<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Ciclo de vida de projetos &#8226; Glic Fàs</title>
	<atom:link href="https://glicfas.com.br/category/blog/gestao-de-projetos/ciclo-de-vida-de-projetos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://glicfas.com.br/category/blog/gestao-de-projetos/ciclo-de-vida-de-projetos/</link>
	<description>Consultoria em gestão de negócios, projetos e riscos</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Jan 2021 21:15:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Estudos de Viabilidade: conheça sobre EVTE e EVTESA</title>
		<link>https://glicfas.com.br/estudos-de-viabilidade-evte-evtesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 11:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo de vida de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de projetos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.glicfas.com.br/?p=120970</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE) ou Business Plan? E o que significa EVTESA? Conheça mais sobre os estudos de viabilidade.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/estudos-de-viabilidade-evte-evtesa/">Estudos de Viabilidade: conheça sobre EVTE e EVTESA</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso ou o fracasso de um projeto pode ser determinado em suas primeiras fases, nas quais é possível identificar oportunidades de redução de custo, bem como ter mais garantias de que o projeto não será um fracasso. Para que essas primeiras fases sejam bem desenhadas, algumas ferramentas podem ajudar.</p>
<p><a href="https://www.glicfas.com.br/metodologia-fel/">Como explicamos em outra oportunidade</a>, uma das metodologias utilizadas em Gestão de Projetos de Capital é o FEL (<span style="background:white"><span style='font-family:"Helvetica Neue",serif'><span style="color:#252525">Front-End Loading). </span></span></span>Ao adotá-la, proprietários conseguem identificar e <a href="https://www.glicfas.com.br/riscos-de-projetos/" style="line-height:inherit;max-width:100%;text-align:start" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm">controlar os riscos</span></a><span style="text-align:start"><span><span><span><span><span><span style="float:none"><span>, minimizar as ameaças, tomar decisões de investimentos e maximizar o potencial de sucesso.</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="background:white"><span style="color:black">Durante o FEL são realizados estudos de viabilidade, os quais também ajudam a mitigar riscos em um projeto. São igualmente importantes para o desenvolvimento de negócios, pois identificam potenciais obstáculos que podem impedi-los de operarem.</span></span></p>
<p><span style="background:white"><span style="color:black">Uma vez que existem vários fatores que exercem influência na viabilidade de um projeto – como legal, social, financeiro, econômico, fiscal e operacional &#8211; há diversos estudos de viabilidade. Neste artigo falaremos de:</span></span></p>
<ul>
<li><span style="background:white"><span style="color:black">Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE)</span></span></li>
<li><span style="background:white"><span style="color:black">Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Socioambiental (EVTEA)</span></span></li>
</ul>
<p><span style="background:white"><span style="color:black">Boa leitura!</span></span></p>
<h2>O que é EVTE?</h2>
<p>EVTE é a sigla para <span style="background:white"><span style="color:black">Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica. Como comentado, um dos motivos de realizarmos este tipo de estudo é para evitar riscos (que como sabemos, <a href="https://www.glicfas.com.br/riscos-de-projetos/">são intrínsecos a qualquer projeto</a>).</span></span></p>
<p><span style="background:white"><span style="color:black">O estudo de viabilidade técnica examina os detalhes de um projeto, como recursos técnicos, mão de obra, logística, materiais, tecnologia necessária, entre outros. Tudo isso para ajudar </span></span>a determinar o quão eficaz o projeto proposto é. Ou seja, é uma excelente ferramenta para ajudar os envolvidos a entenderem os diferentes aspectos da ideia.</p>
<p>Por servir como uma ótima ferramenta de planejamento, fornece uma visão geral de como um projeto pode evoluir durante o curso de seu desenvolvimento, ajuda na resolução de problemas e possibilita um acompanhamento do andamento do projeto desde a fase conceitual.</p>
<p>Já o principal item analisado em um estudo de viabilidade econômica é se o projeto é possível devido às restrições de recursos. O estudo envolve uma análise da relação entre custo e benefício de um projeto. Seu objetivo é o de auxiliar organizações a determinarem o custo e os benefícios associados a um projeto antes que os recursos financeiros sejam alocados.</p>
<p>É também realizado para ajudar tomadores de decisão a analisarem os benefícios econômicos que o projeto proposto proporcionará para a organização.</p>
<p>Portanto, a fim de ilustrar, no EVTE são analisados:</p>
<p><b>Aspectos técnicos, como</b></p>
<ul>
<li>Recursos necessários e recursos disponíveis;</li>
<li>Resultado desejado do projeto;</li>
<li>Questões legais e regulamentares associadas ao produto/serviço;</li>
<li>Objetivo do projeto (quais necessidades não atendidas o projeto irá satisfazer?);</li>
<li>Questões legais ou regulamentares associadas a este produto ou serviço;</li>
<li>Tecnologia necessária e tecnologia disponível;</li>
<li>E outros.</li>
</ul>
<p><b>Aspectos econômicos, como</b></p>
<ul>
<li>Projeção de receita;</li>
<li>Projeção de custos e investimentos;</li>
<li>Custos fixos e variáveis;</li>
<li>Análise de indicadores;</li>
<li style="margin-bottom:0cm"><span style="background:white"><span style="line-height:normal"><span style="vertical-align:baseline"><span style="color:black">E outros.</span></span></span></span></li>
</ul>
<h2>Qual a diferença entre o EVTE e o Business Plan? Quando usar um e outro?</h2>
<p><img decoding="async" alt="estudo de viabilidade x business plan" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/EVTEeEVTESA.jpeg" style="width: 602px;height: 400px" /></p>
<p>Tanto o EVTE quando o business plan são feitos antes da abertura de um negócio (e podem também ser conduzidos em outro momento futuro). Outra semelhança é que os dois analisam o mercado-alvo, os recursos necessários, as condições de mercado e custos financeiros, por exemplo.</p>
<p>Ainda como ponto em comum está o fato de que auxiliam na tomada de decisões e são documentos a serem mostrados a potenciais investidores. Todavia, apesar das semelhanças, o estudo de viabilidade técnica e econômica não elimina a necessidade de um plano de negócios, e vice-versa.</p>
<p>Isso porque os estudos de viabilidade são realizados antes, pois determinam se devemos prosseguir com o negócio/ideia. Ou seja, o business plan assume que o estudo de viabilidade técnica e econômica foi concluído e que a ideia é viável.</p>
<p>Portanto, o EVTE é realizado quando a visão inicial começa a ser estruturada em um plano preliminar, a fim de avaliar seu impacto sobre a viabilidade de concretizar a visão. Um bom EVTE é um passe para acesso a financiamentos e a decisões conscientes e de maior compromisso.</p>
<p>Em contrapartida, o plano de negócios é um roteiro de para onde a empresa está indo e como chegará lá, e deve incluir análise competitiva, operacional, de produto/serviço, pesquisa de mercado etc.</p>
<h2>O que é EVTESA?</h2>
<p>EVTESA é a sigla para Estudo de Viabilidade Técnica Econômica Socioambiental. No último grande ciclo de desenvolvimento de projetos de capital no Brasil, grandes empresas como Vale e Petrobras solicitavam que seus EVTESAs incluíssem os aspectos relacionados à responsabilidade socioambiental, como deveriam pensar os gestores modernos.</p>
<p>Quando a economia brasileira parou, infelizmente o tema saiu da pauta, mas não deveria, pois o EVTESA é considerado como o estudo prévio mais completo e importante. Além das análises técnicas e econômicas, ele considera o estudo de viabilidade ambiental e social. Isso significa que analisa fatores de saúde humana e ambiental e impactos e benefícios sociais e ambientais de um projeto.</p>
<p>Trata-se de algo extremamente importante, especialmente para iniciativas de infraestrutura, as quais podem causar graves impactos adversos nas comunidades do entorno em que são implementadas. Ao conduzir o estudo de viabilidade ambiental e social é possível compreender a escala, o alcance e como fazer para mitigar os impactos.</p>
<p>Por necessitar de uma coleta de dados muito mais ampla do que os demais estudos de viabilidade, entende-se que o EVTESA é mais preciso quanto ao sucesso da ideia, uma vez que com ele é possível determinar a alternativa mais viável para o sucesso do projeto.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>A ideia de todo projeto é de acertar, mas sabemos que muitos saem do papel sem as devidas análises e ações corretivas prévias. Como nenhuma organização quer comprometer tempo e recursos em algo que não trará resultados, é importante que o sinal verde a qualquer tipo de projeto (por menor que seja) só seja dado após o estudo de viabilidade.</p>
<p>Ao conduzir estudos como EVTE e EVTESA as partes interessadas passam a ter mais segurança quanto ao escopo do projeto, bem como terão bem menos surpresas desagradáveis pelo caminho. Muito melhor do que começar e ver que o projeto não funcionará, é entender com antecedência as melhorias que precisam ser feitas, concorda?</p>
<p>Você tem alguma dúvida sobre o tema? Fique à vontade para deixar sua questão nos comentários.</p>
<p>E se este artigo foi útil, compartilhe-o com seus colegas. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
<p>Créditos imagem principal: Pixabay por Gerd Altmannn.</p>
<p>Créditos imagem texto: Pixabay por Gerd Altmannn.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/estudos-de-viabilidade-evte-evtesa/">Estudos de Viabilidade: conheça sobre EVTE e EVTESA</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é due diligence? Como é o processo?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/o-que-e-due-diligence/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 11:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo de vida de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de CAPEX]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de projetos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.glicfas.com.br/?p=120903</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é due diligence, suas vantagens, os principais itens que são avaliados em um processo e quais são suas etapas.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/o-que-e-due-diligence/">O que é due diligence? Como é o processo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tratamos de operações de oportunidade de negócio que apresentam riscos é fundamental que elas sejam avaliadas corretamente. A esse processo de avaliação dá-se o nome de Due Diligence, um processo de diligência prévia com o objetivo de ajudar na tomada de decisão por meio de uma investigação minuciosa e detalhada da transação.</p>
<p>O processo é normalmente conduzido em antecipação a transações como:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/gerenciando-o-impacto-humano-nas-fusoes-e-aquisicoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fusão e Aquisição</a> </li>
<li>Abertura de capital (IPO)</li>
<li>Reestruturação societária</li>
<li>Join-ventures e colaborações</li>
</ul>
<p>É o comprador quem geralmente demanda as investigações de due diligence, mas isso não significa que a outra parte não possa solicitar. Para saber mais sobre o tema, invista alguns minutos neste artigo .</p>
<h2>Por que realizar uma Due Diligence?</h2>
<p>Peguemos o exemplo das fusões e aquisições, que são transações que envolvem muitos participantes que não necessariamente possuem os mesmos objetivos. Como vários fatores estão em jogo, se as questões não forem analisadas minuciosamente pelas partes, podem levar ao erro. Para lidar com essa complexidade um processo de due diligence é conduzido.</p>
<p>Ao realizar a diligência a <a href="https://www.glicfas.com.br/tomada-de-decisao-em-tempos-de-crise/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tomada de decisão</a> passa a ser mais bem informada para ambos os lados: comprador/investidor e vendedor. Ainda, graças ao processo a empresa passa a ter uma visão real e ampla do negócio, incluindo a exposição de fraquezas operacionais. Ainda, pode ser utilizado para determinar a sustentabilidade futura de uma companhia, algo que agregará valor aos acionistas.</p>
<p>Outra relevância da due diligence está na descoberta de fraudes que possam ter sido cometidas por funcionários, fornecedores ou clientes. Por fornecer dados fundamentais para mensurar o retorno do investimento ela possibilita também uma avaliação de oportunidade (e não apenas de risco).</p>
<p>Os resultados da due diligence podem fazer com que o comprador, por exemplo, solicite que garantias específicas sejam estabelecidas no acordo definitivo, ou que certas indenizações adicionais sejam dadas pelo vendedor. Então, tenha em mente que se conduzido de maneira adequada, o processo fornece ao comprador uma <a href="https://www.glicfas.com.br/analise-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">análise dos riscos</a> associados à transação e um entendimento completo do que está sendo comprado, de forma que a conclusão ocorra sem surpresas desagradáveis.</p>
<h3>Outras vantagens</h3>
<ul>
<li>Com decisões mais informadas, os preços são também mais precisos. Dependendo do que a diligência descobrir, a oferta inicial pode aumentar ou diminuir.</li>
<li>Reduz a lacuna de informações entre comprador e vendedor.</li>
<li>Dá mais clareza ao comprador e ao vendedor sobre o que é esperado para fechar o negócio.</li>
<li>Fornece expectativas mais claras.</li>
<li>Permite que o comprador desista de um negócio caso a due diligence descubra questões complexas a serem resolvidas.</li>
</ul>
<h2>O que é avaliado em um processo de Due Diligence?</h2>
<p>O processo de Due Diligence investiga a empresa como um todo, isto é: questões financeiras, questões legais, aspectos envolvendo o negócio e as operações, aspectos envolvendo colaboradores e gestão pessoal, questões ambientais, <a href="https://www.glicfas.com.br/pensamento-no-futuro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">visão de futuro</a>, entre outros itens.</p>
<p>Para você entender melhor, veja alguns exemplos do que é analisado em uma due diligence:</p>
<ul>
<li><b>Questões financeiras:</b> demonstrações financeiras auditadas (fluxo de caixa, balanço patrimonial, demonstração de resultados), demonstrações trimestrais e anuais, cronograma de contas a pagar e a receber, endividamento, lista de ativos e passivos, análise de despesas projetadas e depreciação, riscos percebidos em mercados estrangeiros (como inflação, conflitos políticos e câmbio), capital de giro, EBITDA etc.</li>
<li><b>Questões legais:</b> aspectos jurídico, trabalhista e ambiental, transações nacionais e internacionais, <a href="https://www.glicfas.com.br/riscos-de-compliance/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">compliance</a>, modelo de propriedade ou societário.</li>
<li><b>Aspectos envolvendo o negócio:</b> produtos/serviços desenvolvidos ou fornecidos, lista dos maiores clientes, análise SWOT dos concorrentes, canais de distribuição, oportunidades e riscos de marketing, parcerias e alianças, posicionamento, macroambiente etc.</li>
<li><b>Colaboradores:</b> organograma, relação dos empregados e seus cargos, bem como seus salários atuais, anos de serviço e remuneração total nos últimos três anos, históricos de reclamações, descrições de disputas trabalhistas, arbitragem ou queixas resolvidas ou pendentes nos últimos anos, contrato de emprego etc.</li>
<li><b>Questões ambientais:</b> relação de quaisquer passivos ou contingências ambientais, materiais perigosos usados na produção, auditorias ambientais, investigações ambientais e litígios pendentes, descrição dos métodos de descarte da empresa para materiais perigosos, recicláveis etc.</li>
</ul>
<h2>Como ocorre o processo de Due Diligence?</h2>
<p>Pelos exemplos que demos acima, é possível termos uma ideia das avaliações conduzidas durante o processo. Como diferentes áreas são envolvidas, o ideal é que o processo seja realizado por especialistas com diferentes expertises. Por isso, em função de toda a abrangência de uma diligência, é bem normal empresas contratarem consultorias multidisciplinares.</p>
<p>Com relação às fases, geralmente uma diligência possui as seguintes:</p>
<ul>
<li><b>Planejamento:</b> fase em que ocorre definição do escopo, dos objetivos, das áreas envolvidas, responsabilidades, cronograma, entre outras atividades.</li>
<li><b>Levantamento:</b> nesta etapa entra o levantamento de informações e dados que serão importantes para a condução da diligência. Inclui não somente documentos e relatórios, como também pesquisas e reuniões/discussões com os times.</li>
<li><b>Avaliação:</b> na terceira fase são avaliados todos os dados e informações coletados. É feita também uma análise de maturidade e de gaps.</li>
<li><b>Recomendação:</b> entrega de relatórios e de documentação dos esforços envolvidos, avaliação de pontos críticos, indicações de ações de melhoria e apresentação de medidas para conter os riscos. Nesta etapa as conclusões são apresentadas.</li>
<li><b>Solução (opcional):</b> se necessária, é entregue uma estruturação do negócio.</li>
</ul>
<h2>Exemplo de Due Diligence (case Glic Fàs)</h2>
<p>Um cliente, do setor de engenharia e construção, precisava fazer uma due diligence para seu sócio majoritário sobre a aquisição de um projeto de um terminal e porto para escoamento de minérios. Para tanto, necessitava da análise de riscos do projeto no nível de um <a href="https://www.glicfas.com.br/metodologia-fel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FEL 1/2</a>. Como contamos <a href="https://www.glicfas.com.br/portfolio-item/analise-de-riscos-em-fase-preliminar-do-desenvolvimento-do-projeto-para-due-diligence/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>, após alinhamento e definição de objetivos desejados para análise de riscos, realização de planejamento e de workshops para análise de maturidade de projeto para a due diligence, entregamos ao cliente resultados como:</p>
<ul>
<li>Oportunidades de melhoria;</li>
<li>Transparência da situação real;</li>
<li>Identificação do estágio de maturidade de projetos;</li>
<li>E outros.</li>
</ul>
<h2>Concluindo</h2>
<p>A complexidade da due diligence depende do tamanho da transação, das limitações de tempo e custo e da disponibilidade de recursos. O importante é entender que um processo conduzido adequadamente protegerá ambas as partes da transação de uma série de situações indesejáveis e evitará que problemas inesperados apareçam após a conclusão.</p>
<p>Para que seja conduzido com objetividade e profissionalismo, procure por empresas com expertise multidisciplinar e cujos consultores realmente se envolvam em todo o processo. A participação da contratante é também essencial, uma vez que a relação precisa ser transparente.</p>
<p>Caso queira entender mais detalhes, <a href="https://www.glicfas.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">entre em contato conosco</a>. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
<p>Créditos imagem principal: Unsplash por Smartworks Coworking.</p>
<p>Créditos imagem texto: Unsplash por J. Kelly Brito.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/o-que-e-due-diligence/">O que é due diligence? Como é o processo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como escolher um investimento em um projeto de capital de sucesso</title>
		<link>https://glicfas.com.br/como-escolher-um-investimento-em-um-projeto-de-capital-de-sucesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo de vida de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de CAPEX]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de projetos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.glicfas.com.br/?p=120525</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um projeto de capital envolve um fluxo de investimento significativo e consistente. Como saber se ele realmente trará retorno?</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/como-escolher-um-investimento-em-um-projeto-de-capital-de-sucesso/">Como escolher um investimento em um projeto de capital de sucesso</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um projeto de capital é um projeto de longo prazo para construir, melhorar, manter ou desenvolver um ativo de capital. Trata-se de um projeto que requer grandes somas de capital, que dura por um longo período de tempo e que costuma ser mais complexo se compararmos com projetos que envolvem menos planejamento e recursos.</p>
<p>Pode-se dizer também que projetos de capital são a forma com que o mercado de infraestrutura faz seus investimentos reais. Como ele difere-se de outros projetos por ser de grande escala e alto custo, requer um planejamento considerável em relação a outros investimentos, especialmente no que tange à tomada de decisão.</p>
<p>Exemplos de projetos de capital seriam a criação de um oleoduto, a construção de um edifício ou, no âmbito do governo, a construção de um sistema rodoviário. De modo geral, empresas iniciam um projeto de capital para aumentar o crescimento, manter ativos ou melhorar uma parte significativa da propriedade.</p>
<h2>Quais problemas podem enfrentar um projeto de capital?</h2>
<p>De acordo com a pesquisa intitulada &#8220;Boosting Business Performance through Programme and Project Management&#8221;, conduzida pela PwC Global, apenas 2,5% das companhias entregaram seus projetos dentro do prazo, custo, escopo e com os benefícios esperados para o negócio (<a href="https://www.pwc.com.br/pt/desafios/assets/folder-cpi-12.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fonte</a>). Como projetos de capital possuem alto investimento, o risco também é elevado na mesma proporção. Por isso, minimizar o risco de uma empreitada de tal porte é fundamental.</p>
<p>O IPA e o CII são duas instituições que se dedicam intensamente para estudar o que faz um projeto ter sucesso. Ambas se destacam como consolidadoras de benchmark de projetos de capital, sendo que:</p>
<ul>
<li><span><b><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="http://www.ipaglobal.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IPA</a> (Independent Project Analysis):</span></span></b><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'> fundado em 1987. A nomenclatura FEL (</span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Front End Loading &#8211; </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>falamos sobre o tema <a href="https://www.glicfas.com.br/metodologia-fel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neste artigo</a>) é de propriedade do IPA. </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>A avaliação do IPA com a obtenção da nota de FEL é internacionalmente reconhecida.</span></span> <span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Suas métricas contam com uma base de 21 mil projetos.</span></span> <span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Indica o que deve ser feito para que um projeto atinja seus objetivos.</span></span></span></li>
<li><b><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="http://www.construction-institute.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CII</a> (Construction Industry Institute):</span></span></b><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'> fundado em 1983 por 28 organizações, desenvolveu o </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>PDRI </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>(Project Definition Rating Index), uma </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>ferramenta </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>para </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>definição projeto</span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>, com caráter de autoavaliação</span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>.</span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'> Refere-se a um questionário que aborda problemas conhecidos de ineficiência das obras.</span></span></li>
</ul>
<p>Ambas as metodologias possuem abordagens diferentes para selecionar o projeto certo e fazer certo. Apesar de serem bem antigas, não são muito utilizadas pelas empresas, pois elas têm pressa para ver o resultado.</p>
<h2>O que é preciso saber antes de escolher um investimento em projeto de capital?</h2>
<p>Como qualquer tipo de projeto, é necessário dimensionar o risco do empreendimento. Portanto, um projeto de capital somente seguirá se os riscos forem aceitos ou minimizados/eliminados.</p>
<p>Dentre os riscos que podem afetar um projeto, a publicação da PwC – <a href="https://www.pwc.com.br/pt/desafios/assets/folder-cpi-12.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Projetos de Capital e Infraestrutura</a> &#8211; menciona o planejamento inadequado, a falha em detectar obstáculos, a falta de equipamentos, a definição precária de requerimentos, a definição inadequada de papéis e responsabilidades, estrutura de <a href="https://www.glicfas.com.br/controle-interno-e-gestao-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">controle</a> ineficiente, falhas no endereçamento de problemas de conformidade com as normas/leis etc.</p>
<p>Para procurar reduzir o efeito surpresa de um risco, algumas questões a serem respondidas incluem:</p>
<ul>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Quem são as partes interessadas? Como será a comunicação com elas?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>O que será implantado? Quem implantará?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Qual será a estratégia de implantação?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>De onde virá a mão de obra? Como ela será fiscalizada e onde se alojará?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="https://www.glicfas.com.br/riscos-de-projetos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Quais os riscos</a>?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Quais as coberturas dos seguros?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Quais são as diretrizes de saúde e segurança?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Quais são as condicionantes ambientais? Qual o custo e prazo associado?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Qual sistema de documentação será adotado?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Quais são as diretrizes para qualidade na implantação?</span></span></li>
</ul>
<p>Logicamente, existem outras perguntas a serem respondidas e analisadas. O que queremos mostrar é que quanto mais custoso for um projeto, mais minuciosa deve ser sua análise, a qual segue durante o ciclo de vida do projeto de capital, conforme veremos.</p>
<h2>Qual é o ciclo de vida de um projeto de capital?</h2>
<p>Comumente, o processo de projeto de capital possui cinco estágios. No início de cada estágio (ou fase), são desenvolvidas as estimativas de recurso e são identificados os principais resultados. Já ao final de cada estágio é feita uma decisão formal com base nas entregas predefinidas. Essa decisão determinará se o projeto prosseguirá, ou não, para a próxima fase.</p>
<p>O plano/escopo do projeto é desenvolvido durante as três primeiras etapas. O FEL é utilizado nessas fases, sendo que a nomenclatura utilizada em cada etapa varia conforme a empresa:</p>
<ul>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>A</span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>valiação de negócios / viabilidade / front end engineering design (FEED) ou </span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>FEL I / FEL II / FEL III ou </span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>A</span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>valiação / seleção / definição.</span></span></li>
</ul>
<p>Assim que o FEL é concluído e aprovado, o projeto é financiado e começa a ser executado. A fase de execução inclui engenharia de detalhamento e construção, e durante essa etapa o plano do projeto deve ser rigorosamente implementado. É imprescindível que se tenham fortes controles de projeto, como aplicação de gestão de mudanças e planos de <a href="https://www.glicfas.com.br/9-tecnicas-para-gerenciamento-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gestão de risco</a>.</p>
<p>A fase de execução é concluída quando a planta é comissionada e pronta para partir. Em seguida vem a fase final, isto é, a operação propriamente dita e a avaliação do desempenho. A fase final é operar e/ou avaliar o desempenho.</p>
<p>Para entender melhor sobre a metodologia FEL, deixamos a sugestão do artigo: <a href="https://www.glicfas.com.br/metodologia-fel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O que é FEL e como funciona a metodologia?</a></p>
<h3>E o método PDRI?</h3>
<p>Não detalharemos o método aqui, mas com relação à metodologia PDRI, ela descreve com precisão cada elemento crítico em um pacote de definição de escopo. Além disso, o PDRI é destinado ao uso durante o Front End Planning (FEP) – no IPA é chamado de Front End Loading -, que é a fase do projeto que abrange atividades como viabilidade, conceito e definição detalhada do escopo.</p>
<p>Ao utilizá-lo, a intenção é que equipes de projeto consigam identificar rapidamente os fatores de risco do projeto relacionados aos resultados desejados de custo, cronograma e desempenho operacional.</p>
<p>À exemplo do FEL, o PDRI também utiliza portões de aprovação ao final de cada fase do projeto. Observe os esquemas de cada um:</p>
<p><b>PDRI</b></p>
<p><img decoding="async" alt="PDRI" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/11/PDRI.png" style="width: 667px;height: 92px" /></p>
<p><b>FEL</b></p>
<p><img decoding="async" alt="FEL Portões" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FELPortoes.png" style="width: 606px;height: 130px" /></p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Um projeto de capital é um projeto frequentemente caro e de longo prazo que se destina a expandir, manter ou melhorar um ativo de capital. Refere-se à infraestrutura, como estradas ou ferrovias, ou no caso de uma empresa, ao desenvolvimento de uma fábrica, por exemplo.</p>
<p>Por requererem uma alta soma de dinheiro e exigirem um comprometimento significativo dos recursos e do tempo da organização, seus riscos são também maiores, por isso da importância de realizar uma avaliação robusta e precisa da sua viabilidade. Os riscos devem ser calculados com a expectativa de que o ativo de capital seja compensado.</p>
<p>Precisa saber mais sobre o assunto? Quer entender melhor como escolher um investimento em um projeto de capital de sucesso? <a href="https://www.glicfas.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Entre em contato conosco</a> e veja como podemos ajudar.</p>
<p>Leia também:</p>
<ul>
<li style="margin-bottom:8.0pt"><span style="line-height:107%"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="https://www.glicfas.com.br/competencias-estrategicas-de-gestao-de-projetos/" target="_blank" title="Link permanente: Quais são as competências estratégicas de gestão de projetos?" rel="noopener noreferrer"><span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm">Quais são as competências estratégicas de gestão de projetos?</span></a></span></span></li>
<li style="margin-bottom:8.0pt"><span style="line-height:107%"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="https://www.glicfas.com.br/escritorio-de-projetos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm">O que a Glic Fàs pode oferecer quando falamos de Escritório de Projetos?</span></a></span></span></li>
</ul>
<p>E se este artigo foi útil, compartilhe-o com seus colegas. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
<p>Créditos imagem: Unsplash por Octavian Dan.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/como-escolher-um-investimento-em-um-projeto-de-capital-de-sucesso/">Como escolher um investimento em um projeto de capital de sucesso</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
