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	<title>Arquivos Pequenas e médias empresas - PMEs &#8226; Glic Fàs</title>
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	<description>Consultoria em gestão de negócios, projetos e riscos</description>
	<lastBuildDate>Wed, 17 Jul 2019 18:43:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Maturidade na gestão de negócios de pequenas e médias empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 11:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Governança corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenas e médias empresas - PMEs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como os processos, metodologias e práticas internas da sua empresa têm evoluído? Sua empresa atingiu a maturidade na gestão de negócios?</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/maturidade-na-gestao-de-negocios/">Maturidade na gestão de negócios de pequenas e médias empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No livro <strong>Os ciclos de vida das organizações</strong>, o autor, Ichak Adizes, estabelece os estágios pelos quais passa uma empresa. De acordo com ele, quando um negócio atinge a maturidade precisa se reinventar e recuperar a energia. Do contrário, pode morrer ou entrar para a fase do envelhecimento. Empresas maduras, por serem lucrativas e com “tudo funcionando do jeito certo”, possuem um alto risco de não conseguirem enxergar a necessidade de se reeinventarem e, por consequência, de terem uma gestão acomodada.</p>
<p>Com isso, chegamos na primeira lição: maturidade não significa cruzar os braços e deixar a empresa caminhar sozinha. Organizações que não querem descer a curva do ciclo evolutivo precisam <b>evoluir continuamente</b>. Assim é com o ciclo de vida de uma empresa (<a href="https://www.glicfas.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neste e-book</a> explicamos tudo bem detalhadamente), mas, como se dá a <b>maturidade na gestão de negócios</b>?</p>
<h2>O que é maturidade na gestão de negócios?</h2>
<p>Antes de responder à pergunta, precisamos entender o que é maturidade de forma geral. Uma pessoa madura é aquela que possui conhecimentos adquiridos pela experiência e por aprendizados diversos, e sabe fazer com que esse conhecimento atue em seu favor. São pessoas que conseguem pensar com mais clareza em momentos difíceis e manter a calma.</p>
<p><strong>Assim como a maturidade de uma pessoa é vista a partir da forma que ela interiorizou seus conhecimentos e experiências durante sua vida, a maturidade na gestão de negócios de pequenas e médias empresas têm a ver com a maneira pela qual seus processos, metodologias e práticas internas foram evoluindo<span style="background:white">.</span></strong></p>
<p><span style="background:white">Observe que maturidade depende da natureza das atividades na organização, isto é, como as mesmas são conduzidas. Por exemplo, um gerenciamento de projetos definido como maduro é aquele que incorpora &#8211; na estrutura, cultura e operações de uma organização &#8211; processos, ferramentas, sistemas e metodologias estruturados. É também aquele cujos gerentes de projeto sabem <a href="https://www.glicfas.com.br/importancia-do-gerenciamento-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">lidar com riscos</a> de todas as formas e gravidades.</span></p>
<p><span style="background:white">Isso significa que tanto uma empresa de pequeno quanto de grande porte podem ser imaturas se, por exemplo, suas práticas internas forem mais reativas do que proativas e planejadas. Portanto, a segunda lição que temos é: <strong>o nível de maturidade na gestão de negócios não pode ser definido pelo tamanho de uma empresa, nem pelo seu tempo de mercado.</strong> </span></p>
<h2><span style="background:white">O perigo do comodismo</span></h2>
<p><span style="background:white">Como comentamos na introdução deste artigo, </span>Adizes chama atenção para um perigo que sofre muitas das organizações que atingiram a maturidade: o comodismo.<span style="background:white"> A Kodak é um exemplo clássico de empresa que chegou no nível de maturidade, estacionou e o resto da história você já sabe.</span></p>
<p><span style="background:white">Em um mercado em constante evolução, toda empresa, para continuar a atender a demanda do cliente de forma eficiente e lucrativa, precisa <b>constantemente melhorar serviços e produtos</b>. Seu desempenho deve ser aprimorado em um <b>processo contínuo e evolutivo</b>. Por isso, maturidade na gestão de negócios significa melhorar sem cessar. </span></p>
<p><span style="background:white">Dessa maneira, processos e <a href="https://www.glicfas.com.br/governanca-corporativa-controles-internos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">controles internos</a> são sempre executados de forma robusta e decisões são precisamente tomadas com frequência. Esses itens, como você bem sabe, são essenciais para qualquer organização que queira atingir altos padrões de competitividade. E, como você também sabe, para uma organização manter-se competitiva ela precisa estar em constante evolução. Se uma empresa precisa sempre evoluir, logo, o atingimento da maturidade na gestão de negócio não é sinônimo de acomodação.</span></p>
<h2><span style="background:white">Como a maturidade na gestão de negócios é expressa?</span></h2>
<p><span style="background:white">Pessoas, processos, dados, tecnologias e medições. São esses cinco itens que podem apresentar o quão madura é uma empresa em sua gestão.</span></p>
<ul>
<li><strong>Pessoas:</strong> a maturidade na gestão de negócios pode ser percebida quando há um forte senso de trabalho em equipe em toda a organização e todos sentem-se envolvidos na melhoria dos processos.</li>
<li><strong>Processos: </strong>em gestões maduras os <a href="https://www.glicfas.com.br/como-fazer-mapeamento-de-processos-de-gestao-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">processos são continuamente e sistematicamente melhorados</a>.</li>
<li><strong>Dados: </strong>empresas com gestão madura são data-driven (guiadas por dados), ou seja, gestores baseiam-se em dados para analisar decisões, realizar melhorias em processos, gerenciar riscos etc.</li>
<li><strong>Tecnologias: </strong><a href="https://www.glicfas.com.br/avancos-tecnologicos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">novas tecnologias</a> são implementadas de forma proativa.</li>
<li><strong>Medição:</strong> dados são constantemente medidos e acompanhados.</li>
</ul>
<p>A maturidade na gestão de negócios não se baseia somente nos cinco itens acima. Importante destacar que ela é também expressa pela capacidade de uma organização em<strong> atuar com melhoria contínua em cada uma das disciplinas específica (gestão de riscos, gestão de projetos, gestão de desempenho, para citar alguns exemplos)</strong>. Quanto maior a maturidade, maiores serão as chances de que incidentes ou erros diminuam e, quando ocorrerem, levem a melhorias.</p>
<p>A maturidade não é um fim em si mesma. Por ser tratar de uma evolução contínua, cada dimensão da empresa deve estar em constante transformação para atender às mudanças internas e externas que são cada vez mais frequentes.</p>
<p>É uma conta simples: para uma empresa adaptar-se às demandas ela precisa melhorar seu gerenciamento sempre. A fim de que isso seja possível é necessário ter pessoas motivadas e que realmente vistam a camisa. Este é o motivo pelo qual a <strong>cultura </strong>também influencia na conquista da maturidade do gerenciamento.</p>
<p>Com isso, queremos dizer que definir a maturidade na gestão de negócios vai muito além do que apenas avaliar como uma empresa gerencia suas pessoas, seus processos, riscos e assim por diante. Tem também a ver com o modo como ela trabalha com a cultura e com a melhoria contínua, e como ela busca constantemente por melhores resultados.</p>
<p>Ainda, ressaltamos que uma empresa pode ter atingido a maturidade em uma área de gestão e estar ainda patinando em outra. Em muitos casos a conquista da maturidade não ocorre de forma homogênea nas diferentes áreas de gerenciamento. No entanto, para que a gestão como um todo possa evoluir e ser chamada de madura é fundamental avaliar o que precisa ser melhorado, pois qualquer gargalo em uma área de gestão pode representar uma barreira para o desenvolvimento do negócio.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Controles internos, gestão de risco, governança corporativa e gestão de processos são apenas alguns dos itens que quando executados com excelência demonstram o atingimento da maturidade na gestão de negócios. Caso você queira mais materiais a respeito dos temas citados, clique nos links a seguir:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/category/blog/gestao-de-negocios/governanca-corporativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Governança Corporativa</a></li>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/category/blog/gestao-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gestão de Negócios</a></li>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/category/blog/riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gestão de Riscos</a></li>
</ul>
<p>Para encerrar, já que o tema foi maturidade na gestão de negócios de pequenas e médias empresas, você sabe dizer como está a sua empresa no ciclo evolutivo? Desenvolvemos um e-book que vai ajudar você a responder à questão e a melhor definir estratégias que garantam a perenidade do seu negócio. <a href="https://materiais.glicfas.com.br/05307cafee93f2b844e8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Baixe-o gratuitamente</a>.</p>
<p>Este artigo foi útil a você? Em caso afirmativo, fique à vontade para compartilhá-lo com seus colegas. E para ficar por dentro de nossos outros materiais, acesse o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando</a>, o blog da Glic Fàs.</p>
<p>Créditos imagem: Pixabay por OpenClipart-Vectors</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/maturidade-na-gestao-de-negocios/">Maturidade na gestão de negócios de pequenas e médias empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
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		<title>Desafios da gestão de negócios de pequenas e médias empresas</title>
		<link>https://glicfas.com.br/desafios-da-gestao-de-negocios-de-pequenas-e-medias-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2019 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenas e médias empresas - PMEs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais são os obstáculos que a gestão de organizações de pequeno e médio porte enfrentam? Abordamos 4 desafios e algumas maneiras de superá-los.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/desafios-da-gestao-de-negocios-de-pequenas-e-medias-empresas/">Desafios da gestão de negócios de pequenas e médias empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Deloitte em parceria com a revista Exame realizou um <a href="https://www2.deloitte.com/br/pt/pages/strategy/articles/pequenas-medias-empresas-mais-crescem-Brasil.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo denominado &#8220;As PMEs que mais crescem no Brasil em 2018&#8221;</a>. De acordo com a análise, somadas as receitas das 100 empresas participantes do ranking, em 2017 essas pequenas e médias organizações tiveram um crescimento anual de 33% – maior do que os 30% registrados em 2016.</p>
<p>Ainda segundo a publicação, as organizações emergentes saíram da fase de cortes de gastos e redução de investimentos para entrarem em outra: a de geração de receita. Por esse motivo, na agenda a preocupação delas está em lançar produtos, em fusões e aquisições e em entrar em novos mercados. Em termos de questões estratégicas, são dois principais focos distintos, com líderes preocupados nas pessoas e com o entendimento de que é necessário inserir tecnologia no contexto corporativo.</p>
<p>A pesquisa citada está em sua 13ª edição. Durante esse período, perceberam-se mudanças na receita líquida, número de funcionários, DREs, índice de endividamento etc. Todavia, existe algo que é imutável ano após ano: o fato de que o<strong> sucesso de uma empresa nunca é alcançado sem obstáculos</strong>. Gerenciar um negócio é lidar com <a href="https://www.glicfas.com.br/riscos-corporativos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">riscos</a> em base diária. Então, quais são os desafios da gestão de negócios de pequenas e médias empresas?</p>
<h2>1 – Retenção de talentos</h2>
<p>Pense nos funcionários que possuem habilidades de missão crítica nas quais sua empresa confia. São funcionários que, se saírem, vão fazer muita falta, especialmente se forem os <a href="https://www.glicfas.com.br/gestao-do-conhecimento-para-pequenas-e-medias-empresas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">únicos detentores de conhecimentos essenciais em suas atividades</a>. Na gestão de negócios de pequenas e médias empresas reter esses colaboradores é fundamental, mas nem sempre é possível.</p>
<p>Seja pela busca por novos desafios, insatisfações quanto ao ambiente de trabalho ou o desejo de ter melhores salários, a verdade é que a retenção de talentos é algo que cada vez mais preocupa as PMEs. O assunto é tão importante que, conforme mostra a pesquisa citada no início, a pauta de investimentos das pequenas e médias organizações emergentes de maior crescimento é precedida pela gestão de pessoas.</p>
<p>Para mais de 60% das PMEs participantes do ranking, nos próximos três anos a prioridade é investimento em benefícios, salários e treinamentos. O objetivo é conseguir ter um quadro de funcionários motivados e qualificados. E essa, como comentamos no artigo <span style="background:yellow">Boas práticas para identificação e retenção de talentos</span>, é uma receita para gestores que querem manter seus colaboradores na empresa.</p>
<p>Uma prática para atrair e reter os melhores talentos adotada por uma parcela expressiva das organizações que figuram no ranking é o incentivo financeiro. A pesquisa da Deloitte e Exame mostram que 83% das PMEs de maior crescimento realizaram investimentos na formação de pessoas.</p>
<h2>2 – Crescer com controles e processos formais</h2>
<p>Infelizmente, ainda vivenciamos organizações que iniciam sem <a href="https://www.glicfas.com.br/controle-interno-e-gestao-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">controles internos</a> e boas práticas de gestão. À medida que crescem, vão percebendo a importância de garantir a responsabilidade empresarial com um ambiente de negócios transparente e saudável. Além disso, as necessidades de evitar fraudes e de ter um planejamento e relatórios financeiros mais precisos fica cada vez mais latente<span style="background:white"><span style='font-family:"Helvetica Neue",serif'><span style="color:#252525">.</span></span></span></p>
<p><span style="background:white">Por isso, não tem como falar de gestão de negócios de pequenas e médias empresas sem citar a importância da <a href="https://www.glicfas.com.br/governanca-corporativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Governança Corporativa (GC)</a>. Ao contrário do que muitos pensam, <a href="https://www.glicfas.com.br/governanca-corporativa-em-pmes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nunca é cedo para falar de GC</a> e abordamos o assunto <a href="https://www.glicfas.com.br/governanca-corporativa-em-pmes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neste post</a>. </span></p>
<p><span style="background:white">As empresas avaliadas na pesquisa da Exame também citaram a GC como um dos temas que mais as preocupam. Os riscos de conformidade abordados por elas incluem</span> fraude (mencionado em 62% das empresas do ranking), ameaças cibernéticas (62%), roubo interno (52%) e corrupção (51%). Mais uma vez, conseguimos ver a urgência em assuntos como <a href="https://www.glicfas.com.br/category/blog/riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gestão de riscos</a>, <a href="https://www.glicfas.com.br/category/blog/gestao-de-negocios/governanca-corporativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">governança</a> e <a href="https://www.glicfas.com.br/governanca-corporativa-controles-internos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">controles internos</a> fazerem parte da gestão de negócios de pequenas e médias empresas.</p>
<h2><span style="background:white">3 – Inovação</span></h2>
<p><span style="background:white">Chega a ser redundante hoje em dia falarmos no assunto. Com a força que questões como <a href="https://www.glicfas.com.br/transformacao-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Transformação Digital</a>, Inteligência Artificial, Machine Learning e Indústria 4.0 vêm ganhando, na gestão de negócios de pequenas e médias empresas o investimento em tecnologia deve ser também uma preocupação.</span></p>
<p><span style="background:white">Aliás, a publicação da Deloitte aponta que “</span>a ausência de formalização das práticas de inovação diminui a capacidade de as empresas captarem fundos disponíveis para projetos de pesquisa e desenvolvimento a custos subsidiados, bem como de participar de programas de incentivo a inovação por meio de isenções fiscais”.</p>
<p>Das PMEs emergentes de maior crescimento, 83% afirmam investir constantemente em tecnologia, 73% dizem ter um time dedicado à gestão da inovação e apenas 35% adotam uma estratégia formal de negócios que prioriza a inovação.</p>
<p>Ressaltamos aqui que ao falarmos em inovação não nos referimos apenas ao investimento em máquinas e equipamentos. Na gestão de negócios de pequenas e médias empresas o tópico tem a ver também com inovar nos produtos e serviços oferecidos, item essencial para que PMEs permaneçam competitivas.</p>
<h2>4 – Melhor preparar-se para o futuro</h2>
<p style="text-align:justify"><strong>A gestão de negócios de pequenas e médias empresas ainda é muito voltada para apagar incêndios, ao invés de pensar em estratégias para evitar que os mesmos aconteçam</strong>. Aqui, dois itens são fundamentais.</p>
<p>O primeiro é o <a href="https://www.glicfas.com.br/como-a-gestao-de-riscos-pode-salvar-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gerenciamento de riscos</a>, que tem a ver tanto com identificar oportunidades quanto com evitar ou mitigar perdas. Antecipar-se aos riscos é pensar estrategicamente. Segundo item para apoiar organizações a melhor prepararem-se para o futuro, o pensamento estratégico trata de criar uma estratégia que seja coerente com a visão e com os objetivos da empresa, e que traga resultados em longo prazo. Em outras palavras: criar estratégias para atender às demandas que surgirão.</p>
<p>O tema rende uma boa pauta, mas para não nos alongarmos no assunto deixamos aqui a sugestão de leitura do nosso ebook <a href="https://www.glicfas.com.br/pensamento-estrategico/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="border:none windowtext 1.0pt; padding:0cm">Você sabe o que é Pensamento Estratégico e como ele pode mudar o rumo da sua empresa?</span></a>.</p>
<p>Uma boa <a href="https://www.glicfas.com.br/mentoria-na-gestao-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">mentoria de gestão de negócios</a> é também indicada para empresas que querem prepar-se para o futuro, pois ela analisa as práticas de gestão em qualquer momento do ciclo de vida empresarial. Adicionalmente, define ações para apoiar o crescimento da organização<span style="background:white"><span style='font-family:"Helvetica Neue",serif'><span style="color:#252525">.</span></span></span> Destacamos também que pensar estrategicamente é requisito para <a href="https://www.glicfas.com.br/como-um-gestor-protagonista-muda-os-rumos-de-um-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gestores protagonistas</a>.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Acreditamos que esses itens são desafios importantes a serem enfrentados pela gestão de negócios de pequenas e médias empresas. Para ajudar você a lidar com esses obstáculos, além das dicas acima temos uma coletânea de materiais nos temas:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/category/blog/gestao-de-negocios/governanca-corporativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Governança Corporativa</a></li>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/category/blog/gestao-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gestão de Negócios</a></li>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/category/blog/riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gestão de Riscos</a></li>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/category/blog/gestao-de-negocios/transformacao-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Transformação Digital</a></li>
</ul>
<p>O que você achou deste artigo sobre desafios da gestão de negócios de pequenas e médias empresas? Se ele foi útil a você, fique à vontade para compartilhá-lo com seus colegas. E para ficar por dentro de nossos outros materiais, acesse o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando</a>, o blog da Glic Fàs.</p>
<p>Créditos imagem: Pixabay por Levente Lenart</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/desafios-da-gestao-de-negocios-de-pequenas-e-medias-empresas/">Desafios da gestão de negócios de pequenas e médias empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como desenvolver gestores para pequenas e médias empresas?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/desenvolvimento-de-gestores-para-pequenas-e-medias-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2019 11:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenas e médias empresas - PMEs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como realizar o desenvolvimento de gestores para pequenas e médias empresas? Se o profissional não possui aptidões, o que deve ser feito? Confira aqui.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/desenvolvimento-de-gestores-para-pequenas-e-medias-empresas/">Como desenvolver gestores para pequenas e médias empresas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo “<a href="https://www.thebalancecareers.com/why-its-time-to-change-views-on-management-4063555" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Why It&#8217;s Time to Change our Views on Management and the Job of Manager</a>” (Por que é hora de mudar nossas visões sobre Gestão e o Cargo de Gestor”), o autor, <a href="https://www.thebalancecareers.com/art-petty-2275038" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Art Petty</a>, comenta sobre o fato de que os termos &#8220;gestor&#8221; e &#8220;gerenciamento&#8221; tendem a ser mal interpretados. Na oportunidade, ele dá exemplos de seus alunos, os quais enxergam o gerenciamento como um trabalho de controle e não de criação. Burocracia e inflexibilidade são associados por eles quando pensam no assunto.</p>
<p>Uma visão completamente diferente sobre o papel de gestão é citada por Eric Ries, em seu livro “The Lean Startup”. No artigo mencionado, Petty fala sobre isso e cita uma entrevista de Ries, na qual ele diz:</p>
<blockquote><p>“Precisamos de gerenciamento mais do que nunca, porque estamos enfrentando cada vez mais incertezas. Devemos deixar de pensar sobre isso como uma maneira de organizar as pessoas. Gerenciar deve ser um&nbsp;modo de prever o futuro, manter as coisas em ordem e eliminar variações.”</p></blockquote>
<p>O papel do gestor atual não deve ser ligado a itens como burocracia, checklists e formas rígidas de pensar (como escreve Ries). Por isso, está mais do que na hora de <strong>tratarmos o desenvolvimento de gestores de forma séria</strong>. Este é o principal motivo pelo qual convidamos você a seguir com a leitura deste artigo, especialmente focado em gestores de pequenas e médias empresas.</p>
<h2>Quais são as habilidades de um gestor?</h2>
<p>A fim de tratar sobre desenvolvimento de gestores para pequenas e médias empresas, temos que começar abordando os skills que o profissional deve ter. A <a href="https://www.forbes.com/sites/lizryan/2018/02/11/ten-skills-every-manager-needs-but-90-of-them-lack/#4f057c001614" target="_blank" rel="noopener noreferrer">revista Forbes publicou um artigo</a> sobre 10 habilidades que todo gestor precisa, mas que são difíceis de encontrar.</p>
<p>De acordo com a publicação, todo gestor deve:</p>
<ol>
<li>Ser capaz de pedir e receber feedback de seus funcionários (sem ficar na defensiva);</li>
<li>Assumir a perspectiva do funcionário e ver as coisas do ponto de vista dele;</li>
<li>Entender como sua função se encaixa na organização como um todo e como o negócio compete no mercado. Aqui, a autora fala que muitos gestores entendem de suas áreas, mas sabem pouco sobre a indústria, o mundo ou eventos atuais.</li>
<li>Aprender a autorreflexão;</li>
<li>Saber reconhecer os funcionários, sem criticá-los&nbsp;toda vez que acontece um erro;</li>
<li>Defender seu time quando um outro gerente ou alguém superior pede algo que é inviável;</li>
<li>Administrar sua própria carreira, elaborando planos de carreira a longo prazo;</li>
<li>Aprender a se comunicar com pessoas de diferentes idades, personalidades, origens étnicas, religiões e escolhas políticas;</li>
<li>Construir uma relação de confiança, ao invés de&nbsp;buscar resultados a partir do medo;</li>
<li>Aprender a ser humano.</li>
</ol>
<p>Os itens citados no artigo da Forbes retratam características que gestores precisam ter atualmente. Somados a elas, temos aquelas habilidades básicas, mas essenciais:</p>
<ul>
<li>Técnicas e conceituais;</li>
<li>Humanas ou interpessoais;</li>
<li>Inteligência emocional;</li>
<li>De planejamento;</li>
<li>De comunicação e motivação;</li>
<li>De solução de problemas;</li>
<li>De tomar decisões e solucionar problemas.</li>
</ul>
<p>Como nosso foco é o desenvolvimento de gestores para pequenas e médias empresas, partimos da ideia de que queremos treinar alguém para assumir o cargo de gestão ou melhor desenvolver um atual gestor. Por isso, vamos à pergunta:</p>
<h2>Como fazer o desenvolvimento de gestores para pequenas e médias empresas?</h2>
<p>Para começar, o cargo de gestor não é para qualquer um. É&nbsp;preciso estar motivado para liderar e a pessoa deve entender que <strong>ser gestor é ser responsável também pelo sucesso dos outros</strong> (no caso, dos membros da equipe). Nem todos almejam isso, portanto, antes de pensar no desenvolvimento de gestores na sua empresa, é importante avaliar aqueles profissionais que realmente têm vontade de dar esse passo.</p>
<p>Logicamente, o gestor precisa ter a competência técnica para assumir a função. Um gerente de finanças que não sabe sobre orçamento não faz muito sentido, concorda?&nbsp;Ok, você tem a pessoa com habilidades técnicas para assumir a função de gerência, mas o que fazer se o profissional não possui outras habilidades e aptidões que permitam esse desenvolvimento?</p>
<p>Tenha em mente que muitas vezes, encontrar alguém pronto para ser gestor é difícil. Isso não significa que você precisa procurar no mercado, pois é possível, sim, trabalhar com o desenvolvimento de gestores dentro do seu negócio. A seguir elencamos três ações:</p>
<h3>Ofereça mentoria e coaching</h3>
<p>Como explicamos em <a href="https://www.glicfas.com.br/mentoria-na-gestao-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O que é Mentoria na Gestão de Negócios?</a>:</p>
<ul>
<li>Um coach foca em melhorar o desempenho do seu coachee. Esse desempenho pode ser tanto em aspectos de liderança quanto de negócios ou pessoais. Um coach leva seu cliente a um processo de desenvolvimento de habilidades por meio de questionamentos que guiam o coachee ao atingimento das metas desejadas.</li>
<li>Uma mentoria é um processo de orientação no qual um profissional mais experiente conduz seus mentorados rumo ao crescimento, sendo que o viés da mentoria é profissional. A Mentoria em Gestão de Negócios apoia os mentorados a desenvolverem ações ou tomarem decisões que superem barreiras e dificuldades que estejam bloqueando o sucesso da empresa.</li>
</ul>
<h3>Incentive a colaboração</h3>
<p>Recorrer a mentores e coaches é bom, mas o apoio de colegas também pode ser valioso. Para apoiar o desenvolvimento de gestores, organize sessões regulares para que os gerentes de primeira viagem compartilhem seus conhecimentos, dicas e problemas. Incentive a troca de ideias e faça com que gestores mais experientes possam ajudar os novatos.</p>
<p>Aproveitar atuais gestores internos não apenas ajuda&nbsp;no desenvolvimento de gestores iniciantes, como garante que haja uma cultura de aprendizado contínuo dentro da organização.</p>
<h3>Incentive o desenvolvimento de&nbsp;habilidades pessoais</h3>
<p>Como vimos, ser um gerente requer um conjunto muito específico de habilidades, em particular aquelas como empatia e inteligência emocional. Ao trabalhar com o desenvolvimento de gestores, uma dica é definir metas em torno desses skills para que o gestor iniciante possa manter o foco em seu desenvolvimento. Por exemplo, elabore um quadro com itens que precisam ser trabalhados, como:</p>
<ul>
<li>Fortalecimento das habilidades de escutar;</li>
<li>Inteligência emocional;</li>
<li>Domínio na resolução de conflitos;</li>
<li>Dar e receber feedback;</li>
<li>Entre outros.</li>
</ul>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Gestores guiam os times a alcançar os resultados que contribuirão para o crescimento da organização. Portanto, especialmente para pequenas e médias empresas, o trabalho de desenvolvimento de gestores é importante. Pense o seguinte:&nbsp;se a liderança vai mal e não passa confiança, como esperar que subordinados executem suas tarefas com eficiência?</p>
<p>As pequenas e médias organizações são mais sensíveis a quaisquer turbulências no ambiente interno. Às vezes, os resultados não estão como o esperado porque há falta de motivação nas equipes. E essa falta de motivação pode vir por uma habilidade que precisa ser desenvolvida no gestor. Percebe como tudo pode ser uma bola de neve?</p>
<p>Para evitar que uma avalanche atinja seu negócio, <strong>invista no desenvolvimento de gestores</strong>. O ideal é realizar um trabalho formal e muitas empresas são especializadas nisso. Para enriquecer a discussão, finalizamos com a sugestão de leitura do artigo: <a href="https://www.glicfas.com.br/como-um-gestor-protagonista-muda-os-rumos-de-um-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Como um gestor protagonista muda os rumos de um negócio?</a>.</p>
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<p>Créditos imagem: Unsplash por rawpixel</p>
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		<title>Gestão do conhecimento para pequenas e médias empresas</title>
		<link>https://glicfas.com.br/gestao-do-conhecimento-para-pequenas-e-medias-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2019 11:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenas e médias empresas - PMEs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A perda de conhecimento pode resultar em baixa na produtividade e lucratividade. Esse é um dos motivos pelos quais a Gestão do Conhecimento é crucial. Saiba mais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um colaborador sai da empresa, não é apenas uma mão de obra que é perdida. Ela deixa de contar com o conhecimento que aquele funcionário adquiriu. A perda do conhecimento &#8211; como de qualquer outro ativo &#8211; tem um custo, afinal, outra pessoa que entrar no lugar do antigo profissional precisará de um tempo para se adaptar ao cargo, assumir as responsabilidades e obter as informações necessárias para o exercício da função.</p>
<p>Para pequenas e médias empresas, perder o conhecimento pode não parecer envolver altos custos. Todavia, os impactos podem ser muito mais prejudiciais quando comparado com grandes corporações. A razão é simples: quanto menor o negócio mais vemos uma única pessoa responsável por áreas de conhecimento cruciais, como RH, TI ou finanças (o que não acontece nas grandes empresas, que contam com equipes maiores).</p>
<p>Além da perda de conhecimento, a produtividade também é afetada. Por consequência, a lucratividade é igualmente impactada. Para entender melhor sobre o tema, confira o artigo.</p>
<h2>O que é Gestão do Conhecimento?</h2>
<p>A <b>Gestão do Conhecimento</b> (do inglês <b>Knowledge Management</b> – KM) é o processo de capturar, distribuir, gerenciar e efetivamente usar o conhecimento em toda a empresa. Uma explicação mais completa vem do Gartner, que diz que a “Gestão de conhecimento é uma disciplina que promove uma abordagem integrada para identificar, capturar, avaliar, recuperar e compartilhar todos os ativos de informação de uma empresa. Esses ativos podem incluir bancos de dados, documentos, políticas, procedimentos e conhecimento e experiência previamente não capturados em trabalhadores individuais.”</p>
<p>São três os tipos de conhecimento envolvidos: tácito, explícito e implícito. Quando o conhecimento deriva da experiência pessoal, contexto ou prática (e que está preso no cérebro), damos o nome de <b>conhecimento tácito</b>. Assim, a Gestão do Conhecimento fornece os meios para que todo o conhecimento retido em cada colaborador seja facilmente compartilhado entre os membros da equipe. Isso significa que a empresa não deixa de usufruir do conhecimento de um funcionário que está de férias ou de atestado, por exemplo.</p>
<p>Com relação ao <b>conhecimento explícito</b>, que é codificado, tratamos de conhecimento que foi documentado e é facilmente acessível. Por ser de uma natureza simples, ele é muito mais fácil de armazenar e recuperar em um sistema de gerenciamento do&nbsp;conhecimento. No entanto, existe o desafio de garantir que ele seja revisado e atualizado constantemente.</p>
<p>Já o <b>implícito</b> está incorporado no processo, nas rotinas ou na cultura organizacional. Pode existir em um formato formalizado, como um manual ou diretrizes escritas, mas o conhecimento em si não é explícito. Em vez disso, ele geralmente vive da maneira que uma organização é executada.</p>
<h2>Por que a Gestão do Conhecimento é importante?</h2>
<p><i>“Como a sociedade mudou gradualmente para uma ‘economia da informação’, a necessidade de acesso à informação aumentou”.</i> A frase, retirada do artigo <a href="http://www.ejitime.com/materials/IDC%20on%20The%20High%20Cost%20Of%20Not%20Finding%20Information.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The High Cost of Not Finding Information</a> (O alto custo de não encontrar informações), já mostra o quanto evoluímos para a necessidade de adoção da Gestão do Conhecimento. Mas podemos ir um pouco além. De modo geral, dentre os motivos pelos quais a GC é importante, destacamos:</p>
<ul>
<li>Promove a inovação, uma vez que o conhecimento compartilhado pode inspirar ideias;</li>
<li>Garante que informações e recursos relevantes possam ser acessados pelos funcionários quando eles precisarem;</li>
<li>Mesmo se um colaborador sair da empresa, o conhecimento importante é mantido dentro do negócio;</li>
<li>Garante que sua organização efetivamente aproveite os conhecimentos existentes;</li>
<li><strong>Conhecimento e informação são ativos</strong>.</li>
</ul>
<p>A Gestão do Conhecimento para pequenas e médias empresas é particularmente crucial, pois elas tendem a sofrer mais erosão do conhecimento em casos como:</p>
<ul>
<li>Rotatividade de funcionários (turnover), especialmente quando os profissionais procuram por maiores salários oferecidos pelas grandes empresas.</li>
<li>Sucessão familiar, já que mudança de liderança pode fazer com que líderes e gestores deixem a empresa e levem consigo todo o conhecimento. Além disso, sem a gestão do conhecimento o dono, ao passar o bastão, pode levar consigo informações essenciais (por isso é importante a empresa ter um <a href="https://www.glicfas.com.br/planejamento-sucessorio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">plano de sucessão</a>).</li>
<li>Aquisição, quando uma empresa adquire ou assume a organização e isso, às vezes, resulta em rotatividade de funcionários.</li>
<li>Demissão.</li>
</ul>
<h2>Como adotar a Gestão do Conhecimento em pequenas e médias empresas?</h2>
<p>A Gestão de&nbsp;Conhecimento pode ser tão simples quanto ter uma sala de arquivos para armazenar contratos importantes ou tão complexa quanto a tecnologia de inteligência artificial que coleta, armazena e recupera informações.</p>
<p>Para que uma estratégia de Gerenciamento do Conhecimento seja implementada com sucesso, é importante que pequenas e médias empresas minimizem o tempo e os encargos financeiros da implementação. Abaixo elencamos alguns pontos importantes para colocar em prática a GC:</p>
<ol>
<li>Analise como sua empresa gerencia atualmente seus recursos de conhecimento. Identifique como ela recebe os dados de seus colaboradores, fornecedores, parceiros, clientes, mercado e produto.</li>
<li>Elenque todos os canais de informações e realize uma auditoria de como as mesmas são armazenadas, usadas e que benefícios sua empresa obtém dessa metodologia.</li>
<li>Verifique se há canais de informação que poderiam ser melhores utilizados. Por exemplo, as reclamações de clientes devem ser reconhecidas como informações sobre como melhorar processos e ofertas de serviços.</li>
<li>Conscientize os colaboradores sobre a Gestão do Conhecimento. Para isso, é importante definir e comunicar conceitos, desenvolver terminologia e criar um entendimento comum em toda a organização.</li>
<li>Documente processos e procedimentos e crie manuais, FAQs, boas práticas, lições aprendidas etc.</li>
<li>Alinhe a Gestão do&nbsp;Conhecimento com a estratégia de negócios, ou seja, os resultados esperados e como verificá-los.</li>
<li>Adote ferramentas de Gerenciamento de Conhecimento na nuvem que sejam simples de usar.</li>
<li>Use e abuse da tecnologia. Encontre soluções que tenham integrações com os programas e aplicativos que os funcionários já estão usando. Lembre-se de que o ideal é ter uma fonte central de informação. Se o conhecimento for distribuído por várias ferramentas, será difícil para as pessoas encontrarem o que precisam.</li>
</ol>
<p>Destacamos que <b>a Gestão do Conhecimento é um processo contínuo e evolutivo</b>. Há um ciclo constante de adicionar novo material e eliminar aqueles que estão desatualizados. Avalie continuamente sua estratégia e vá aprimorando-a sempre que necessário e de modo que ela acompanhe o crescimento da empresa.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Independentemente do seu tamanho, todas as organizações precisam de estratégia, sistemas e ferramentas de GC&nbsp;a fim de utilizarem o máximo de seus recursos de conhecimento. Para pequenos e médios negócios, essa gestão&nbsp;tem um papel ainda mais relevante, especialmente porque a rotatividade de funcionários tende a ser mais alta.</p>
<p>Seja qual for o seu negócio ou mercado, lembre-se que todos os seus colaboradores têm conhecimento valioso que vale a pena compartilhar. A partir do momento que sua organização tem uma estratégia de Gestão do Conhecimento implementada, os profissionais podem acessar a base de conhecimento para resolver e impedir futuros problemas.</p>
<p>Gostou desse artigo? Em caso afirmativo, compartilhe-o com seus colegas. Fique também à vontade para deixar um comentário. E se você tiver interesse em nossos outros materiais, acesse o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando</a>, o blog da Glic Fàs.</p>
<p>Créditos imagem: Pixabay por Angela_Yuriko_Smith</p>
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		<title>É possível adotar a Governança Corporativa em PMEs?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/governanca-corporativa-em-pmes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 11:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Governança corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenas e médias empresas - PMEs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Governança Corporativa em PMEs é um assunto pouco abordado. Neste artigo ajudamos você a entender como dar os primeiros passos em um programa de GC.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="background:white">As práticas de <a href="https://www.glicfas.com.br/governanca-corporativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">governança corporativa (GC)</a> são essenciais para aumentar o desempenho e a eficiência da empresa. </span>O natural é pensarmos em GC para grandes corporações. No entanto, <b>quanto mais cedo as práticas de Governança Corporativa em Pequenas e Médias Empresas (PMEs) forem adotadas, mais benefícios as organizações colherão principalmente em longo prazo</b>. Isso porque em linhas gerais a GC fornece um conjunto fundamental de ferramentas que pequenos e médios negócios podem utilizar como apoio à sobrevivência e ao crescimento competitivo.</p>
<p>Como a Governança Corporativa regula a maneira pela qual uma empresa é dirigida, ela resolve problemas referentes à ausência de controles e processos formais, tornando muito mais forte a imagem da organização perante o mercado.</p>
<p>Já que temos abordado o tema da Governança Corporativa em nosso blog (<a href="https://www.glicfas.com.br/category/blog/gestao-de-negocios/governanca-corporativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neste link você pode acompanhar nossas publicações sobre GC</a>), hoje nossa atenção será em como as pequenas e médias empresas podem se beneficiar. Para começar, vamos responder a uma pergunta muito comum:</p>
<h2>Será que não é cedo para pensar em governança na minha empresa?</h2>
<p>A Governança Corporativa em PMEs faz com que as empresas, desde cedo, sejam <strong>gerenciadas com base em um conjunto de princípios e ferramentas que evoluem à medida que o negócio cresce</strong>. Por exemplo, os controles internos, por mais simples que possam parecer, ajudam a evitar fraudes e permitem um planejamento e relatórios financeiros mais precisos.</p>
<p>Empresas que seguem os princípios da Governança Corporativa mostram ao mercado que são transparentes em suas operações, o que dá <b>maior confiabilidade</b>, além de preparar o negócio para futuras operações de mercado de capitais, como fusão e aquisição, IPO, entre outras.</p>
<p>Outro ponto a destacar é que vários provedores de capital de risco para PMEs, tais como private equity e venture capital, entendem que boa governança significa mais segurança e melhor retorno sobre o investimento.</p>
<h2>Quais os motivos da adoção da Governança Corporativa em PMEs?</h2>
<p>São quatro os princípios que norteiam a GC: transparência, prestação de contas, responsabilidade corporativa e equidade. Esses elementos contribuem para uma melhor e mais transparente relação entre shareholders (detentores de ações ou cotas) e stakeholders, conciliando interesses.</p>
<p>Outros benefícios da Governança Corporativa em PMEs:</p>
<ul>
<li>Garantia de sustentabilidade do negócio;</li>
<li>Crescimento da empresa;</li>
<li>Aumento de valor;</li>
<li>Promoção da transparência aos investidores e público interessado;</li>
<li>Acesso ao mercado de capitais;</li>
<li>Adequação aos padrões internacionais;</li>
<li>Administração de conflitos de interesses;</li>
<li>Profissionalização da estrutura;</li>
<li>Atendimento a regulamentações.</li>
</ul>
<p>À lista de vantagens podemos citar ainda:</p>
<ul>
<li>A redução de desperdícios, pois funcionários treinados para seguir uma boa prática ética evitarão o desperdício excessivo de recursos da empresa e,</li>
<li>O fato de que a prática da transparência reduz os riscos de corrupção, fraudes e má administração.</li>
</ul>
<p>Assim como ocorre nas grandes empresas, outro benefício da Governança Corporativa em PMEs é o aumento de produtividade e agilidade nas entregas. Isso graças à otimização de tempo em vários processos.</p>
<p>Entre os principais motivos para o fim de um negócio estão conflitos entre sócios e acionistas. A governança trabalha na estruturação de relacionamentos para que essa relação seja equilibrada e busca, por meio de suas boas práticas, evitar que disputas pessoais coloquem o futuro do negócio em risco.</p>
<p>Por fim, mas não menos importante, está o fato de que ao adotar os princípios da GC a empresa torna-se mais estruturada e, consequentemente, se transforma em um atrativo para os investidores.</p>
<h2>Exemplos de práticas de Governança Corporativa em pequenas e médias empresas</h2>
<p>A Governança Corporativa possui <a href="https://www.glicfas.com.br/estrutura-da-governanca-corporativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">uma estrutura que especifica como deveres e responsabilidades são distribuídos entre diferentes partes interessadas</a>, como diretores e acionistas, por exemplo. Também, explicita regras e procedimentos para a tomada de decisões em assuntos corporativos.</p>
<p><span style="background:white">Um bom exemplo de práticas de Governança Corporativa em PMEs é o de formar essa estrutura. Para começar, vem a <b>f</b></span><b>ormação do </b><b><a href="https://www.glicfas.com.br/conselho-de-administracao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conselho de Administração</a></b>. Em empresas familiares é necessário implementar um <b><a href="https://www.glicfas.com.br/conselho-de-familia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conselho Familiar</a></b> para <span style="background:white">definir limites entre interesses familiares e empresariais, planejar sucessão, entre outros objetivos.</span></p>
<p><span style="background:white">Ainda sobre a estrutura, é indicado contratar uma <b>auditoria independente</b> e ter uma equipe de <b>auditores internos</b>. Outras práticas da adoção da Governança Corporativa em PMEs incluem:</span></p>
<ul>
<li><span style="background:white">Segregação de funções e </span>plano de remuneração e deveres dos executivos;</li>
<li><span style="background:white"><a href="https://www.glicfas.com.br/importancia-do-gerenciamento-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gerenciamento de riscos</a></span><span style="background:white">;</span></li>
<li><span style="background:white">Elaboração do código de conduta;</span></li>
<li><span style="background:white">Elaboração de uma política de transparência de informações com os stakeholders;</span></li>
<li>Acordo de acionistas;</li>
<li>Planejamento Estratégico com revisão contínua;</li>
<li>Relatórios e ferramentas de Gestão.</li>
</ul>
<h2>Como adotar os princípios da Governança Corporativa em PMEs?</h2>
<p>Para começar, a fim de estruturar uma efetiva Governança Corporativa em PMEs a alta administração deve ter clareza sobre a estratégia de longo e médio prazo da empresa, o <a href="https://www.glicfas.com.br/apetite-ao-risco/">apetite ao risco</a> da organização e, claro, mostrar todo seu apoio às políticas e aos procedimentos em vigor, agindo com honestidade, integridade e profissionalismo.</p>
<p>É importante que a PME implemente na prática políticas e procedimentos rigorosos, eficientes e transparentes para todas as áreas de operação. Reforçando o que foi mencionado no tópico anterior, algumas das políticas e procedimentos aconselháveis são:</p>
<ul>
<li>Código de Ética e Conduta Organizacional;</li>
<li>Procedimentos para monitorar transações financeiras;</li>
<li>Procedimentos para identificar possíveis conflitos de interesses;</li>
<li>Procedimentos de Transparência e Divulgação;</li>
<li>Canal de comunicação para denúncias de práticas ilegais;</li>
<li>Plano de cargos, com descrição de competências e experiência exigida para cada função e responsabilidades bem definidas;</li>
<li>Política de Remuneração formal, cujos procedimentos de implementação devem estar alinhados com a cultura da empresa, objetivos de longo prazo e estratégia, bem como com o ambiente onde a empresa atua;</li>
<li>Possuir um departamento de Auditoria Interna e contratar empresa para auditoria externa.</li>
</ul>
<p>Não podemos esquecer que transparência e divulgação são essenciais para uma boa governança corporativa. Muitos dos grandes escândalos contábeis do passado ocorreram, em parte, à divulgação inadequada. A falta de transparência &#8211; que pode ser atribuída à insuficiência de informação fornecida aos funcionários e ao público &#8211; pode ser corrigida com procedimentos e canais efetivos de transmissão de informações.</p>
<p>Portanto, adotar a Governança Corporativa em PMEs significa a organização ter sistemas em funcionamento para garantir que informações corretas e relevantes ​​sejam compartilhadas externa e internamente.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Aceitar e adotar os princípios da Governança Corporativa é algo essencial para empresas que buscam um crescimento sustentável. Quanto mais cedo começarem, mais cedo colherão os frutos de uma gestão com transparência, prestação de contas, responsabilidade corporativa e equidade.</p>
<p>Esperamos que você tenha entendido a importância da adoção da Governança Corporativa em PMEs. Caso tenha ficado com dúvida, ou queira complementar o que abordamos neste artigo, envie-nos um comentário. E se este artigo foi sido útil a você, fique à vontade para compartilhá-lo com seus colegas. Aproveite que está aqui e acesse o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando</a>, o blog da Glic Fàs, e fique por dentro de nossos materiais.</p>
<p>Créditos imagem: Unsplash por Helloquence</p>
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		<item>
		<title>7 principais riscos de pequenos e médios negócios</title>
		<link>https://glicfas.com.br/riscos-de-pequenos-e-medios-negocios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2019 10:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenas e médias empresas - PMEs]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O gerenciamento de riscos de pequenos e médios negócios ainda é uma questão negligenciada. Confira os principais riscos que afetam organizações de porte menor.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/riscos-de-pequenos-e-medios-negocios/">7 principais riscos de pequenos e médios negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos objetivos da <a href="https://www.glicfas.com.br/como-a-gestao-de-riscos-pode-salvar-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gestão de Riscos</a> é a redução da incerteza. Em outras palavras, <b>atua como uma aliada da sustentabilidade da empresa a longo prazo</b>, protegendo principalmente sua marca e reputação.</p>
<p>Quando falamos em <a href="https://www.glicfas.com.br/riscos-corporativos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">riscos corporativos</a> e seu correto gerenciamento, nos referimos à identificação dos riscos que afetam um negócio, à compreensão desses riscos e à decisão sobre qual ação tomar para mitigá-los ou eliminá-los. Grandes corporações possuem uma equipe multidisciplinar que cuidam do gerenciamento de riscos, bem como são aptas a alocarem recursos para esse fim. Todavia, sabemos que muitas das pequenas e médias empresas ainda enxergam a Gestão de Riscos como um esforço que não podem arcar.</p>
<p><b>O gerenciamento de riscos de pequenos e médios negócios ainda é um aspecto negligenciado</b>. Vários proprietários de empresas de porte menor ainda não conseguem reconhecer que o risco é parte integrante do dia a dia de suas operações. Por consequência, não se atentaram ao fato de que <b>um <a href="https://www.glicfas.com.br/aplique-o-plano-de-gerenciamento-de-riscos-no-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">plano de gerenciamento de risco</a> bem concebido é imperativo para a empresa sobreviver e prosperar</b>.</p>
<p>Se você faz parte deste grupo, não tem problema. Nosso objetivo com este artigo é ajudar você a conhecer um pouco mais desse universo, entendendo alguns dos riscos de pequenos e médios negócios. Esperamos que assim você enxergue os riscos com outros olhos e consiga gerenciá-los com a eficácia que sua empresa merece.</p>
<h2>Riscos de pequenos e médios negócios</h2>
<p>Cada empresa tem suas próprias características e, portanto, possui diferentes tipos de riscos. Contudo, existem aqueles que são aplicáveis a toda organização e cuja ocorrência pode ser prejudicial à longevidade do negócio. São eles:</p>
<ul>
<li>Riscos de mercado</li>
<li>Riscos de reputação</li>
<li>Riscos de crédito</li>
<li>Riscos nas operações</li>
<li>Riscos financeiros</li>
<li>Riscos estratégicos</li>
<li>Riscos de equipamentos e Tecnologia da Informação</li>
</ul>
<h3>Riscos de mercado</h3>
<p>Tanto grandes como pequenas e médias empresas sofrem com os riscos de mercado. Organizações devem estar cientes das mudanças no mercado e de como fatores externos, como as taxas de câmbio, alterações em políticas internacional, crise mundial, podem afetar seus negócios.</p>
<p>Muitos proprietários acham que os riscos de pequenos e médios negócios não englobam o que acontece no outro lado do mundo, por exemplo. Mas o fato é que uma crise na China pode afetar o seu cliente que, consequentemente, deixará de comprar da sua empresa.</p>
<p>É possível mitigar este risco monitorando as influências do mercado, identificando as ameaças e criando um plano de como enfrentá-las no futuro.</p>
<h3>Riscos de reputação</h3>
<p>A reputação é algo que, uma vez abalada, é difícil recuperar. Ainda mais quando falamos de empresas menores, que não têm dinheiro para investir em ações de marketing que podem reverter o quadro e fazer a organização voltar a ter credibilidade.</p>
<p>Os riscos de pequenos e médios negócios com relação à reputação podem resultar em clientes migrando para a concorrência. Para evitar que isso ocorra, é essencial que toda empresa se atente aos riscos de compliance, que envolvem fraude, corrupção, vazamento de dados de clientes e má conduta dos colaboradores.</p>
<p>Uma dica para ajudar no monitoramento de riscos de reputação, e evitar que eles ocorram, é implantar a <b>Governança Corporativa</b>. Para saber mais, recomendamos o artigo: <a href="https://www.glicfas.com.br/governanca-corporativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Por que você precisa conhecer sobre Governança Corporativa?</a></p>
<h3>Riscos de crédito</h3>
<p>Risco de crédito é o risco de perda que ocorre quando a contraparte não faz o pagamento da dívida que lhe deve. Dentre os riscos de pequenos e médios negócios temos que lembrar da inadimplência, algo que afeta organizações de todos os portes.</p>
<p>Infelizmente, a inadimplência acontece o tempo todo, em especial durante condições econômicas desafiadoras. Qual é o seu <a href="https://www.glicfas.com.br/aplique-o-plano-de-gerenciamento-de-riscos-no-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">plano de gerenciamento de risco</a>? Você tem as provisões apropriadas para devedores duvidosos (PDD)?</p>
<p>Algumas medidas para abordar o risco de crédito incluem o uso de precificação baseada em risco e a diversificação de clientes e de fluxos de receitas. Justamente por ser a inadimplência um grande problema para o caixa das organizações é que você deve monitorá-la de perto. E mais: criar ações para evitar que o número de clientes inadimplentes cresça.</p>
<h3>Riscos nas operações</h3>
<p>Os riscos de pequenos e médios negócios estão também no dia a dia das operações comerciais da empresa. Problemas nas equipes, falhas em processos, sistemas e máquinas podem afetar sua organização.</p>
<p>A identificação, medição, monitoramento e gerenciamento do risco operacional é de extrema importância. É primordial que a empresa estabeleça processos operacionais fortes e eficientes. Isso inclui definição de funções e responsabilidades, adoção de controles internos e mecanismos de revisão gerencial.</p>
<h3>Riscos financeiros</h3>
<p>Os maiores riscos de pequenos e médios negócios são os financeiros. Em muitos casos, os fundadores investiram seu próprio dinheiro ou realizaram empréstimos para fazer a organização decolar. Por isso, a pressão para obter sucesso é imensa.</p>
<p>O fluxo de caixa é sempre uma das maiores preocupações, afinal, é preciso constantemente monitorar se o dinheiro para manter as operações, pagar os funcionários e realizar investimentos está realmente entrando. Um planejamento financeiro cuidadoso pode ajudar a mitigar este risco.</p>
<h3>Riscos estratégicos</h3>
<p>Especialmente em pequenas empresas é comum vermos a inexistência de processos formalizados de tomada de decisão. Concorrentes podem aparecer e começar a oferecer um produto ou serviço similar. A tecnologia pode mudar, apresentando uma nova oportunidade ou tornando um processo atual obsoleto. Novos regulamentos podem forçar seu negócio a mudar a maneira de operar.</p>
<p>O ambiente externo mutável é um dos riscos de pequenos e médios negócios especialmente porque influencia na estratégia que a empresa deve tomar, como por exemplo: estratégia de vendas, de marketing e de produção.</p>
<p>Para lidar com esse risco, uma dica é monitorar constantemente o mercado. Realize pesquisas com base nas tendências do setor e de seus concorrentes.</p>
<h3>Riscos de equipamentos e Tecnologia da Informação</h3>
<p>Equipamentos mais antigos podem tornar-se lentos ou exigir mais manutenção. Peças desgastadas podem causar danos ou causar o mal funcionamento de máquinas. Quanto uma van de entrega com problema, por exemplo, custaria à sua empresa por um dia?</p>
<p>A maioria das empresas depende de sistemas computacionais para operarem. A falha nesses sistemas representam riscos de pequenos e médios negócios, uma vez que pode resultar em tempo de inatividade. A conta é simples: o tempo de inatividade de danos físicos ou sistemas desatualizados pode diminuir o lucro do seu negócio. Por isso, mantenha o controle de suas máquinas e equipamentos em dia.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Os objetivos de uma pequena empresa são os mesmos dos de qualquer porte de organização: maximizar as vendas, reduzir gastos, aumentar a participação no mercado, ampliar lucros, satisfazer consumidores e por aí vai. Os riscos que rondam qualquer negócio, se não forem antecipados e tratados de forma eficaz, podem resultar em um revés temporário ou até mesmo em um dano irreparável, impedindo a empresa de atingir os objetivos citados.</p>
<p><b>Sem um plano efetivo de gerenciamento de riscos, proprietários de pequenas e médias empresas passam a confiar apenas no “feeling” para gerenciar os riscos</b>. Para resolver isso e garantir que riscos sejam combatidos com sucesso, a única maneira é <a href="https://www.glicfas.com.br/aplique-o-plano-de-gerenciamento-de-riscos-no-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">implementar um plano de gerenciamento de riscos</a>.</p>
<p>Neste artigo buscamos mostrar alguns dos principais riscos de pequenos e médios negócios para que você veja o quanto o assunto está mais perto da sua empresa do que você imagina. Para ajudar com o próximo passo, que é a elaboração de uma estratégia sólida de gerenciamento de risco, você pode conferir <a href="https://www.glicfas.com.br/category/blog/riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neste link</a> nossos outros materiais sobre o tema. Alguns deles incluem:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/apetite-ao-risco/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Qual é o perfil da sua empresa quanto a apetite ao risco? E o seu?</a></li>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/aplique-o-plano-de-gerenciamento-de-riscos-no-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Aplique o Plano de Gerenciamento de Riscos no seu negócio</a></li>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/entenda-a-importancia-do-gerenciamento-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Entenda a importância do Gerenciamento de Riscos</a></li>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/como-a-gestao-de-riscos-pode-salvar-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Como a gestão de riscos pode salvar seu negócio?</a></li>
</ul>
<p>Esperamos que este artigo tenha sido útil a você. Em caso afirmativo, compartilhe-o com seus colegas.</p>
<p>Créditos imagem: Pixabay por Ivana Jiří Fröhlich</p>
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		<title>Disciplina na gestão de custos em pequenas e médias empresas</title>
		<link>https://glicfas.com.br/disciplina-na-gestao-de-custos-em-pequenas-e-medias-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Patricia C Cucchiarato Sibinelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jul 2018 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenas e médias empresas - PMEs]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de custos|Pequenas e médias empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A disciplina na gestão de custos em pequenas e médias empresas é essencial para garantir que a empresa apresente competitividade no mercado em que atua.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/disciplina-na-gestao-de-custos-em-pequenas-e-medias-empresas/">Disciplina na gestão de custos em pequenas e médias empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoTitle" style="text-align: justify;">A competitividade do mundo corporativo faz com que as empresas estejam sempre atentas à melhorias em sua gestão. Não é novidade que disciplina no controle administrativo garante que as organizações possam se destacar no mercado em que atuam. No caso da gestão de custos em pequenas e médias empresas isto é ainda mais importante.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo <a href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/mt/noticias/micro-e-pequenas-empresas-geram-27-do-pib-do-brasil,ad0fc70646467410VgnVCM2000003c74010aRCRD"><span style="color: #ff6600;">dados do Sebrae</span></a>, existem cerca de 9 milhões de micro e pequenas empresas ativas no Brasil, representando 27% do PIB nacional. Para estas empresas, conquistar um lugar de destaque no mundo corporativo, devido às dificuldades econômicas e administrativas, é um desafio a mais para quem está em fase de desenvolvimento de seus negócios.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Gestão de custos em pequenas e médias empresas</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Ao iniciar sua atuação no mercado, a gestão de custos em pequenas e médias empresas muitas vezes é inexistente. Para se desenvolverem de forma sadia, estas organizações devem conhecer seu real potencial financeiro e sua capacidade de investimento e esta noção da realidade financeira, somente consegue-se visualizar através da disciplina na gestão de custos. À medida que a empresa vai crescendo, a complexidade dos processos vai aumentando também, desta forma uma eficiente gestão de custos se torna movimento chave para ações que visam a competitividade da empresa no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Uma empresa que consegue promover disciplina na gestão de custos e ainda atribui isto ao valor final de seus serviços, sem interferir na qualidade de entrega, estará garantindo uma boa imagem perante o consumidor. </b></p>
<p style="text-align: justify;">Para que possamos fazer a gestão de custos em pequenas e médias empresas explorando ao máximo suas oportunidades de crescimento e garantindo a sustentabilidade de seus processos financeiros, separamos algumas dicas simples que podem ajudar na tomada de decisões mais assertivas:</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Saiba diferenciar custos, despesas e gastos</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Todos esses conceitos representam dinheiro saindo de sua empresa. Quando sabemos diferenciar estas contas, estaremos entendendo de que forma essas saídas acontecem e o quanto impactam na gestão de custos em pequenas e médias empresas:</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Custos</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Custo é caracterizado como a quantia que você precisa investir para que seu produto ou serviço final seja entregue ao consumidor. Este custo real, quando falamos de produto pode ser conhecido através do que na contabilidade chamamos de CMV, ou <a href="https://endeavor.org.br/cmv/"><span style="color: #ff6600;">Custo de Mercadoria Vendida</span></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O CMV representa tudo que será destinado para que você produza e entregue seu serviço, desde a matéria prima até o local onde estará disponível para seu cliente. O CMV é um ótimo ponto de partida para aprimorar a gestão de custos em pequenas e médias empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns exemplos do que podemos considerar como custos nas contas da sua empresa:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Matéria-prima utilizada em todo o processo de produção;</li>
<li style="text-align: justify;">Fretes que são pagos no transporte de materiais e mercadorias prontas para venda;</li>
<li style="text-align: justify;">Custo dos estoques;</li>
<li style="text-align: justify;">Encargos sociais (INSS e FGTS);</li>
<li style="text-align: justify;">Impostos que incidem sobre a venda das mercadorias (ICMS, PIS, COFINS, IPI, ISS).</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Despesas</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Diferentes de custos, as despesas não aparecem relacionadas ao produto ou serviço, elas são classificadas como contas administrativas. Nesta conta devem aparecer todos os gastos da empresa com os departamentos que a compõe. Estas despesas devem ser divididas em dois tipos:</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Despesas fixas: </b>todas aquelas despesas que aparecem na gestão de custos em pequenas e médias empresas que não variam conforme o volume de produção. Exemplos: gastos com patrimônio, salários administrativos e manutenção do inventário da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Despesas variáveis:</strong> despesas que variam conforme volume de mercadoria produzida e vendida. Exemplos: Comissão de vendas e horas extras.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Gastos</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Gastos são todas aquelas saídas de caixa que não estão previstas no orçamento inicial. Estes gastos podem ter origens diversas, normalmente não sendo absorvidos pelo custo da mercadoria. São considerados gastos: manutenções diversas com maquinários e estruturas da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Através da gestão de custos em pequenas e médias empresas a divisão correta das contas de sua empresa entre custos, despesas e gastos, permite que você:</p>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Analise de forma eficiente indicadores de desempenho, os <a href="https://endeavor.org.br/kpi/"><span style="color: #ff6600;">KPI’s, ou Indicadores de Qualidade de Gestão</span></a>;</li>
<li style="text-align: justify;">Verifique quando há um aumento nas despesas fixas e variáveis;</li>
<li style="text-align: justify;">Identifique se os custos de produção estão dentro do previsto;</li>
<li style="text-align: justify;">Determine itens dispendiosos que possam ser substituídos ou removidos para manter a gestão de custos em dia.</li>
</ol>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Faça uma análise utilizando o DRE</b></h2>
<p style="text-align: justify;">O DRE ou <a href="http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/ap/artigos/como-fazer-um-demonstrativo-de-resultados,48f3ace85e4ef510VgnVCM1000004c00210aRCRD"><span style="color: #ff6600;">Demonstração do Resultado de Exercício</span></a>, é uma ferramenta simples utilizada pra a mensuração, em determinado período, do lucro nas operações da empresa. Ele consiste em um relatório onde são descritas todas as receitas e despesas, representando o estado real das finanças.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas empresas utilizam o DRE anualmente, como análise final da operações, porém uma gestão mais atenta pode fazer uso desta ferramenta mensalmente garantindo um melhor controle de suas contas. No caso da gestão de custos em pequenas e médias empresas, as análises através do DRE quando feitas com mais frequência, ajudam a apontar erros e direcionar a um melhor planejamento, fornecendo uma resposta de ação mais assertiva.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Faça o acompanhamento de seu fluxo de caixa</b></h2>
<p style="text-align: justify;">O fluxo de caixa é o termômetro diário do andamento das finanças de sua empresa. Enquanto o DRE, ou Demonstrativo do Resultado de Exercício, pode estar indicando que no final do período de análise, as contas da empresa ainda apresentam saldo positivo (lucro), somente através do controle do fluxo de caixa poderemos determinar se este resultado está contemplando os vários aspectos das contas de sua empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine-se ao analisar seu DRE e percebendo que o resultado apurado é positivo, ou seja, sua empresa está demonstrando lucro no período analisado. Isto seria motivo para comemorar, não é mesmo? Porém, o DRE desconhece a maneira com que essa receita entra na empresa. Quando uma empresa possui uma elevada taxa de vendas à prazo por exemplo, com despesas a serem quitadas antes da entrada destas vendas, isto pode indicar que para arcar com estes custos, sua empresa está se tornando dependente da entrada de recursos externos. Este tipo de situação e outras diversas você somente conseguirá identificar através da análise de seu fluxo de caixa.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><b>Separando o caixa pessoal do caixa de sua empresa</b></h3>
<p style="text-align: justify;">Misturar finanças pessoais com as contas da empresa é muito comum quando falamos em gestão de custos em pequenas e médias empresas. Porém, quando não há uma separação clara do que é fluxo de caixa da empresa e fluxo de caixa pessoal, isso pode levar à consequências sérias para a gestão das organizações. Tendo isso em vista, separamos algumas dicas para que você possa fazer essa divisão de contas:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><b>Sinalize suas retiradas</b>: caso você seja o gestor da empresa, o lucro de sua empresa não deve ser confundido com o seu lucro como empresário. O lucro obtido por sua empresa deve servir como investimento para operações futuras, enquanto seu salário deve ser fixado buscando não comprometer estes investimentos.</li>
<li style="text-align: justify;"><b>Contrate planos corporativos</b>: planos corporativos além de serem uma boa oportunidade de economia nas finanças, também são uma ótima maneira de controlar suas contas e as da sua empresa separadamente.</li>
<li style="text-align: justify;"><b>Contas bancárias distintas</b>: talvez a mais importante de todas as ações, a divisão de contas bancárias faz com que você possa visualizar com clareza todas as transações pessoais e as da sua empresa, minimizando erros na hora dos registros em relatórios.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Além das medidas que apresentamos aqui para a gestão de custos em pequenas e médias empresas, podemos indicar também a adoção de planejamento de investimentos juntamente com análises de lucratividade X rentabilidade, para que se tenha um melhor panorama da real situação de sua empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">A disciplina na gestão de custos em pequenas e médias empresas pode representar o oxigênio para que sua empresa continue atuando de forma representativa no mercado. Não podemos esquecer que conhecer a realidade financeira de sua empresa, é também saber aonde você pode chegar e de que maneira pode ir além disto, de maneira sustentável. A aplicação de medidas de controle financeiro devem sempre vir acompanhadas de revisão e, posteriormente, processos de melhoria. Uma rotina de revisão de processos permite que sua empresa esteja sempre atenta às mudanças necessárias para continuar se desenvolvendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso queira saber mais sobre gestão de custos em pequenas e médias empresas e outros assuntos, <a href="https://www.glicfas.com.br/#contato"><span style="color: #ff6600;">entre em contato conosco</span></a>. Aproveite que está aqui e visite o <span style="color: #ff6600;"><a style="color: #ff6600;" href="https://www.glicfas.com.br/#glicando">Glicando</a></span>, o blog da Glic Fàs, onde disponibilizamos outros artigos sobre como evoluir na gestão de sua empresa. E se você gostou deste post, fique à vontade para compartilhá-lo com seus colegas. Até a próxima!</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="display: inline !important; float: none; background-color: transparent; color: #686868; font-family: 'Roboto',sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; line-height: 23.4px; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;">Créditos imagem: Pixabay por Stevepb</span></p>
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