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	<title>Arquivos BIM &#8226; Glic Fàs</title>
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	<description>Consultoria em gestão de negócios, projetos e riscos</description>
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		<title>Quais são as tendências na gestão de construção após a pandemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AWP]]></category>
		<category><![CDATA[BIM]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais inovação e eficácia norteiam as tendências na gestão de construção. Entenda melhor neste artigo e veja como garantir o sucesso dos seus projetos.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/tendencias-na-gestao-de-construcao/">Quais são as tendências na gestão de construção após a pandemia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:black">A construção é um dos maiores segmentos do mundo em termos de valor, além de talvez ser o que mais impacta nossas vidas. Não é à toa que sempre que há uma crise os olhares de especialistas se voltam ao setor, pois é com base na sua recuperação que fazemos projeções econômicas, por exemplo.</span></p>
<p><span style="color:black">Assim como outros segmentos, o da construção têm enfrentado seus desafios. Nesse cenário, mais inovação e eficácia nos projetos norteiam as tendências na gestão de construção. Com uma demanda econômica reprimida por conta do que estamos vivendo, administrar o orçamento com sabedoria e cumprir com prazos de entrega cada vez mais curtos se traduzem em uma forte pressão.</span></p>
<p><span style="color:black">Tendo isso em vista, como garantir o sucesso do setor no futuro? Para encontrar a resposta, invista alguns minutos na leitura deste artigo.</span></p>
<h2><span style="color:black">Tendências na gestão de construção</span></h2>
<p><span style="color:black">Benjamin Breen &#8211; diretor executivo da Ásia-Pacífico e chefe de construção global do PMI – <a href="https://community.pmi.org/t5/the-official-pmi-blog/expert-advice-future-trends-in-managing-construction-projects/ba-p/85#_=_" target="_blank" rel="noopener">compartilhou três abordagens</a> que ele enxerga como tendências na gestão de construção. São elas:</span></p>
<h3><span style="color:black">1. Gerenciamento de projeto para minimizar os excessos de custo </span></h3>
<p><span style="color:black">Segundo a pesquisa <a href="https://www.pmi.org/-/media/pmi/documents/public/pdf/learning/thought-leadership/pulse/pulse-all-comparison-reports-final.pdf?v=dd7afb39-1fe0-4063-923f-11410463244d/?utm_medium=PMIOfficialBlog&amp;utm_campaign=PMIOfficialBlog&amp;utm_thm=Comms&amp;utm_content=PulseAllComparison" target="_blank" rel="noopener">Pulse of Profession</a> realizada pelo PMI, organizações de construção gastam uma média de US $ 127 milhões para cada US $ 1 bilhão gasto em projetos e programas devido ao fraco desempenho do projeto, em comparação com a média global de $ 114 milhões para cada $ 1 bilhão gasto.</span></p>
<p><span style="color:black">As principais causas para esses números, conforme a pesquisa, são planejamento inicial deficiente e mudança nas prioridades da organização. Por isso, o desenvolvimento de habilidades de projeto em toda a indústria requer muito mais atenção e coordenação por parte dos líderes organizacionais. </span></p>
<p><span style="color:black">Como opina Breen, os valores descobertos pela pesquisa sugerem desperdício tanto nas cifras como também em valor. O que fazer para reverter o cenário?</span></p>
<p><span style="color:black">Já que uma das principais causas para falhas em projetos são as mudança na prioridade, líderes de projeto capazes e experientes desempenham um papel inestimável. Isso porque eles possuem as competências necessárias para navegar pelas mudanças à medida que surgem, pois ajudam as equipes a dividir os projetos em partes gerenciáveis.</span></p>
<p><span style="color:black">Com relação ao planejamento inicial deficiente (apontado como outra causa para falha em projetos), ressaltamos que é no início <span style="background:white">que precisamos nos ater ainda mais ao plano estratégico da empresa para o projeto em questão. É a partir dos dados coletados e das análises iniciais que as instâncias decisórias possuem insumos para tomar decisões de prosseguir com o projeto, abortar ou efetuar uma reavaliação.</span> </span></p>
<p><span style="background:white"><span style="color:black">Colocando em outros termos, evita desperdício de tempo e dinheiro, uma vez que </span></span><span style="color:black">custo, cronograma e escopo terão sido estudados e avaliados antes que se perceba que é tarde demais.</span></p>
<h3><span style="color:black">2. Aproveite o potencial da tecnologia</span></h3>
<p><span style="color:black">Em seu texto, Breen comenta um <a href="https://www.mckinsey.com/business-functions/operations/our-insights/imagining-constructions-digital-future" target="_blank" rel="noopener">estudo da McKinsey</a>, o qual mostra que as empresas de construção e engenharia dobraram seus investimentos em tecnologia na última década para chegar a US $ 18 bilhões. A cifra inclui maior uso de tecnologias como impressão 3D, robótica e modularização para <a href="https://glicfas.com.br/melhorar-a-produtividade-por-que-e-importante-incentivar-folgas/" target="_blank" rel="noopener">aumentar a produtividade</a> e encurtar os prazos de projeto.</span></p>
<p><span style="color:black">No que tange à porcentagem de organizações que veem como alta prioridade o investimento em tecnologia para melhor habilitar o sucesso do projeto, a pesquisa Pulse of Profession constatou que essa é a realidade para 45% das empresas da construção (contra a média global de 53%). O Diretor do Conselho do PMI, Tejas Sura, destacou algumas tecnologias promissoras, incluindo recursos de realidade aumentada e <a href="https://glicfas.com.br/desmistificando-o-bim-building-information-modeling/" target="_blank" rel="noopener">Building Information Modeling (BIM)</a>, que dá aos profissionais de construção uma visão avançada sobre o projeto de edifícios e infraestrutura. </span></p>
<p><span style="color:black">Breen cita como exemplo o maior projeto de construção em andamento em Londres &#8211; a linha Elizabeth, uma expansão de mais de 100 km do famoso sistema de metrô da cidade. Como ele conta, todo o projeto foi mapeado em BIM, economizando centenas de milhões de libras ao adicionar maior precisão ao local onde os túneis foram cavados.</span></p>
<p><span style="color:black">Há ainda o uso de drones, que continuará a ser uma das tendências na gestão de construção. A tecnologia oferece muito mais usos do que apenas fotografia aérea para empreendimentos imobiliários e comerciais. Hoje em dia, os drones são usados também para o rápido mapeamento de grandes áreas em longas distâncias, produzindo valiosos mapas aéreos de calor e imagens térmicas. </span></p>
<p><span style="color:black">Além disso, para tomadas de decisões rápidas, o software de drone avançado fornece dados acionáveis em tempo real, agilizando ainda mais todo o processo de construção. Outro exemplo dado por Breen é o de empresas que usam a tecnologia para inspecionar projetos de uma distância segura.</span></p>
<p><span style="color:black">Sobre a realidade aumentada, também considerada como uma das tendências na gestão de construção, a tecnologia permite:</span></p>
<ul>
<li><span style="color:black">Medição automatizada de edifícios</span></li>
<li><span style="color:black">Visualização 3D de projetos futuros </span></li>
<li><span style="color:black">Simulação rápida e acessível de mudanças arquitetônicas e estruturais</span></li>
<li><span style="color:black">Treinamento de segurança e simulações de risco</span></li>
</ul>
<h3><span style="color:black">3. Trabalhar de forma eficaz com as pessoas</span></h3>
<p><span style="color:black">“As habilidades técnicas sempre serão instrumentais, mas cada vez mais devem ser complementadas por capacidades focadas em trabalhar com pessoas e liderar equipes”, escreve Breen. Por essa razão, as habilidades pessoais estão entre as tendências na gestão de construção.</span></p>
<p><span style="color:black">Se as tecnologias emergentes possibilitarão mais eficiência e precisão, os trabalhadores humanos precisarão mudar e desenvolver seus conjuntos de habilidades. O motivo é simples: atributos como criatividade e liderança colaborativa, cada vez mais necessários, não serão assumidos nem mesmo pelas máquinas mais sofisticadas.</span></p>
<p><span style="color:black">Inclusive, o autor comenta que as empresas buscam cada vez mais talentos que agreguem além das habilidades técnicas tradicionais esperadas em <a href="https://glicfas.com.br/5-etapas-para-melhorar-a-abordagem-da-industria-de-engenharia-e-construcao-para-a-gestao-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener">projetos de construção</a>. Segundo ele, os talentos em projetos hoje são chamados a assumir mais funções do que nunca e a se acostumar com as expectativas de trabalho multifacetadas. </span></p>
<p><span style="color:black">Empatia pelo cliente e uma mentalidade inovadora, juntamente com a comunicação, são outras habilidades tidas como críticas e essenciais. “É extremamente importante ser capaz de se comunicar bem com todas as partes. Você pode ter todo o conhecimento do mundo, mas se não conseguir transmitir sua mensagem, ela terá um impacto limitado”, ressalta Breen em seu texto.</span></p>
<h2><span style="color:black">Concluindo </span></h2>
<p><span style="color:black">Com tudo o que temos vivenciado, não nos resta dúvidas que o futuro representará alguns bons desafios ao setor. Mas assim como o próprio Benjamin Breen, nós também acreditamos no potencial da indústria da construção para continuar inovando.</span></p>
<p><span style="color:black">Por fim, juntamente com as tendências na gestão de construção, não podemos esquecer da importância da gestão de riscos para identificar e <a href="https://glicfas.com.br/riscos-de-projetos/" target="_blank" rel="noopener">controlar os riscos</a>, <a href="https://glicfas.com.br/dicas-de-transferencia-de-risco-em-perdas-catastroficas-em-construcao/" target="_blank" rel="noopener">minimizar as ameaças</a>, tomar decisões de investimentos e maximizar o potencial de sucesso.</span></p>
<p><span style="color:black">Caso sua empresa precise de uma consultoria em gestão de projetos e gestão de riscos, <a href="https://glicfas.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener">entre em contato conosco</a>. E para saber mais, acesse:</span></p>
<ul>
<li><span style="color:black"><a href="https://glicfas.com.br/consultoria-em-gestao-de-riscos/" target="_blank" rel="noopener">Consultoria em gestão de riscos: como a Glic Fàs pode ajudar sua empresa?</a></span></li>
<li><span style="color:black"><a href="https://glicfas.com.br/escritorio-de-projetos/" target="_blank" rel="noopener">O que a Glic Fàs pode oferecer quando falamos de Escritório de Projetos?</a></span></li>
</ul>
<p><span style="color:black">Este post foi útil? Compartilhe-o com seus colegas. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/" target="_blank" rel="noopener">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</span></p>
<p><span style="color:black">Créditos imagem principal: Unsplash por Mark Potterton.</span></p>
<p><span style="color:black">Créditos imagem texto: Unsplash por Scott Blake.</span></p>
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		<title>Desmistificando o BIM &#8211; Building Information Modeling</title>
		<link>https://glicfas.com.br/desmistificando-o-bim-building-information-modeling/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Freitas Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 11:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BIM]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O BIM tem proporcionado melhorias de coordenação de projeto e construção, garantias de qualidade e economia de custos. Entenda o que é BIM.</p>
<p>O post <a href="https://glicfas.com.br/desmistificando-o-bim-building-information-modeling/">Desmistificando o BIM &#8211; Building Information Modeling</a> apareceu primeiro em <a href="https://glicfas.com.br">Glic Fàs</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor industrial já utiliza as ferramentas de desenho com inteligência há algum tempo, porém a engenharia civil e arquitetura tinham ficado para trás e demoraram para entrar neste método de fazer engenharia. Nos últimos anos o BIM – Building Information Modeling &#8211; emergiu como a metodologia para estas disciplinas.</p>
<p>Hoje sabemos que ele tem cada vez mais se tornado um processo crucial para garantir que o planejamento, o projeto e a construção de edifícios sejam colaborativos e eficientes. Mas o que é BIM? Continue lendo e descubra mais sobre a metodologia.</p>
<h2>Entendendo o Building Information Modeling</h2>
<p>Modelagem da Informação da Construção em português, o Building Information Modeling poderia simplesmente ser definido como um processo de colaboração que permite que várias partes interessadas e profissionais de Arquitetura, Engenharia e Construção (AEC) colaborem no planejamento, projeto e construção de um edifício dentro de um modelo 3D.</p>
<p>Devido a essa definição, muitos podem pensar que o BIM nada mais é do que uma modelagem digital, ou um software. Mas o fato é que o significado vai além, pois a metodologia não pode ser resumida a uma modelagem 3D, já que engloba também uma série de outras informações.</p>
<p>Basta analisarmos a sigla para entendermos: a vogal “i” não deve ser subestimada, pois significa que também abrange a operação e gerenciamento de construções usando dados aos quais os proprietários têm acesso. Como explica Francisco Gonçalves Jr (engenheiro eletricista), no artigo “BIM: tudo o que você precisa saber sobre esta metodologia”, o propósito da metodologia é o de “integrar todos os agentes e disciplinas envolvidas no desenvolvimento de um projeto em todas as suas fases, impactando não só a parte de concepção, mas também a execução, implantação, manutenção e gerenciamento de um projeto”.</p>
<p>Portanto, os dados permitem que os proprietários e as partes interessadas tomem decisões com base nas informações pertinentes derivadas do modelo, em todo o ciclo de vida de uma obra. Isso porque esses dados podem ser usados para:</p>
<ul>
<li>Melhorar a precisão;</li>
<li>Reduzir os pedidos de alteração e os problemas de coordenação de campo;</li>
<li>Expressar a intenção do projeto do escritório para o campo;</li>
<li>Acelerar e melhorar a transferência de conhecimento de uma parte interessada para outra; e</li>
<li>Fornecer uma visão sobre as construções existentes para projetos de renovação mais tarde.</li>
</ul>
<p>A fim de ajudar empresas a evoluírem na metodologia, existe uma classificação de “níveis de maturidade”, conforme apresentado a seguir.</p>
<h2>BIM e seus níveis de maturidade</h2>
<p>São eles:</p>
<ul>
<li><strong>Pré-BIM:</strong> aqui não se opera de forma colaborativa. Quem usa CAD 2D e trabalha com desenhos e/ou impressões digitais enquadra-se no nível pré-BIM, ou nível 0.</li>
<li><b>Nível 1 (BIM 3D):</b> as modelagens são baseadas em objetos. Nesta fase há a transição do 2D para o 3D, mas em sua maioria a documentação é formada por desenhos 2D. Muitas empresas estão no nível 1 de BIM, que não envolve muita colaboração, e cada parte interessada publica e gerencia seus próprios dados.</li>
<li><b>Nível 2A (BIM 4D):</b> há integração das informações entre as disciplinas e a colaboração é baseada em modelo. O planejamento e as simulações são por visão de construção.</li>
<li><b>Nível 2B (BIM 5D):</b> há planejamento integrado de custos e engenharia econômica, além da integração de informações (gestão econômica e de contratos). O BIM 5D pode ajudar a prever com precisão os requisitos orçamentários ou de equipamentos, juntamente com as mudanças no escopo, mão de obra e material.</li>
<li><b>Nível 3A (BIM 6D):</b> analisa o consumo de energia de uma construção e fornece estimativas de energia nos estágios iniciais do projeto. Em outras palavras, o BIM 6D garante uma previsão de como gerir os custos para alcançar sustentabilidade e eficiência de custos.</li>
<li><b>Nível 3B (BIM 7D):</b> agrupa tudo que for relacionado ao processo de gerenciamento de instalações em um único lugar dentro do modelo de informações de construção. Isso tem como objetivo melhorar a qualidade da entrega do serviço durante todo o ciclo de vida de um projeto. Além disso, o BIM 7D busca um gerenciamento otimizado de ativos e instalações desde o primeiro dia.</li>
</ul>
<p>Além dos níveis de maturidade, outro termo usual do BIM é o “LOD”.</p>
<h2>O que é LOD?</h2>
<p>LOD significa nível de desenvolvimento do modelo (uma tradução de Level of Development). Foi a AIA (Instituto Americano de Arquitetura) que criou essa classificação a fim de buscar uma padronização da indústria que define vários estágios de desenvolvimento dos projetos de construção em BIM. Os LOD’s são:</p>
<ul>
<li><b>ND 100:</b> o elemento do modelo pode ser representado graficamente no modelo com um símbolo ou outra representação genérica. Qualquer informação derivada de elementos LOD 100 deve ser considerada aproximada.</li>
<li><b>ND 200:</b> o elemento do modelo é representado graficamente no modelo como um sistema, objeto ou montagem genérico com quantidades, tamanho, forma, localização e orientação aproximados. Informações derivadas de elementos LOD 200 devem ser consideradas aproximadas.</li>
<li><b>ND 300:</b> modelagem precisa em termos de quantidade, tamanho, forma, localização e orientação. Neste nível elementos não gráficos podem ser anexados ao elemento do modelo.</li>
<li><b>ND 350:</b> o elemento do modelo é representado graficamente dentro do modelo como um sistema, objeto ou conjunto específico em termos de quantidade, tamanho, forma, localização, orientação e interfaces com outros sistemas de construção. Os elementos não gráficos também podem ser inseridos ao elemento do modelo.</li>
<li><b>ND 400:</b> os elementos do modelo são modelados como montagens específicas, com fabricação completa, montagem e informações detalhadas, além de quantidade, tamanho, forma, localização e orientação precisas. Elementos não geométricos podem ser incorporados a elementos de modelo no LOD 400.</li>
<li><b>ND 500:</b> elementos são modelados como montagens construídas para operações e manutenção. Além de real e preciso em tamanho, forma, localização, quantidade e orientação, elementos não geométricos podem ser incorporados com elementos de modelo no LOD 500.</li>
</ul>
<p>A figura abaixo, extraída do artigo de Francisco Gonçalves Jr, ilustra os níveis de desenvolvimento do modelo.</p>
<p><img decoding="async" alt="" src="https://www.glicfas.com.br/wp-content/uploads/2021/01/oquesaolods.jpeg" style="width: 1067px;height: 600px" /></p>
<p>E agora que você entendeu um pouco mais sobre BIM, a pergunta final é:</p>
<h2>Quais os benefícios do BIM?</h2>
<p>Já em um primeiro momento podemos dizer que uma de suas principais vantagens é melhorar a colaboração da equipe e a eficiência do fluxo de trabalho.</p>
<p>Se pensarmos que arquitetos, engenheiros e construtores precisam visualizar diferentes informações e usar diferentes modelos de projeto; que diferentes modelos devem ser feitos para serem apresentados aos clientes; e que quando qualquer alteração é realizada é necessário garantir que toda a documentação seja atualizada, conseguimos perceber que, graças à colaboração proporcionada pelo BIM, as equipes podem trabalhar sem perder tempo verificando documentações e arquivos.</p>
<p>Com uma troca de informação muito mais intensa, os especialistas tornam-se mais capazes em fornecer informações em todas as áreas de um projeto e as decisões podem ser tomadas de forma coletiva. Isso não apenas faz com que os fluxos de trabalho produzam menos erros e exijam menos supervisão, como também aperfeiçoa os resultados.</p>
<p>Mas, claro, um banco de dados BIM não traz vantagens e melhorias apenas no quesito colaboração. Ele fornece igualmente um armazenamento de dados arquitetônicos e de projeto que podem ser usados para modelagem 3D e simulações de software, para fins de design e estruturais de modo a permitir que novos materiais e conceitos de design sejam implantados.</p>
<p>Em termos de obra, a plataforma BIM contribui para que objetivos importantes sejam alcançados, tais como: melhor controle de prazos, redução de desperdícios, assertividade dos custos, aumento na qualidade e mais eficácia no planejamento,</p>
<p>Da mesma maneira, por ser centralizado, o Building Information Modeling ajuda a reduzir o retrabalho. Isso ocorre pois atualizações ou alterações refletem instantaneamente, levando à uniformidade de informações e trabalho. Consequentemente, reduzindo significativamente os erros de construção.</p>
<p>Por fim, com melhora na qualidade geral, velocidade de trabalho, mais transparência e consistência das informações, os clientes ficam mais satisfeitos.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Arquitetos, engenheiros, construtores, modeladores 3D e designers de interiores são beneficiados pelo uso do BIM. Conforme mostramos, ele transforma a colaboração e possibilita uma comunicação muito mais coordenada. Isso faz com que seja possível obter melhorias de produtividade e eficiência.</p>
<p>Por fim, entenda que o BIM não é um software, mas sim um processo para seguir uma estrutura ao longo do seu ciclo de vida.</p>
<p>Este post foi útil? Compartilhe-o com seus colegas. Para mais conteúdo como este, e para ficar por dentro de boas práticas da gestão de negócios, visite o <a href="https://www.glicfas.com.br/glicando/">Glicando, o blog da Glic Fàs</a>.</p>
<p>Créditos imagem principal: Unsplash por Daniel McCullough</p>
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