<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>TagsApetite ao risco &#8226; Glic Fàs</title>
	<atom:link href="https://glicfas.com.br/tag/apetite-ao-riscogestao-de-riscos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://glicfas.com.br/tag/apetite-ao-riscogestao-de-riscos/</link>
	<description>Consultoria em gestão de negócios, projetos e riscos</description>
	<lastBuildDate>Mon, 05 Nov 2018 13:51:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Qual é o perfil da sua empresa quanto a apetite ao risco? E o seu?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/apetite-ao-risco/</link>
					<comments>https://glicfas.com.br/apetite-ao-risco/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Apetite ao risco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.glicfas.com.br/qual-e-o-perfil-da-sua-empresa-quanto-a-apetite-ao-risco-e-o-seu/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Apetite ao Risco é o nível de risco que uma organização está disposta a aceitar enquanto persegue seus objetivos. Como anda o apetite da sua empresa?</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/apetite-ao-risco/">Qual é o perfil da sua empresa quanto a apetite ao risco? E o seu?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>O Apetite ao Risco é o nível de risco que uma organização está disposta a aceitar enquanto persegue seus objetivos</b>. O Guia ISO 73:2009 define o Apetite ao Risco como sendo a “quantidade e tipo de risco que uma organização está disposta a buscar, manter ou assumir”.</p>
<p>Para uma empresa, são vários os fatores determinantes para identificar o Apetite ao Risco, como:</p>
<ul>
<li>Indústria;</li>
<li>Cultura;</li>
<li>Concorrentes;</li>
<li>Natureza dos objetivos perseguidos (por exemplo, quão agressivos são eles);</li>
<li>Solidez financeira e capacidades da organização (ou seja, quanto mais recursos uma empresa tiver, maior a disposição para aceitar os riscos e os custos associados a eles).</li>
</ul>
<p>O Apetite ao Risco pode mudar com o tempo. Por isso, é sempre recomendado avaliar os riscos periodicamente ou continuamente (uma ou duas vezes por ano ou diariamente em cenários de risco específicos).</p>
<h2>Você tem “fome” de risco?</h2>
<p>David Hillson, da <a href="http://risk-doctor.com/" target="_blank" rel="noopener">Risk-doctor.com</a>, explica de maneira bem didática a identificação do Apetite ao Risco. Para isso, ele faz uma comparação entre Apetite e Atitude ao Risco:</p>
<ul>
<li>Para entender o Apetite ao Risco pense no desejo de comida. Imagine que você esteja com fome agora, logo, o sentimento é interno. Você pode ter apetite por uma salada, um macarrão ou uma pizza, por exemplo. Portanto, o apetite é o sentimento de fome.</li>
<li>Atitude é como você se posiciona perante algo. Você está com fome. Seu apetite é por uma pizza, mas como você está acima do peso decide comer uma salada e um frango.</li>
</ul>
<p>Consegue entender a relação entre Atitude e Apetite ao Risco? Em suma, é a <b>atitude que modera ou modifica o risco</b>. De modo geral, quanto mais temos a perder, menos queremos arriscar, isto é, quanto maior o risco, mais tenderemos a pisar no freio.</p>
<p>Na maioria dos casos, quanto mais jovem uma pessoa for, mais propensa ela estará em tolerar riscos. É aquela frase “não tenho nada a perder, então posso arriscar”. Quando vamos amadurecendo e fazendo nossas conquistas, tendemos a ser mais receosos e o medo de perder ultrapassa a vontade de ganhar.</p>
<p>Claro que isso não é uma regra que deva ser aplicada a todos. Duas pessoas de uma mesma idade e condição social, e que receberam a mesma educação, assumirão diferentes níveis de risco, pois o <b>Apetite ao Risco é algo intrínseco</b>.</p>
<h2>Por que é importante para empresas conhecerem o Apetite ao Risco?</h2>
<p>A identificação do Apetite ao Risco ajudará a <b>determinar quais riscos sua empresa está disposta a tolerar e qual quantidade de risco será necessário gerenciar</b>. Trata-se de uma ferramenta essencial para todas as organizações, especialmente as que consideram uma estratégia de crescimento ambiciosa, sofrem mudanças organizacionais significativas ou enfrentam vulnerabilidades de mercado.</p>
<p>Entendemos que conhecer o Apetite ao Risco tem a ver com a percepção dos riscos que um negócio pode assumir. Ao tê-los definidos, a organização estabelece o compromisso de gerenciá-los proativamente, o que irá traduzir-se em menos vulnerabilidade nas áreas de negócios e menos surpresas nas demonstrações financeiras. Outros benefícios incluem aumento da confiança dos stakeholders e da vantagem competitiva.</p>
<p>Para entender melhor, pense em um projeto. Cada projeto precisa estabelecer o quanto de risco pode ser tomado para que ele seja executado. Por exemplo, o que acontece se atrasarmos um dia, dois ou um mês? E se o orçamento extrapolar em 10% ou em 30%?</p>
<p>Uma vez definido o Apetite ao Risco, sempre que uma decisão tática, operacional ou estratégica for tomada os gestores poderão incluir o fator de risco, perguntando-se:</p>
<ul>
<li>Esta ação é compatível com nosso apetite pelo risco?</li>
<li>Até onde podemos ir?</li>
<li>Estamos preparados para assumir tal risco?</li>
</ul>
<h2>Sua empresa tem fome de risco?</h2>
<p>Voltando à explicação de David Hillson sobre <b>Apetite x Atitude</b>: uma empresa com fome de risco, mas que não é capaz de gerenciá-lo, ou seja, que não tem uma atitude em relação a ele, terá graves problemas. Já uma organização que não possui apetite alto é bem provável que não seja competitiva.</p>
<p>O ideal é encontrar o <b>equilíbrio</b> na balança, o que significa saber até onde se pode ir com a certeza de que o gerenciamento do risco será efetivo. No exemplo do projeto, existe um risco de que seu orçamento ultrapasse o que foi estipulado. Ao analisar os orçamentos da área e da empresa, chegou-se à conclusão de que vale a pena assumir o risco, pois a organização tem dinheiro em caixa para cobrir o que for necessário.</p>
<p>Portanto, note que o Apetite ao Risco deve ser analisado por cada empresa com muito cuidado. Cada organização tem seus limites de ação e é determinante saber até onde se pode arriscar sem que o negócio seja prejudicado. Mais uma vez, equilíbrio é fundamental para que <b>altos riscos assumidos não tragam imprevistos e para que uma estratégia muito conservadora não resulte em redução de ganhos</b>.</p>
<h2>Como ocorre a definição do Apetite ao Risco?</h2>
<p>Como comentamos, o Apetite ao Risco varia de organização para organização, pois deve basear-se em estratégias e atributos específicos que influenciam os comportamentos organizacionais. Para tanto, duas ações são importantes:</p>
<ol>
<li>A empresa deve estabelecer um entendimento comum dos <a href="https://www.glicfas.com.br/blog/riscos-corporativos/" target="_blank" rel="noopener">riscos</a> e</li>
<li>Deve estar preparada para a probabilidade e o impacto de ameaças conhecidas.</li>
</ol>
<p>Não esqueça que <b>organizações devem definir o nível máximo de tolerância ao risco em cada área antes de agir</b>. Para desenvolver um Apetite ao Risco, a gerência deve analisar o seguinte:</p>
<ul>
<li><b>Perfil de risco:</b> quais são os principais riscos da organização e os controles para mitigar esses riscos?</li>
<li><b>Capacidade de risco:</b> quanto risco a organização pode absorver?</li>
</ul>
<p>A definição de Apetite ao Risco é feita através de uma declaração escrita, a qual deverá conter claros limites de tolerância e um modelo financeiro que suporte o risco. A declaração é de responsabilidade da gerência e <b>deve orientar o comportamento da empresa e as tomadas de decisões estratégicas</b>.</p>
<p>Para isso, o primeiro ponto é a gerência entender a estratégia, as metas, as perspectivas de seus stakeholders e a cultura da organização quanto aos riscos. Uma vez que a administração tenha um entendimento dos valores corporativos e da cultura de risco, ela pode iniciar o processo de identificação do Apetite ao Risco. Lembrando sempre que o apetite deve estar alinhado com a estratégia da organização e com as perspectivas das partes interessadas.</p>
<p>A Declaração de Apetite ao Risco deverá comunicar os seguintes pontos:</p>
<ul>
<li><b>Valores corporativos: </b>quais riscos a organização <b>não</b> está disposta a assumir e quais devem ser evitados?</li>
<li><b>Estratégia:</b> quais riscos são inerentes à estratégia?</li>
<li><b>Stakeholders:</b> quanto e quais tipos de risco podem assumir?</li>
<li><b>Capacidade:</b> quanto risco a organização pode absorver?</li>
</ul>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Você pode estar com fome, mas por “n” motivos poderá não comer o suficiente para saciá-la. Assim como você poderá comer mais do que deveria. De qualquer maneira, haverá um problema: ou você continuará com fome ou acabará sentindo o estômago pesado.</p>
<p>Como explica David Hillson, o que devemos fazer é <strong>avaliar o comportamento que estamos tomando, compará-lo com nosso limite de risco e analisar se estamos assumindo a quantidade certa de riscos a fim de atingirmos nossos objetivos</strong>. As perguntas que você pode fazer são:</p>
<ul>
<li>Preciso mudar a maneira que estou agindo para que consiga alcançar minhas metas?</li>
<li>Preciso assumir mais ou menos riscos?</li>
<li>Preciso comer menos ou mais do que a fome que sinto, ou seja, aumentar ou diminuir meu Apetite ao Risco?</li>
</ul>
<p>As questões valem tanto para nós em nossas metas pessoais, quanto para nossas empresas e seus objetivos estratégicos. Para saber mais, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=eRxb9JgcQZs" target="_blank" rel="noopener">assista ao vídeo</a> em que David Hillson aborda o Apetite ao Risco e responde à pergunta: O quão faminto você é?</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/eRxb9JgcQZs?rel=0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Esperamos que este artigo tenha sido útil a você. Fique à vontade para compartilhá-lo com seus colegas. Aproveite que está aqui e acesse o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener">Glicando</a>, o blog da Glic Fàs, e fique por dentro de nossos materiais.</p>
<p>Créditos imagem: Pixabay por laurentvalentinjospi0</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/apetite-ao-risco/">Qual é o perfil da sua empresa quanto a apetite ao risco? E o seu?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://glicfas.com.br/apetite-ao-risco/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
