<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>TagsEstrutura Analítica de riscos| EAR| RBS| Risk Breakdown Structure &#8226; Glic Fàs</title>
	<atom:link href="https://glicfas.com.br/tag/estrutura-analitica-de-riscos-ear-rbs-risk-breakdown-structure/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://glicfas.com.br/tag/estrutura-analitica-de-riscos-ear-rbs-risk-breakdown-structure/</link>
	<description>Consultoria em gestão de negócios, projetos e riscos</description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Nov 2018 14:48:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>O que é e para que serve a Estrutura Analítica de Riscos?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/estrutura-analitica-de-riscos-2/</link>
					<comments>https://glicfas.com.br/estrutura-analitica-de-riscos-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 10:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Estrutura Analítica de riscos| EAR| RBS| Risk Breakdown Structure]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.glicfas.com.br/?p=12770</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Estrutura Analítica de Riscos (EAR) permite o agrupamento de riscos por categorias. Confira os benefícios e usos da EAR.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/estrutura-analitica-de-riscos-2/">O que é e para que serve a Estrutura Analítica de Riscos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Riscos têm a ver com quaisquer acontecimentos não planejados e que podem ter um impacto negativo nos custos, prazos ou qualidade de um projeto, bem como em qualquer outra esfera de um negócio. Se a função de um bom gerente de projeto é a de gerenciar os riscos de maneira eficaz para manter o projeto no rumo certo, o mesmo se aplica aos outros gestores de uma organização, afinal, em uma corporação existem os mais variados <a href="https://www.glicfas.com.br/blog/tipos-de-riscos/">tipos de riscos</a>.</p>
<p>Cada risco tem uma origem. Por exemplo, o risco de pegar um resfriado pode ter origem numa saída de casa sem guarda-chuva em um dia que você é surpreendido por um temporal, ou quando você vai trabalhar achando que o dia será quente e acaba passando frio.</p>
<p>Em uma empresa acontece a mesma coisa. Dentre os riscos externos temos os relacionados à economia. Um risco econômico pode ter sua origem no mercado financeiro, em uma mudança nas taxas de importação/exportação, na queda da bolsa, e assim por diante. Um risco de ordem mais técnica pode ser originário de problemas com a tecnologia sendo utilizada, com o desempenho das máquinas etc.</p>
<p>Como você pode ver, são muitas as variáveis relacionadas a um risco. Quanto mais madura a empresa está na <a href="https://www.glicfas.com.br/blog/como-a-gestao-de-riscos-pode-salvar-seu-negocio/" target="_top">Gestão de Riscos</a>, mais aumenta a lista de possíveis riscos que podem interferir no seu desempenho e em seus resultados. Imagine, então, o trabalho para gerenciar uma quantidade cada vez maior de riscos. Você vai concordar que a tarefa não parece nada fácil, não é mesmo?</p>
<p>Para ajudar a colocar ordem na casa é que a Gestão de Riscos tem o que é conhecido por <strong>Estrutura Analítica de Riscos (EAR)</strong>.</p>
<h2>O que é Estrutura Analítica de Riscos?</h2>
<p>Do inglês <b>Risk Breakdown Structure (RBS)</b>, a <b>Estrutura Analítica de Riscos</b> <b>(EAR)</b> <b>é uma ferramenta pela qual você agrupa riscos e organiza-os em categorias</b>. Cada categoria é então dividida em níveis, sendo que cada nível detalha a fonte de riscos para seu projeto, atividade, área e/ou empresa. Portanto, <strong>a EAR é uma estrutura hierárquica de possíveis fontes de risco.</strong></p>
<p>A Estrutura Analítica de Riscos possibilita a identificação das dependências de risco justamente por quebrar cada risco em níveis. David Hillson, da <a href="http://risk-doctor.com/">Riskdoctor.com</a>, define a EAR como:</p>
<p>“Um agrupamento de riscos do projeto orientado para a origem que organiza e define a exposição total ao risco do projeto. Cada nível descendente representa uma definição cada vez mais detalhada de fontes de risco para o projeto.”</p>
<p>A definição aborda a gestão de projetos, mas ressaltamos que a Estrutura Analítica de Riscos pode – e deve – ser utilizada como ferramenta de gestão dos mais variados tipos de riscos, desde os relacionados aos projetos até aqueles do planejamento estratégico.</p>
<h3>Exemplo de Estrutura Analítica de Riscos</h3>
<p>A EAR é visual e para você entender melhor, vamos resgatar o exemplo que demos no artigo <a href="https://www.glicfas.com.br/blog/tipos-de-riscos/">Por que classificar riscos em diferentes tipos de riscos?</a>.</p>
<p><img decoding="async" alt="https://i1.wp.com/www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2018/10/tiposderiscosrbs.jpeg?w=1170" src="https://i1.wp.com/www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2018/10/tiposderiscosrbs.jpeg?w=1170" style="width:567px; height:418px"/></p>
<p>Ao observar a figura, você verá que <b>cada área de risco é</b> <b>dividida em níveis</b>. Essa é a razão pela qual é mais fácil identificar, analisar e comunicar os riscos que afetam um projeto ou o negócio como um todo.</p>
<p>À medida que você se aprofunda em cada nível é possível identificar possíveis gatilhos de risco, o que ajudará na resposta eficaz às ameaças. Não podemos esquecer ainda que quando os riscos ficam visualmente mais expostos e fáceis de serem identificados e analisados (como em uma EAR), fica mais fácil de entender as possíveis ameaças e, portanto, mais fácil de planejar-se para evitar consequências negativas.</p>
<h2>Vantagens em utilizar a Estrutura Analítica de Riscos</h2>
<p>Conforme citado por por David Hillson no artigo intitulado <a href="http://www.risk-doctor.com/pdf-files/rbs1002.pdf">Use a risk breakdown structure (RBS) to understand your risks</a>,“categorizar riscos de acordo com a EAR fornece uma série de informações adicionais sobre a avaliação da exposição ao risco no projeto, informações essas que não estariam disponíveis a partir de uma lista simples de riscos&#8221;. Sendo assim, os benefícios da Estrutura Analítica de Riscos incluem:</p>
<ul>
<li>Compreender o tipo de exposição ao risco;</li>
<li>Expor as fontes mais significativas de risco;</li>
<li>Revelar as causas raiz do risco;</li>
<li>Indicar áreas de dependência ou correlação entre riscos;</li>
<li>Focar no desenvolvimento de respostas a riscos em áreas de alto risco;</li>
<li>Permitir que respostas genéricas sejam desenvolvidas para causas raiz ou grupos de riscos dependentes;</li>
<li>Criar processos para a execução dos planos de resposta aos riscos de acordo com o tipo de risco e com a alçada de decisão dentro da empresa (maior agilidade).</li>
</ul>
<h2>Quais são os usos de uma EAR?</h2>
<p>Conforme David Hillson destacou no artigo mencionado, a Estrutura Analítica de Riscos pode ser utilizada em situações como:</p>
<ul>
<li><b>Identificação de riscos:</b> é possível usar a EAR para estruturar listas de riscos identificados por outros métodos (como brainstorming ou análise de SWOT). Ela também permite a identificação de possíveis lacunas ou pontos cegos na definição dos riscos. Portanto, sua utilização para estruturar a tarefa de identificação de riscos fornece a garantia de que todas as fontes comuns de risco sejam exploradas.</li>
<li><b>Avaliação dos riscos:</b> os riscos identificados podem ser categorizados por sua origem, alocando-os aos vários elementos da EAR. Isso permite que áreas de concentração de risco dentro da estrutura sejam identificadas, indicando quais fontes de risco são mais significativas para o projeto.<br />	A Estrutura Analítica de Riscos possibilita que sejam identificadas, também, as áreas em que os riscos são mais graves. Para isso, recomendamos a <a href="https://www.glicfas.com.br/blog/mapeamento-de-riscos/" target="_blank">Matriz de Impacto x Gravidade</a>.</li>
<li><b>Planejamento de resposta:</b> uma vez identificados os riscos &#8211; e a relação impacto x gravidade &#8211; deve-se planejar as respostas (ou seja, o tratamento que será dado a cada risco identificado). A EAR é uma ferramenta que oferece grande auxílio, pois permite que seja mais fácil relacionar uma resposta com cada fonte ou área de risco. Falamos sobre o planejamento de respostas <a href="https://www.glicfas.com.br/blog/como-a-gestao-de-riscos-pode-salvar-seu-negocio/" target="_blank">neste post</a>.</li>
<li><b>Comparação de projetos ou propostas:</b> como a EAR apresenta uma estrutura na qual riscos identificados em cada projeto ou proposta são estruturados da mesma forma, é possível fazer uma comparação direta entre dois ou mais projetos ou propostas.</li>
<li><b>Lições aprendidas:</b> talvez uma das tarefas mais difíceis na revisão do Gerenciamento de Riscos seja a de estruturar as informações para que possam ser referenciadas e utilizadas para projetos futuros. A EAR fornece um formato padrão para analisar informações relacionadas aos riscos, pois a análise revelará riscos que ocorrem com frequência, permitindo que riscos genéricos sejam identificados e registrados para referência futura, juntamente com respostas eficazes.<br />	Caso a análise de rotina das revisões indicar que um risco particular esteja ocorrendo repetidamente, então respostas preventivas podem ser desenvolvidas e implementadas. Além disso, listas de verificação de identificação de risco também podem ser atualizadas e mantidas para incluir riscos comuns ou genéricos.</li>
</ul>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Uma Gestão de Riscos eficaz requer, em primeiro lugar, o bom entendimento de todos os riscos que podem afetar uma organização, área, projeto ou atividade. O primeiro passo é ter precisão na identificação de riscos e, como procuramos mostrar neste post, a Estrutura Analítica de Riscos é uma poderosa ferramenta. Isso porque ao quebrar cada risco em níveis ela possibilita a identificação das dependências de risco. Assim, <strong>a EAR ajuda a fornecer novos insights sobre a exposição da empresa/área/projeto/atividade ao risco</strong>.</p>
<p>Caso você tenha interesse em saber mais, ou tenha ficado com alguma dúvida, fique à vontade para entrar em contato conosco. E se este artigo foi sido útil a você, compartilhe-o com seus colegas. Aproveite que está aqui e acesse o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/">Glicando</a>, o blog da Glic Fàs, e fique por dentro de nossos materiais.</p>
<p>Créditos imagem: Unsplash por Kaleidico</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/estrutura-analitica-de-riscos-2/">O que é e para que serve a Estrutura Analítica de Riscos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://glicfas.com.br/estrutura-analitica-de-riscos-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
