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	<title>Arquivos Gestão de CAPEX &#8226; Glic Fàs</title>
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	<description>Consultoria em gestão de negócios, projetos e riscos</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Dec 2020 18:25:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>O que é due diligence? Como é o processo?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/o-que-e-due-diligence/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 11:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo de vida de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de CAPEX]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é due diligence, suas vantagens, os principais itens que são avaliados em um processo e quais são suas etapas.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/o-que-e-due-diligence/">O que é due diligence? Como é o processo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tratamos de operações de oportunidade de negócio que apresentam riscos é fundamental que elas sejam avaliadas corretamente. A esse processo de avaliação dá-se o nome de Due Diligence, um processo de diligência prévia com o objetivo de ajudar na tomada de decisão por meio de uma investigação minuciosa e detalhada da transação.</p>
<p>O processo é normalmente conduzido em antecipação a transações como:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.glicfas.com.br/gerenciando-o-impacto-humano-nas-fusoes-e-aquisicoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fusão e Aquisição</a> </li>
<li>Abertura de capital (IPO)</li>
<li>Reestruturação societária</li>
<li>Join-ventures e colaborações</li>
</ul>
<p>É o comprador quem geralmente demanda as investigações de due diligence, mas isso não significa que a outra parte não possa solicitar. Para saber mais sobre o tema, invista alguns minutos neste artigo .</p>
<h2>Por que realizar uma Due Diligence?</h2>
<p>Peguemos o exemplo das fusões e aquisições, que são transações que envolvem muitos participantes que não necessariamente possuem os mesmos objetivos. Como vários fatores estão em jogo, se as questões não forem analisadas minuciosamente pelas partes, podem levar ao erro. Para lidar com essa complexidade um processo de due diligence é conduzido.</p>
<p>Ao realizar a diligência a <a href="https://www.glicfas.com.br/tomada-de-decisao-em-tempos-de-crise/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tomada de decisão</a> passa a ser mais bem informada para ambos os lados: comprador/investidor e vendedor. Ainda, graças ao processo a empresa passa a ter uma visão real e ampla do negócio, incluindo a exposição de fraquezas operacionais. Ainda, pode ser utilizado para determinar a sustentabilidade futura de uma companhia, algo que agregará valor aos acionistas.</p>
<p>Outra relevância da due diligence está na descoberta de fraudes que possam ter sido cometidas por funcionários, fornecedores ou clientes. Por fornecer dados fundamentais para mensurar o retorno do investimento ela possibilita também uma avaliação de oportunidade (e não apenas de risco).</p>
<p>Os resultados da due diligence podem fazer com que o comprador, por exemplo, solicite que garantias específicas sejam estabelecidas no acordo definitivo, ou que certas indenizações adicionais sejam dadas pelo vendedor. Então, tenha em mente que se conduzido de maneira adequada, o processo fornece ao comprador uma <a href="https://www.glicfas.com.br/analise-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">análise dos riscos</a> associados à transação e um entendimento completo do que está sendo comprado, de forma que a conclusão ocorra sem surpresas desagradáveis.</p>
<h3>Outras vantagens</h3>
<ul>
<li>Com decisões mais informadas, os preços são também mais precisos. Dependendo do que a diligência descobrir, a oferta inicial pode aumentar ou diminuir.</li>
<li>Reduz a lacuna de informações entre comprador e vendedor.</li>
<li>Dá mais clareza ao comprador e ao vendedor sobre o que é esperado para fechar o negócio.</li>
<li>Fornece expectativas mais claras.</li>
<li>Permite que o comprador desista de um negócio caso a due diligence descubra questões complexas a serem resolvidas.</li>
</ul>
<h2>O que é avaliado em um processo de Due Diligence?</h2>
<p>O processo de Due Diligence investiga a empresa como um todo, isto é: questões financeiras, questões legais, aspectos envolvendo o negócio e as operações, aspectos envolvendo colaboradores e gestão pessoal, questões ambientais, <a href="https://www.glicfas.com.br/pensamento-no-futuro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">visão de futuro</a>, entre outros itens.</p>
<p>Para você entender melhor, veja alguns exemplos do que é analisado em uma due diligence:</p>
<ul>
<li><b>Questões financeiras:</b> demonstrações financeiras auditadas (fluxo de caixa, balanço patrimonial, demonstração de resultados), demonstrações trimestrais e anuais, cronograma de contas a pagar e a receber, endividamento, lista de ativos e passivos, análise de despesas projetadas e depreciação, riscos percebidos em mercados estrangeiros (como inflação, conflitos políticos e câmbio), capital de giro, EBITDA etc.</li>
<li><b>Questões legais:</b> aspectos jurídico, trabalhista e ambiental, transações nacionais e internacionais, <a href="https://www.glicfas.com.br/riscos-de-compliance/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">compliance</a>, modelo de propriedade ou societário.</li>
<li><b>Aspectos envolvendo o negócio:</b> produtos/serviços desenvolvidos ou fornecidos, lista dos maiores clientes, análise SWOT dos concorrentes, canais de distribuição, oportunidades e riscos de marketing, parcerias e alianças, posicionamento, macroambiente etc.</li>
<li><b>Colaboradores:</b> organograma, relação dos empregados e seus cargos, bem como seus salários atuais, anos de serviço e remuneração total nos últimos três anos, históricos de reclamações, descrições de disputas trabalhistas, arbitragem ou queixas resolvidas ou pendentes nos últimos anos, contrato de emprego etc.</li>
<li><b>Questões ambientais:</b> relação de quaisquer passivos ou contingências ambientais, materiais perigosos usados na produção, auditorias ambientais, investigações ambientais e litígios pendentes, descrição dos métodos de descarte da empresa para materiais perigosos, recicláveis etc.</li>
</ul>
<h2>Como ocorre o processo de Due Diligence?</h2>
<p>Pelos exemplos que demos acima, é possível termos uma ideia das avaliações conduzidas durante o processo. Como diferentes áreas são envolvidas, o ideal é que o processo seja realizado por especialistas com diferentes expertises. Por isso, em função de toda a abrangência de uma diligência, é bem normal empresas contratarem consultorias multidisciplinares.</p>
<p>Com relação às fases, geralmente uma diligência possui as seguintes:</p>
<ul>
<li><b>Planejamento:</b> fase em que ocorre definição do escopo, dos objetivos, das áreas envolvidas, responsabilidades, cronograma, entre outras atividades.</li>
<li><b>Levantamento:</b> nesta etapa entra o levantamento de informações e dados que serão importantes para a condução da diligência. Inclui não somente documentos e relatórios, como também pesquisas e reuniões/discussões com os times.</li>
<li><b>Avaliação:</b> na terceira fase são avaliados todos os dados e informações coletados. É feita também uma análise de maturidade e de gaps.</li>
<li><b>Recomendação:</b> entrega de relatórios e de documentação dos esforços envolvidos, avaliação de pontos críticos, indicações de ações de melhoria e apresentação de medidas para conter os riscos. Nesta etapa as conclusões são apresentadas.</li>
<li><b>Solução (opcional):</b> se necessária, é entregue uma estruturação do negócio.</li>
</ul>
<h2>Exemplo de Due Diligence (case Glic Fàs)</h2>
<p>Um cliente, do setor de engenharia e construção, precisava fazer uma due diligence para seu sócio majoritário sobre a aquisição de um projeto de um terminal e porto para escoamento de minérios. Para tanto, necessitava da análise de riscos do projeto no nível de um <a href="https://www.glicfas.com.br/metodologia-fel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">FEL 1/2</a>. Como contamos <a href="https://www.glicfas.com.br/portfolio-item/analise-de-riscos-em-fase-preliminar-do-desenvolvimento-do-projeto-para-due-diligence/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>, após alinhamento e definição de objetivos desejados para análise de riscos, realização de planejamento e de workshops para análise de maturidade de projeto para a due diligence, entregamos ao cliente resultados como:</p>
<ul>
<li>Oportunidades de melhoria;</li>
<li>Transparência da situação real;</li>
<li>Identificação do estágio de maturidade de projetos;</li>
<li>E outros.</li>
</ul>
<h2>Concluindo</h2>
<p>A complexidade da due diligence depende do tamanho da transação, das limitações de tempo e custo e da disponibilidade de recursos. O importante é entender que um processo conduzido adequadamente protegerá ambas as partes da transação de uma série de situações indesejáveis e evitará que problemas inesperados apareçam após a conclusão.</p>
<p>Para que seja conduzido com objetividade e profissionalismo, procure por empresas com expertise multidisciplinar e cujos consultores realmente se envolvam em todo o processo. A participação da contratante é também essencial, uma vez que a relação precisa ser transparente.</p>
<p>Caso queira entender mais detalhes, <a href="https://www.glicfas.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">entre em contato conosco</a>. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
<p>Créditos imagem principal: Unsplash por Smartworks Coworking.</p>
<p>Créditos imagem texto: Unsplash por J. Kelly Brito.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você é expert em orçamento? Conheça alguns tipos!</title>
		<link>https://glicfas.com.br/tipos-de-orcamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de CAPEX]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Orçamento original, orçamento flexível, orçamento projetado, orçamento OBZ e orçamento baseline. Conheça alguns dos principais tipos de orçamento.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/tipos-de-orcamento/">Você é expert em orçamento? Conheça alguns tipos!</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dizer que uma empresa está em uma situação econômica boa não significa dizer que sua situação financeira também vai bem. Embora muitas pessoas achem que visão econômica e visão financeira sejam a mesma coisa, o fato é que os termos não são sinônimos.</p>
<p>Resumidamente, quando falamos de situação econômica nos referimos aos lucros ou prejuízos dentro de um regime contábil. O regime utilizado é o de competência, o que quer dizer que, para a contabilidade, os lançamentos são feitos em valor integral, independentemente de a compra ou venda ter sido parcelada.</p>
<p>A situação financeira por sua vez é vista pelo caixa da empresa, pois está relacionada às despesas e aos rendimentos ao longo de um período. Diz respeito ao dinheiro que entra e sai do caixa.</p>
<p>É importante saber fazer a diferenciação, pois:</p>
<ul>
<li>A visão financeira mostra se a organização tem capital de giro suficiente para pagar suas operações.</li>
<li>A visão econômica mostra se o modelo de negócio da empresa é ideal, já que apresenta a estrutura financeira da organização.</li>
</ul>
<p>Mas a confusão não se encerra aí. Se resultado econômico e financeiro causam dúvidas, as diferentes visões do orçamento são ainda mais confusas para muitas pessoas. Orçamento original? O que é orçamento projetado? E orçamento baseline?</p>
<p>Para entender um pouco mais sobre os diferentes tipos de orçamento, acompanhe as próximas linhas.</p>
<h2>O que é orçamento original?</h2>
<p>O orçamento original é o mais conhecido no meio empresarial. Como o nome sugere, trata-se do orçamento elaborado inicialmente. Também é chamado de orçamento estático, o que explica outra característica: uma vez definido, a ideia é que a empresa deve segui-lo à risca até o próximo ano.</p>
<p>Isso não significa que o orçamento original não possa mudar. Se algo ocorrer – como uma crise mundial &#8211; e acabar comprometendo o processo decisório, uma reorçamentação pode ser aprovada pela alçada competente (caso essa revisão orçamentária seja bem feita). No entanto, o objetivo é que esse tipo de orçamento seja seguido sem alterações.</p>
<p>Apesar de parecer um orçamento inflexível e engessado, grandes corporações tendem a utilizá-lo. Isso porque elas possuem uma maior necessidade de consolidar todos os orçamentos em um orçamento único. Justamente por serem grandes, na maioria das vezes alterações de volume que venham a ocorrer em alguma filial não impactarão de modo significativo a orçamentação geral.</p>
<p>Pequenas empresas, com gestão mais centralizada, costumam também adotar o orçamento original.</p>
<h2>O que é orçamento flexível?</h2>
<p>O orçamento flexível é o oposto do original. Refere-se a um modelo no qual a organização admite que orçamentos de custos, investimentos e despesas variem conforme a produção ou as vendas.</p>
<p>Apesar de não ser engessado como no primeiro caso, o orçamento flexível exige um acompanhamento constante e uma rápida adaptação dos envolvidos, que poderão ter que fazer diversos ajustes no budget e, muitas vezes, no próprio <a href="https://www.glicfas.com.br/elaborar-planejamento-estrategico/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">planejamento da empresa</a>.</p>
<p>Este modelo de orçamento pode ser aplicado em qualquer área, mas é mais utilizado para controlar despesas de fabricação ou operacionais.</p>
<h2>O que é orçamento projetado?</h2>
<p><img decoding="async" alt="orçamento projetado" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/12/orcamentoprojetado.jpeg" style="width: 600px;height: 400px" /></p>
<p>O orçamento projetado trabalha com a projeção orçamentária, utilizada para saber a quantidade de recursos que a empresa precisará em um determinado período, e o que se espera que ela receba. Fatores como sazonalidade e estabilidade influenciam na projeção, uma vez que influenciam na demanda.</p>
<p>Para realizar a projeção orçamentária deve-se olhar não apenas para o mercado externo, mas também para a situação corporativa interna. Ao fazer toda a análise para constituir o orçamento projetado é possível realizar um planejamento de vendas e de investimentos, por exemplo, e projetar o fluxo de caixa.</p>
<p>A <a href="https://www.glicfas.com.br/desenvolvimento-de-cenarios/">projeção de cenários</a> é outra ferramenta muito utilizada para a elaboração deste tipo de orçamento. Dessa maneira, a organização pode criar diferentes modelos para diferentes possíveis realidades.</p>
<h2>O que é orçamento base zero?</h2>
<p>O orçamento base zero, ou orçamento OBZ, é elaborado a partir de uma base zerada. Isso significa que para sua criação, ao invés de analisar a base histórica (custos, despesas, receitas e investimentos de exercícios anteriores) parte-se de uma “página em branco”.</p>
<p>Uma vantagem do orçamento OBZ é que para estabelecer as bases orçamentárias ele considera as necessidades atuais da empresa, sem utilizar índices de reajustes ou as citadas bases históricas, como é o caso do modelo tradicional. A fim de elaborá-lo, os gestores precisam compreender o plano macro da organização para que estejam aptos a criar o planejamento departamental e identificar o que será necessário, em termos de recursos, para colocar o plano em prática.</p>
<p>Por esse motivo, o orçamento base zero aumenta a visão estratégica da gerência<span style="background:white"><span style="color:#747474">. </span></span>Como parte de um “ponto zero”, sua elaboração leva mais tempo e exige mais envolvimento dos executivos.</p>
<h2>O que é orçamento baseline?</h2>
<p>A estimativa de custos de um projeto é o que chamamos de orçamento baseline. Por isso, sempre que se fala em “estar abaixo do orçamento”, significa que a comparação é entre os custos atuais e o que foi projetado. Assim como o que acontece no orçamento estático, a ideia é que o orçamento baseline não sofra alterações.</p>
<p>Todavia, caso haja mudança de escopo será necessário adicionar uma nova “linha de base” para servir como referência de medição de desempenho do projeto. Outra situação em que isso pode ocorrer é quando, para fins de orçamento organizacional, a empresa solicita estimativas mais atualizadas sobre o projeto.</p>
<p>Existem ainda outras possibilidades de alteração do orçamento baseline:</p>
<ul>
<li>Uma diferença significativa entre os números planejados e reais pode ter sido identificada;</li>
<li>Uma ou mais tarefas podem ter sido subestimadas.</li>
</ul>
<p>Nesses casos, a equipe de gerenciamento de projetos precisará de uma nova baseline.</p>
<p>Importante destacar que sempre que houver mudanças, as mesmas devem ser aprovadas pela alçada competente (assim como o que acontece com a elaboração do orçamento estático). Adicionalmente, elas devem ser analisadas e documentadas.</p>
<h2>Concluindo: tipos de orçamento</h2>
<p>Além dos modelos que mencionamos neste artigo, existem outros tipos de orçamento que podem ser adotados por uma empresa. Cada um tem seus pontos positivos e negativos, e alguns são mais indicados em situações específicas.</p>
<p>O importante aqui é entender que uma gestão orçamentária bem elaborada e conduzida é decisiva para a longevidade de qualquer negócio. Então, para não ter erro, a dica que damos é que você se aprofunde um pouco mais no tema e escolha a metodologia ideal.</p>
<p>Falando em longevidade organizacional, você sabe onde sua empresa está no ciclo de vida? Descubra, <a href="https://materiais.glicfas.com.br/05307cafee93f2b844e8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neste e-book</a>, em que fase seu negócio se encontra e aprenda como agir para mantê-lo vivo, saudável e em crescimento. Baixe-o <a href="https://materiais.glicfas.com.br/05307cafee93f2b844e8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</p>
<p>E se este artigo foi útil, compartilhe-o com seus colegas. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
<p>Créditos imagem principal: Unsplash por Campaign Creators.</p>
<p>Créditos imagem texto: Unplash por Markus Winkler.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como escolher um investimento em um projeto de capital de sucesso</title>
		<link>https://glicfas.com.br/como-escolher-um-investimento-em-um-projeto-de-capital-de-sucesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2020 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo de vida de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de CAPEX]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de projetos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.glicfas.com.br/?p=120525</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um projeto de capital envolve um fluxo de investimento significativo e consistente. Como saber se ele realmente trará retorno?</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/como-escolher-um-investimento-em-um-projeto-de-capital-de-sucesso/">Como escolher um investimento em um projeto de capital de sucesso</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um projeto de capital é um projeto de longo prazo para construir, melhorar, manter ou desenvolver um ativo de capital. Trata-se de um projeto que requer grandes somas de capital, que dura por um longo período de tempo e que costuma ser mais complexo se compararmos com projetos que envolvem menos planejamento e recursos.</p>
<p>Pode-se dizer também que projetos de capital são a forma com que o mercado de infraestrutura faz seus investimentos reais. Como ele difere-se de outros projetos por ser de grande escala e alto custo, requer um planejamento considerável em relação a outros investimentos, especialmente no que tange à tomada de decisão.</p>
<p>Exemplos de projetos de capital seriam a criação de um oleoduto, a construção de um edifício ou, no âmbito do governo, a construção de um sistema rodoviário. De modo geral, empresas iniciam um projeto de capital para aumentar o crescimento, manter ativos ou melhorar uma parte significativa da propriedade.</p>
<h2>Quais problemas podem enfrentar um projeto de capital?</h2>
<p>De acordo com a pesquisa intitulada &#8220;Boosting Business Performance through Programme and Project Management&#8221;, conduzida pela PwC Global, apenas 2,5% das companhias entregaram seus projetos dentro do prazo, custo, escopo e com os benefícios esperados para o negócio (<a href="https://www.pwc.com.br/pt/desafios/assets/folder-cpi-12.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fonte</a>). Como projetos de capital possuem alto investimento, o risco também é elevado na mesma proporção. Por isso, minimizar o risco de uma empreitada de tal porte é fundamental.</p>
<p>O IPA e o CII são duas instituições que se dedicam intensamente para estudar o que faz um projeto ter sucesso. Ambas se destacam como consolidadoras de benchmark de projetos de capital, sendo que:</p>
<ul>
<li><span><b><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="http://www.ipaglobal.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IPA</a> (Independent Project Analysis):</span></span></b><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'> fundado em 1987. A nomenclatura FEL (</span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Front End Loading &#8211; </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>falamos sobre o tema <a href="https://www.glicfas.com.br/metodologia-fel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neste artigo</a>) é de propriedade do IPA. </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>A avaliação do IPA com a obtenção da nota de FEL é internacionalmente reconhecida.</span></span> <span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Suas métricas contam com uma base de 21 mil projetos.</span></span> <span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Indica o que deve ser feito para que um projeto atinja seus objetivos.</span></span></span></li>
<li><b><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="http://www.construction-institute.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CII</a> (Construction Industry Institute):</span></span></b><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'> fundado em 1983 por 28 organizações, desenvolveu o </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>PDRI </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>(Project Definition Rating Index), uma </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>ferramenta </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>para </span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>definição projeto</span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>, com caráter de autoavaliação</span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>.</span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'> Refere-se a um questionário que aborda problemas conhecidos de ineficiência das obras.</span></span></li>
</ul>
<p>Ambas as metodologias possuem abordagens diferentes para selecionar o projeto certo e fazer certo. Apesar de serem bem antigas, não são muito utilizadas pelas empresas, pois elas têm pressa para ver o resultado.</p>
<h2>O que é preciso saber antes de escolher um investimento em projeto de capital?</h2>
<p>Como qualquer tipo de projeto, é necessário dimensionar o risco do empreendimento. Portanto, um projeto de capital somente seguirá se os riscos forem aceitos ou minimizados/eliminados.</p>
<p>Dentre os riscos que podem afetar um projeto, a publicação da PwC – <a href="https://www.pwc.com.br/pt/desafios/assets/folder-cpi-12.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Projetos de Capital e Infraestrutura</a> &#8211; menciona o planejamento inadequado, a falha em detectar obstáculos, a falta de equipamentos, a definição precária de requerimentos, a definição inadequada de papéis e responsabilidades, estrutura de <a href="https://www.glicfas.com.br/controle-interno-e-gestao-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">controle</a> ineficiente, falhas no endereçamento de problemas de conformidade com as normas/leis etc.</p>
<p>Para procurar reduzir o efeito surpresa de um risco, algumas questões a serem respondidas incluem:</p>
<ul>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Quem são as partes interessadas? Como será a comunicação com elas?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>O que será implantado? Quem implantará?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Qual será a estratégia de implantação?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>De onde virá a mão de obra? Como ela será fiscalizada e onde se alojará?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="https://www.glicfas.com.br/riscos-de-projetos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Quais os riscos</a>?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Quais as coberturas dos seguros?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Quais são as diretrizes de saúde e segurança?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Quais são as condicionantes ambientais? Qual o custo e prazo associado?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Qual sistema de documentação será adotado?</span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>Quais são as diretrizes para qualidade na implantação?</span></span></li>
</ul>
<p>Logicamente, existem outras perguntas a serem respondidas e analisadas. O que queremos mostrar é que quanto mais custoso for um projeto, mais minuciosa deve ser sua análise, a qual segue durante o ciclo de vida do projeto de capital, conforme veremos.</p>
<h2>Qual é o ciclo de vida de um projeto de capital?</h2>
<p>Comumente, o processo de projeto de capital possui cinco estágios. No início de cada estágio (ou fase), são desenvolvidas as estimativas de recurso e são identificados os principais resultados. Já ao final de cada estágio é feita uma decisão formal com base nas entregas predefinidas. Essa decisão determinará se o projeto prosseguirá, ou não, para a próxima fase.</p>
<p>O plano/escopo do projeto é desenvolvido durante as três primeiras etapas. O FEL é utilizado nessas fases, sendo que a nomenclatura utilizada em cada etapa varia conforme a empresa:</p>
<ul>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>A</span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>valiação de negócios / viabilidade / front end engineering design (FEED) ou </span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>FEL I / FEL II / FEL III ou </span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>A</span></span><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'>valiação / seleção / definição.</span></span></li>
</ul>
<p>Assim que o FEL é concluído e aprovado, o projeto é financiado e começa a ser executado. A fase de execução inclui engenharia de detalhamento e construção, e durante essa etapa o plano do projeto deve ser rigorosamente implementado. É imprescindível que se tenham fortes controles de projeto, como aplicação de gestão de mudanças e planos de <a href="https://www.glicfas.com.br/9-tecnicas-para-gerenciamento-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gestão de risco</a>.</p>
<p>A fase de execução é concluída quando a planta é comissionada e pronta para partir. Em seguida vem a fase final, isto é, a operação propriamente dita e a avaliação do desempenho. A fase final é operar e/ou avaliar o desempenho.</p>
<p>Para entender melhor sobre a metodologia FEL, deixamos a sugestão do artigo: <a href="https://www.glicfas.com.br/metodologia-fel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O que é FEL e como funciona a metodologia?</a></p>
<h3>E o método PDRI?</h3>
<p>Não detalharemos o método aqui, mas com relação à metodologia PDRI, ela descreve com precisão cada elemento crítico em um pacote de definição de escopo. Além disso, o PDRI é destinado ao uso durante o Front End Planning (FEP) – no IPA é chamado de Front End Loading -, que é a fase do projeto que abrange atividades como viabilidade, conceito e definição detalhada do escopo.</p>
<p>Ao utilizá-lo, a intenção é que equipes de projeto consigam identificar rapidamente os fatores de risco do projeto relacionados aos resultados desejados de custo, cronograma e desempenho operacional.</p>
<p>À exemplo do FEL, o PDRI também utiliza portões de aprovação ao final de cada fase do projeto. Observe os esquemas de cada um:</p>
<p><b>PDRI</b></p>
<p><img decoding="async" alt="PDRI" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/11/PDRI.png" style="width: 667px;height: 92px" /></p>
<p><b>FEL</b></p>
<p><img decoding="async" alt="FEL Portões" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/11/FELPortoes.png" style="width: 606px;height: 130px" /></p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Um projeto de capital é um projeto frequentemente caro e de longo prazo que se destina a expandir, manter ou melhorar um ativo de capital. Refere-se à infraestrutura, como estradas ou ferrovias, ou no caso de uma empresa, ao desenvolvimento de uma fábrica, por exemplo.</p>
<p>Por requererem uma alta soma de dinheiro e exigirem um comprometimento significativo dos recursos e do tempo da organização, seus riscos são também maiores, por isso da importância de realizar uma avaliação robusta e precisa da sua viabilidade. Os riscos devem ser calculados com a expectativa de que o ativo de capital seja compensado.</p>
<p>Precisa saber mais sobre o assunto? Quer entender melhor como escolher um investimento em um projeto de capital de sucesso? <a href="https://www.glicfas.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Entre em contato conosco</a> e veja como podemos ajudar.</p>
<p>Leia também:</p>
<ul>
<li style="margin-bottom:8.0pt"><span style="line-height:107%"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="https://www.glicfas.com.br/competencias-estrategicas-de-gestao-de-projetos/" target="_blank" title="Link permanente: Quais são as competências estratégicas de gestão de projetos?" rel="noopener noreferrer"><span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm">Quais são as competências estratégicas de gestão de projetos?</span></a></span></span></li>
<li style="margin-bottom:8.0pt"><span style="line-height:107%"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="https://www.glicfas.com.br/escritorio-de-projetos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm">O que a Glic Fàs pode oferecer quando falamos de Escritório de Projetos?</span></a></span></span></li>
</ul>
<p>E se este artigo foi útil, compartilhe-o com seus colegas. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
<p>Créditos imagem: Unsplash por Octavian Dan.</p>
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		<title>Por que pensar no Capex e Opex de forma conjunta?</title>
		<link>https://glicfas.com.br/capex-e-opex/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2020 11:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de CAPEX]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de projetos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.glicfas.com.br/?p=120464</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veja como tomar melhores decisões. Aprenda as diferenças entre Capex (Depesas de Capital) e Opex (Despesas OPeracionais).</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Não importa o tamanho da empresa, um balanço patrimonial saudável é essencial e depende de uma gestão cuidadosa dos gastos. Nesse contexto, existem duas categorias de gastos organizacionais que são de especial importância para a saúde financeira geral de uma organização: Capex e Opex.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Para fins contábeis e fiscais, ambas são tratadas de forma diferente. Mas a importância do tema não fica apenas restrita ao balanço patrimonial. Se considerarmos que as decisões tomadas em uma empresa impactam de alguma maneira o financeiro, é fundamental que tomadores de decisão tenham conhecimento desses dois termos para que obtenham mais sucesso.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Isso porque, ao entender claramente as diferenças entre os dois tipos de gastos, a empresa não corre o risco de fazer um investimento que venha a trazer prejuízos em longo prazo.</span></span></p>
<h2>O que significa Capex e Opex</h2>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Capex é sigla para Capital Expenditure, que em português significa Investimentos em Bens de Capitais. Trata-se dos gastos que a organização incorre com o objetivo de criar valor/benefício no futuro. Por exemplo, é o caso de quando a empresa atualiza suas instalações ou máquinas, ou compra ativos fixos.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Quando tratamos de Capex geralmente tratamos de ativos de longo prazo cuja finalidade produtiva é superior a um período contábil. Em outras palavras, se o objetivo da empresa com algum gasto é gerar lucro no futuro, é mais provável que esse gasto seja classificado como Capex.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Já Opex é sigla para Operational Expenditure, ou Gastos e Dispêndios Operacionais. São os gastos necessários para o funcionamento diário da empresa, pois referem-se aos gastos feitos para as operações do dia a dia dos negócios, como manutenção de ativos, por exemplo.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Sendo assim, todo dinheiro empregado de forma regular e contínua para administrar as operações diárias é classificado como Opex. Normalmente, não trazem benefícios futuros, mas como constituem a maior parte dos gastos, as empresas realizam planejamento e gerenciamento cuidadosos para minimizar esses custos.</span></span></p>
<h3>Exemplos de Capex e Opex</h3>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Máquinas, terrenos, instalações, patentes, edifícios e outros, são exemplos de </span></span>Capex<span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">. Manutenção, equipes contratadas para prestar manutenção, reparo de máquinas etc., entram como Opex. </span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Explicando melhor, se você comprar uma máquina, em termos de gastos o equipamento é classificado como Capex, mas as manutenções e os funcionários que a operarão serão gastos operacionais. Agora, se ao invés de comprar a sua empresa decide alugar, para fins contábeis e fiscais a máquina é classificada como Opex.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Um outro exemplo é a obra de expansão de uma concessionária ferroviária. A obra, em si, é um investimento de capital. Já a manutenção preditiva no sistema elétrico de um trecho ou equipamento rodante da ferrovia é Opex.</span></span><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black"> </span></span></p>
<h2><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Quais as diferenças entre Capex e Opex?</span></span></h2>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black"><img decoding="async" alt="diferenças entre capex e opex" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2020/10/diferencasentrecapexeopex.jpeg" style="width: 640px;height: 356px" /></span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Sobre Capex e Opex, enquanto o primeiro serve para aquisição ou construção de instalações, máquinário e equipamentos, por exemplo, no segundo, como vimos, entram custos das máquinas, das manutenções, dos insumos para manter as instalações funcionando etc. Desse modo, reforçamos que Capex é compreendido como investimento e o Opex são os gastos operacionais necessários para manter uma instalação funcionando.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Outra diferença entre </span></span>Capex <span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">e Opex é com relação às aprovações. O primeiro é geralmente aprovado de acordo com a </span></span><a href="https://www.glicfas.com.br/implantar-a-governanca-corporativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">governança</a>.<b> </b><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Por ser investimento de alto valor a ser feito em um período concentrado de tempo, costuma demorar para ser aprovado. Adicionalmente, o retorno dos investimentos é de longo prazo.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Por sua vez, Opex apresenta facilidade de aprovação dos gastos, muitas vezes sob a alçada de um Gerente de Operação. Paga-se montantes menores se comparado com o Capex, porém mensalmente ou anualmente &#8211; dependendo do caso -, e por longos períodos.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Além disso, os investimentos de capital são geridos como</span></span> <a href="https://www.glicfas.com.br/complexidade-em-gerenciamento-de-projetos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">projetos</a> <span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">ou programas. Muitas vezes monta-se uma estrutura temporária somente para sua gestão. Em contrapartida, os gastos operacionais, facilmente adaptáveis a mudanças do mercado e geralmente não muito bem planejadas, são conduzidos dentro do orçamento corrente da empresa.</span></span></p>
<h2><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Por que é importante saber sobre Capex e Opex para tomadas de decisão?</span></span></h2>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Conforme comentado, Capex e Opex são termos importantes para a área de finanças, pois cada tipo de gasto tem um tratamento contábil e fiscal diferente. Todavia, a dinâmica dos termos deve também ser entendida pelos <a href="https://www.glicfas.com.br/gestao-estrategica-por-projetos/">tomadores de decisão em projetos</a>.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Muitas vezes, olhando apenas pelo lado financeiro empresas caem no erro de economizarem no Capex. Mas o fato é que um projeto imaturo e mal definido, que será consequentemente mal implantado, não trará valor para o negócio. Ou seja, o Capex pode até ser menor, mas em longo prazo o Opex pode ser gigantesco e quebrar a empresa.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Como exemplo, pense em um carro. Quantos gastos ao longo do tempo ele dá? Qual o gasto com manutenção, seguro, IPVA etc.? O automóvel é também um ótimo exemplo para explicar a depreciação. </span></span><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Um carro é comprado hoje por um custo específico e se você o vender novamente em 3 anos, valerá menos. Isso ocorre porque existe depreciação, pois o custo do ativo se desvaloriza com o tempo (que é o que acontece com máquinas e equipamentos). </span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Já com os gastos operacionais não existe depreciação, mas eles podem aumentar conforme o tempo se o Capex não for bem planejado. No exemplo mais acima, da expansão de uma concessionária ferroviária (Capex), caso a obra não seja bem executada e o projeto não seja bem planejado desde a elaboração do escopo, é bem provável que as manutenções preditivas da ferrovia (Opex) sejam muito maiores.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">É importante também entender que, de acordo com o que explicamos, o retorno de investimento de investimentos classificados como Capex é em longo prazo. Por isso, para tomadores de decisão, é fundamental fazer bom uso do orçamento que foi determinado para um projeto, pensando não apenas no hoje. Isso significa tomar as decisões que levem em consideração os benefícios que serão adquiridos em um horizonte maior de tempo.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">De modo geral, a regra é: quanto mais maduro e bem definido, mais eficaz, além de melhor, será a implantação de um projeto e, por consequência, seu valor. Ainda, tenha em mente que uma previsão adequada pode ajudar uma empresa a investir conforme necessário em Capex, enquanto estima com precisão o Opex. </span></span></p>
<h2><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Concluindo</span></span></h2>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Uma estimativa de custo precisa é a base para o sucesso de qualquer tomada de decisão. Quando tratamos de projetos, a capacidade de comparar e analisar custos é fundamental para que um projeto seja entregue dentro do prazo e do orçamento, e com riscos minimizados no futuro.</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Por fim, lembre-se que uma decisão de investimento precisa ser tomada tendo em vista qual é o Opex associado a ela, e não só com base no valor do Capex em questão. </span></span><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">É por isso que acreditamos que para o sucesso de qualquer projeto, Capex e Opex devem ser estimados e controlados durante todo o seu ciclo de vida. E você, o que pensa sobre o tema?</span></span></p>
<p><span style="border:none windowtext 1.0pt;background:white;padding:0cm"><span style="color:black">Já que falamos sobre gestão de projetos, para mais conteúdo, confira:</span></span></p>
<ul>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="https://www.glicfas.com.br/escritorio-de-projetos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm">O que a Glic Fàs pode oferecer quando falamos de Escritório de Projetos?</span></a></span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="https://www.glicfas.com.br/competencias-estrategicas-de-gestao-de-projetos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm">Quais são as competências estratégicas de gestão de projetos?</span></a></span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="https://www.glicfas.com.br/gestao-estrategica-por-projetos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm">Por que é possível utilizar os projetos para tornar sua gestão mais estratégica?</span></a></span></span></li>
<li><span style="font-size:11.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><a href="https://www.glicfas.com.br/complexidade-em-gerenciamento-de-projetos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm">Complexidade de projetos define a metodologia de gestão mais adequada</span></a></span></span></li>
</ul>
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<p>Créditos imagem principal: Pixabay por Gerd Altmann</p>
<p>Créditos imagem texto: Unsplash por Chronis Yan</p>
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