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	<title>TagsGestão de riscos|mapeamento de riscos &#8226; Glic Fàs</title>
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	<description>Consultoria em gestão de negócios, projetos e riscos</description>
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		<title>Como desenvolver o mapeamento de riscos do seu negócio?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/mapeamento-de-riscos/</link>
					<comments>https://glicfas.com.br/mapeamento-de-riscos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de riscos|mapeamento de riscos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Mapeamento de Riscos de Negócio oferece uma visão abrangente da probabilidade e do impacto dos riscos de uma organização. Confira!</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/mapeamento-de-riscos/">Como desenvolver o mapeamento de riscos do seu negócio?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC</strong> (“Código do IBGC”), no item 2 de sua 3ª edição, destaca que:</p>
<blockquote><p>“Gerenciamento de riscos: o Conselho de Administração deve assegurar-se de que a Diretoria identifique preventivamente – por meio de sistema de informações adequado – e liste os principais riscos aos quais a sociedade está exposta, sua probabilidade de ocorrência, bem como as medidas e os planos adotados para sua prevenção ou minimização”.</p></blockquote>
<p>O IBGC segue, e enfatiza que o Conselho de Administração deve ter uma atitude proativa em identificar os riscos. Vamos um pouco mais além e dizemos que entender os <a href="https://www.glicfas.com.br/blog/riscos-corporativos/" target="_blank" rel="noopener">riscos corporativos</a> é uma obrigação de todos os gestores. Ao tê-los mapeados, é possível analisá-los de forma mais precisa, identificando a probabilidade de ocorrência e o impacto que o risco teria em determinada área e, consequentemente, na organização como um todo.</p>
<p>Por ser a Gestão de Risco essencial nas empresas, neste artigo destacaremos o <strong>Mapeamento de Riscos de Negócios</strong>.</p>
<h2>Entendendo o Mapeamento de Riscos</h2>
<p><strong>Toda empresa deve identificar as exposições em que acredita estar sujeita</strong>. Riscos financeiros, econômicos, sociais, políticos, de saúde e segurança, ambientais, operacionais, estratégicos, de conformidade e jurídicos são exemplos de riscos corporativos que podem afetar as operações de uma organização.</p>
<p>Quando gestores identificam os riscos, os tomadores de decisão conseguem se antecipar a possíveis problemas que possam afetar as metas e/ou impactar na imagem organizacional. Portanto, <strong>o Mapeamento de Riscos Corporativos de Negócios possibilita que a empresa esteja um passo a frente. Ao invés de apagar incêndios ela se antecipa a eles. É a atitude proativa no lugar de uma mais reativa</strong>.</p>
<p>Conforme veremos mais adiante, o Mapeamento de Riscos de Negócios é uma ferramenta visual. Para entender um pouco mais sobre ele, tenha em mente que, <b>justamente por ajudar a identificar os riscos que precisam de mais atenção, trata-se de um componente crítico do Gerenciamento de Riscos Corporativos</b>.</p>
<h2>Por que é importante criar um Mapa de Riscos?</h2>
<p>O Mapeamento de Riscos de Negócios oferece uma visão abrangente da probabilidade e do impacto dos riscos de uma organização. Isso é especialmente importante por dois pontos:</p>
<ul>
<li>Um mapa de riscos adiciona precisão à estratégia de avaliação de risco de uma empresa, garantindo, desse modo, a priorização dos esforços para gerenciar esses riscos.</li>
<li>A priorização permite que gestores concentrem tempo e dinheiro nos riscos mais potencialmente prejudiciais.</li>
</ul>
<p>Conforme você entenderá a seguir, o Mapeamento de Riscos de Negócios requer que cada risco e suas causas/consequências sejam avaliados individualmente. Por meio dele, o ambiente de risco passa a ser visualizado como um todo, o que dá uma noção melhor do impacto de cada risco para uma área e para a organização inteira. Muitas vezes, um risco é identificado em um determinado departamento e percebe-se que ele pode impactar muito mais em outra área. Esse é o motivo pelo qual dizemos também que o Mapeamento de Riscos melhora inclusive a comunicação interdepartamental.</p>
<p>Sobre a priorização, com recursos limitados, é importante ser estratégico sobre as técnicas de <strong>mitigação de riscos</strong>. O mapeamento permite determinar as etapas a serem seguidas primeiro: como por exemplo, implementar táticas de prevenção para os riscos mais frequentes e graves antes de passar para os outros. Esse método de priorização garante que gestores abordem os riscos com maior potencial para causar danos à sua organização.</p>
<p>Por fim, como o Mapeamento de Riscos é visual, qualquer colaborador poderá entender as ameaças mais proeminentes em seu setor ou local de trabalho. Ou seja, não é algo que fica preso somente à gerência.</p>
<h2>Como realizar o Mapeamento de Riscos de Negócios?</h2>
<p>Todas as atividades de uma organização envolvem riscos, que são eventos causados ​​por incertezas. Conforme comentamos <a href="https://www.glicfas.com.br/blog/riscos-corporativos/" target="_blank" rel="noopener">neste artigo</a>, eles podem ter um efeito positivo ou negativo. E como identificá-los?</p>
<p>Este é o primeiro passo do Mapeamento de Riscos de Negócios: a <b>identificação de possíveis riscos</b>. Para identificá-los, é recomendado que cada gestor faça um <b>brainstorming</b> com a equipe. Se a responsabilidade for do Conselho de Administração, destacamos que o mesmo deve envolver os gestores, pois eles são os que melhor conhecem de seus departamentos.</p>
<p>Na análise de risco, o risco é tradicionalmente definido como uma função de probabilidade e impacto. Sendo assim, após identificados, os riscos devem ser analisados com relação à probabilidade de um evento ocorrer e suas consequências, isto é, os impactos do risco. A isto damos o nome de <strong>Matriz de Impacto e Probabilidade</strong>.</p>
<h2>Matriz de Impacto e Probabilidade para Mapear Riscos</h2>
<p>Reforçando: a Matriz de Impacto e Probabilidade baseia-se no princípio de que um risco tem duas dimensões principais:</p>
<ul>
<li><b>Probabilidade:</b> um risco é um evento que &#8220;pode&#8221; ocorrer. A probabilidade de ocorrer pode variar de um pouco mais de 0% a um pouco menos de 100%. Observe que risco trata de incerteza, por isso não podemos identificá-lo como 100% de probabilidade de ocorrência, porque então seria uma certeza, não um risco. Assim como não pode ser exatamente 0%, ou não seria um risco.</li>
<li><b>Impacto:</b> todo risco tem um impacto. O tamanho do impacto varia de acordo com a questão sendo avaliada. Por exemplo, para uma empresa Y uma nova legislação na saúde e segurança pode ter um impacto alto, pois ela precisará fazer investimentos, enquanto que para outra, um pouco mais preparada, o impacto pode ser bem menor.</li>
</ul>
<p>Após identificados os riscos, os mesmos devem ser colocados em um gráfico (mapa) que permite avaliá-los em ambas as dimensões (impacto e probabilidade). A probabilidade de um risco ocorrer é representada em um eixo do gráfico, enquanto que seu impacto, caso ocorra, estará no outro eixo.</p>
<p>A Matriz de Impacto e Probabilidade pode ser feita em um gráfico com quatro quadrantes. Veja a seguir:</p>
<p><img decoding="async" style="width: 329px; height: 295px;" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2018/10/1537196406742698.png" alt="" /></p>
<p><b>Riscos no Quadrante 1</b></p>
<ul>
<li>Alto impacto e Alta probabilidade de ocorrência</li>
<li>Ações de mitigações são obrigatórias e devem ter prioridade</li>
</ul>
<p><b>Riscos no Quadrante 2</b></p>
<ul>
<li>Baixo impacto e Alta probabilidade de ocorrência</li>
<li>Geralmente, são riscos cotidianos e devem ser monitorados constantemente</li>
<li>Se não gerenciados, suas consequências serão tão graves quanto os riscos do quadrante 1</li>
</ul>
<p><b>Riscos no Quadrante 3</b></p>
<ul>
<li>Alto impacto e baixa probabilidade de ocorrência</li>
<li>Geralmente são riscos que fogem do controle dos gestores (riscos externos)</li>
<li>Recomenda-se um plano de contingência</li>
</ul>
<p><b>Riscos no Quadrante 4</b></p>
<ul>
<li>Baixo impacto e Baixa Probabilidade de ocorrência</li>
<li>São riscos aceitáveis</li>
<li>Devem ser monitorados, mas não com tanta frequência</li>
</ul>
<p>Portanto, observe que:</p>
<ol>
<li>Primeiro deve-se fazer um brainstorming dos riscos. Esse brainstorming pode ser dirigido ou não pelo banco de dados históricos dos riscos da organização ou segmento de mercado;</li>
<li>Os riscos identificados são colocados na Matriz de Impacto e Probabilidade. O quadro representado pelos riscos posicionados na matriz de probabilidade e impacto denomina-se Mapa de Riscos;</li>
<li>Define-se os riscos que serão priorizados, ou seja, que serão tratados por serem inadmissíveis (quadrantes 1 e 2).</li>
</ol>
<p>Em alguns segmentos, você deverá prestar muita atenção até mesmo naqueles riscos mais improváveis, mas que envolvem lesões ou perda de vidas humanas, por exemplo. Certifique-se de que estes riscos estão mapeados corretamente.</p>
<h2>Para fechar: e depois do Mapeamento?</h2>
<p>Após realizar o mapeamento de cada risco identificado no brainstorming, desenvolva uma resposta para cada um, de acordo com sua posição no gráfico. Não esqueça que:</p>
<ul>
<li>Os riscos de alta probabilidade e alto impacto são os mais críticos e deve haver um esforço maior para gerenciá-los.</li>
<li>Os riscos de baixa probabilidade e alto impacto, e os riscos de alta probabilidade e baixo impacto devem ser os próximos em prioridade, embora você possa adotar estratégias diferentes para cada um deles.</li>
</ul>
<p>Neste artigo mencionamos o Mapeamento de Riscos de Negócios para tratar dos riscos corporativos. Todavia, lembre-se que ele pode ser utilizado para mapear riscos de projetos. Seja como for, a empresa deve tentar lidar com todos os riscos que possam surgir. E, como procuramos mostrar, isso só será possível uma vez que eles forem corretamente mapeados.</p>
<p>Para encerrar, que tal <a href="https://www.glicfas.com.br/blog/riscos-corporativos/" target="_blank" rel="noopener">entender os riscos corporativos de seu negócio</a>? Saiba tudo <a href="https://www.glicfas.com.br/blog/riscos-corporativos/" target="_blank" rel="noopener">neste artigo</a>. Caso queira ficar por dentro de outros materiais, acesse o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener">Glicando</a>, o blog da Glic Fàs. E se você gostou deste post, fique à vontade para compartilhá-lo com seus colegas.</p>
<p>Créditos imagem: Unsplash por rawpixel</p>
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