Glicfas jogo em ambiente de negócios

Por que utilizar jogos em ambiente de negócios?

“Mentoria é um cérebro para escolher, um ouvido para ouvir e um empurrão na direção certa”. A frase é atribuída ao político norte-americano John Crawford Crosby e, se você é leitor do blog da Glic Fàs, já viu essa frase por lá na versão original (Mentoring is a brain to pick, an ear to listen and a push in the right direction). Em um processo de mentoria o foco é ajudar o outro a reconhecer suas habilidades e limitações para dar – como bem falou Crosby – um empurrão para a direção certa.

Agora, pedimos que você deixe um pouco de lado a definição do primeiro parágrafo e pense na pergunta: como está a maturidade da gestão empresarial da sua empresa? Para ajudá-lo a refletir nessa questão, apresentamos uma abordagem diferente: a utilização de jogos em ambientes de negócios.

De modo geral, os jogos aplicados em organizações têm três objetivos:

· Treinamento, para desenvolvimento de habilidades para tomadas de decisão;

· Didático, para a transmissão de conhecimentos por meio de experiências e

· Pesquisa, para solucionar problemas empresariais de caráter externo e interno.

Conforme explica Bianca Richartz, “os jogos proporcionam, de forma dinâmica e lúdica, que os ‘jogadores’ (os colaboradores da empresa) experimentem e compreendam processos empresariais”. Observe que um dos objetivos de utilizar jogos em empresas é justamente o de abrir uma reflexão de uma maneira que seja ao mesmo tempo profunda e leve, já que jogos são associados à diversão.

Com essa reflexão, busca-se conscientizar os participantes sobre questões de gestão partindo de diferentes prismas, bem como trazer à tona a discussão sobre as formas de gerir o negócio e liderar equipes. No caso dos jogos no contexto das empresas, não existem vencedores e nem certo ou errado, já que a função dessa estratégia é a de justamente possibilitar que os jogadores (os colaboradores participantes) façam uma autoanálise da gestão para poderem levar seus negócios em direção às mudanças necessárias ao crescimento e ao aumento de competitividade.

E a frase de John C. Crosby?

Se falamos em mentoria como ouvido para ouvir e empurrão na direção certa, o que destacamos? Basicamente, que em um processo de mentoria deve-se ouvir as necessidades e, a partir delas, apresentar à empresa um diagnóstico, fazendo com que gestores foquem nas prioridades e urgências de suas empresas. O empurrão acontece quando é dado espaço para a gerência refletir no panorama atual do negócio. É aí que entram os jogos.

São vários os tipos de jogos a serem explorados no ambiente corporativo, como, por exemplo, o jogo de cartas. Nesse caso, cada carta incita o gestor à algum tipo de reflexão. Isso significa que com essa estratégia o participante é o próprio agente de mudanças, pois ao refletir em cada carta ele é instigado a pensar sobre o negócio nos seus diversos pilares. Assim, busca-se fazer com que a gestão não apenas crie uma consciência sobre gestão, mas também que se mobilize para uma visão de futuro (e pensamento estratégico).

Com isso, entendemos que jogos de cartas possibilitam aos gestores perceberem que possuem participação e responsabilidade no desenvolvimento organizacional, de modo que a mentoria possa atuar muito mais precisamente nos objetivos de mudanças estratégicas.

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Patricia C. Cucchiarato Sibinelli
  • Diretora Executiva
  • Mentoria em gestão de negócios.
  • Tel: (11) 9 9911 0274