar uma equipe focada em inovação. Saber sobre novas capacidades tecnológicas não é o suficiente para os líderes de hoje. Para que a Transformação Digital resulte em melhores produtos e serviços, e menos gastos, é preciso que a liderança exerça um <b>papel motivador</b> nessa jornada.</p>
<p>Alguns dos pontos que líderes devem se atentar ao abordar o tema são:</p>
<h3>Pessoas</h3>
<p>As pessoas são os ativos mais importantes de qualquer organização. Apesar de a Transformação Digital falar da adoção de novas tecnologias para otimizar processos e fluxos de trabalho, além de acelerar a entrega de produtos e serviços aos clientes<b>, ela só pode iniciar se todos os envolvidos entenderem o que está acontecendo</b>.</p>
<p>Imagine que sua empresa adote um novo sistema para controle de processos a fim de garantir agilidade. Se os colaboradores não se adaptarem à mudança, o produto será um gasto e não um investimento. Suponha agora que sua organização passe a adotar um novo método de suporte aos clientes, sem avisá-los. No primeiro momento que um cliente perceber a mudança, ele poderá se mostrar insatisfeito.</p>
<p>Mesmo que a adoção da tecnologia para o suporte ao cliente tenha sido realizada para agilizar o atendimento de tickets, por exemplo, sem explicar ao seu público o motivo da mudança ela pode resultar em problemas ao negócio. Isso ocorre porque o ser humano de modo geral é avesso às mudanças.</p>
<p><b>Como líder, você não pode presumir que a Transformação Digital será entendida pelos seus colaboradores.</b> O seu papel é o de ser transparente, mostrando a eles os resultados que serão alcançados e como eles ganharão com isso. Pessoas precisam abraçar as mudanças para que elas deem certo. E isso começa, claro, pela parte mais alta da estrutura organizacional, ou seja, pelos cargos de liderança.</p>
<h3>Cultura e Gestão</h3>
<p>Quando pessoas mudam, fica muito mais fácil mudar a cultura da empresa para o foco em Transformação Digital. Isso significa que os líderes devem incentivar que seus colaboradores tomem decisões e assumam responsabilidades. <b>Uma gestão muito centralizada engessa processos, o que acaba indo contra toda a agilidade que prega a Transformação Digital</b>.</p>
<p>A cultura da empresa nessa nova era deve ser a de estar aberta às mudanças, fazendo com que colaboradores vejam toda a tecnologia disponível como facilitadora para seus trabalhos. As pessoas precisam acreditar nas novas tecnologias implantadas em sua empresa. Essa mudança de cultura deve partir da liderança.</p>
<h3>Transparência</h3>
<p>O tempo em que um líder ficava sentado tomando decisões e não comunicava seus liderados passou (ou pelo menos é assim que deveria ser). A Transformação Digital exige da liderança o exercício de um <b>papel mais transparente, no qual <span style="background-color: rgb(250, 235, 215);">o</span>&nbsp;diálogo é valorizado</b>.</p>
<p>A transparência deve iniciar desde a hora de transmitir as metas da empresa até no acompanhamento dos resultados. Um líder espera que seus liderados trabalhem para trazer resultados. Contudo, se eles não souberem que resultados serão esses, você vai concordar que a missão será impossível. O mesmo se aplica à adoção da Transformação Digital, pois não adianta querer que colaboradores mudem da noite para o dia se eles não entendem o que está acontecendo (e por qual motivo).</p>
<h3>Capacitação</h3>
<p>Um ponto que muitos líderes deixam de lado, especialmente na hora de cortar gastos, é o investimento em capacitação. Não basta apenas adotar uma nova tecnologia e explicar os resultados que se espera disso. É essencial que seus colaboradores estejam confiantes em adotar as mudanças, e isso só é possível com o entendimento de que eles precisam ter domínio naquilo que irão atuar.</p>
<p>Além disso, <b>empresas que capacitam seus colaboradores estão mostrando que acreditam no seu potencial</b>, o que faz sentirem-se mais motivados tanto a crescerem quanto a fazerem a Transformação Digital sair do papel.</p>
<h2>E onde fica a tecnologia?</h2>
<p>É também papel do líder ter conhecimento da tecnologia. Muitos especialistas dizem que o tempo em&nbsp;que questões tecnológicas ficavam sob responsabilidade da área de TI já acabou. Isso significa que <b>por mais avesso à tecnologia que um líder seja, ele deve mudar essa postura e ser ativo nas mudanças tecnológicas</b>.</p>
<p>Em toda a organização, os líderes devem aprender e acompanhar as tendências digitais, as implicações dessas tendências para seus negócios e como aproveitar as novas tecnologias. Isso não significa, claro, que a liderança precise entender como a tecnologia funciona (isso continua sendo papel da TI), mas, sim, deve entender por que ela é importante e como usá-la.</p>
<p>Por fim, <b>o papel do líder na Transformação Digital continua sendo o de liderar. A diferença é que para uma estratégia de sucesso esse mesmo líder precisa ser a voz da inovação digital, abraçando a causa e inspirando seus times a fazerem o mesmo</b>.</p>
<p>Já que você está aqui, sugerimos a leitura do artigo: <a href="https://www.glicfas.com.br/blog/gestor-e-empreendedor/" target="_blank">Gestor e empreendedor: entenda esse conflito de identidade</a>.</p>
<p><span style="font-size:11pt"><span style="font-family:Arial, sans-serif">Créditos: Pixabay por Gerd Altmann.</span></span></p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/transformacao-digital/">Como o líder deve agir na Transformação Digital?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
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